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Agenda Cultural

Urban Market - It’s still summer

Urban Market - It’s still summer. Enjoy it.

21 setembro, 11h às 19h, Jardim do Infante Dom Henrique
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O Urban Market despede-se do verão com um piquenique no Jardim do Infante Dom Henrique (em frente ao Hard Club).

“Urban Market by Portugal Lovers” é um conceito de mercado urbano que surgiu em 2012 com o objetivo de promover e valorizar espaços da cidade e “ levar para a rua” marcas, artistas, projetos de autor - nas áreas do design de produto, design de moda, ilustração, joalharia, gourmet &drink, street food) - músicos, hairstylist, entre outros. A entrada é livre.

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Exposições no Museu de Serralves

serralv_4Robert Mapplethorpe: Pictures

Até 6 janeiro, Museu de Serralves

Robert Mapplethorpe, Self Portrait,1983 © Robert Mapplethorpe Foundation.  Used by permission.

Robert Mapplethorpe (Nova Iorque, 1946 – Boston, 1989) criou algumas das imagens mais icónicas, polémicas e surpreendentes da fotografia contemporânea. “Robert Mapplethorpe: Pictures” reúne 179 obras de toda a sua carreira, desde as primeiras colagens e polaroides até às fotografias de flores, nus, retratos e imagens de cariz sexual que fizeram de Mapplethorpe um dos fotógrafos mais notáveis do século XX.

Antes de escolher a fotografia como meio, Mapplethorpe estudou pintura e escultura em Nova Iorque e foi influenciado pela arte de Joseph Cornell e Marcel Duchamp, mas também pela fotografia do século XIX de Julia Margaret Cameron e outros. As suas primeiras colagens, assemblagens e fotografias (inicialmente realizadas com uma câmara Polaroid) revelam o interesse crescente na sexualidade e na composição - ângulos retos, formas geométricas de luz - que viria a definir a sua obra matura. Trabalhando a partir de 1975 com uma câmara Hasselblad totalmente manual, Mapplethorpe começa a recorrer a exposições longas e composições metodicamente dispostas e ordenadas no seu estúdio para criar retratos, nus e naturezas-mortas, cujos equilíbrio, ordem e conteúdo redefiniram a fotografia como forma artística.

Mapplethorpe tratou todos os seus temas com igual atenção e precisão, desde órgãos sexuais ou arranjos de flores até aos retratos de amigos, amantes, celebridades e colaboradores, transformando a fotografia numa performance controlada entre o artista e o seu sujeito.

Todas as obras de arte expostas são propriedade da Robert Mapplethorpe Foundation, Nova Iorque.

serralv_3Através de… Ana Vieira na Coleção de Serralves

21 setembro a 4 novembro, Casa de Serralves


Ana Vieira, Ambiente, 1972, Col. Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto. Foto Filipe Braga © Fundação de Serralves, Porto

Exposição monográfica de Ana Vieira (Coimbra, 1940 – Lisboa, 2016), uma das artistas mais relevantes da arte portuguesa entre a década de 1960 e a atualidade. Representada na Coleção de Serralves com obras em vários meios – objetos, instalação, fotografia, gravura – que refletem a diversidade da sua prática e o caráter pioneiro da sua crítica aos meios tradicionais da arte, nomeadamente a pintura e a escultura, esta mostra permitirá reavaliar o papel histórico desta artista e perceber a surpreendente atualidade das suas propostas artísticas. Além disso, representa um assinalável regresso da artista a um contexto que sublinha as relações entre espaço doméstico e público, entre interioridade e exterioridade, que caracterizam a sua linguagem artística.  

serralv_1A Coleção Sonnabend: Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part II

Até 23 setembro, Museu de Serralves

Na sequência da apresentação em 2016 de "A Coleção Sonnabend. Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part I”, o Museu de Serralves tem agora patente "A Coleção Sonnabend: Meio Século de Arte Europeia e Americana. Part II”, uma grande exposição dedicada à Coleção Sonnabend,

Criada pela influente galerista Ileana Sonnabend, a Coleção Sonnabend é considerada uma das mais importantes coleções de arte americana e europeia da segunda metade do século XX, e representa alguns dos movimentos fundamentais da arte ocidental dos nossos dias. Embora conhecida sobretudo pelo seu apoio aos protagonistas da arte pop, do minimalismo, da arte povera, do pós-minimalismo e da arte conceptual, Ileana Sonnabend deu continuidade ao seu compromisso até à sua morte em 2007.

A Parte II aborda dois temas presentes na Coleção Sonnabend: o uso da fotografia, desde a Arte Conceptual dos anos 1960 até ao presente; e o trabalho de artistas dos anos 1980 relacionados com a Pop Art, o minimalismo e a arte conceptual. A exposição inclui obras de Gilbert & George, Bernd e Hilla Becher, John Baldessari, Hiroshi Sugimoto, Candida Hofer, Haim Steinbach e Ashley Bickerton, entre outros. Uma apresentação de esculturas de Jeff Koons produzidas entre 1985 e 2012 constituirá uma pequena retrospetiva do icónico artista norte-americano.

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Projetos Contemporâneos: Martine Sysms apresenta Lessons I-CLXXX

Até 30 setembro, Museu de Serralves

Martine Syms (Los Angeles, California, USA, 1988) é uma artista residente em Los Angeles. Recorrendo ao vídeo e à performance, Syms examina representações de negritude e a sua relação com a narrativa, o vernáculo, o pensamento feminista e as tradições raciais. A sua obra engloba temas tão diversos como afro-futurismo, teoria queer, o poder da linguagem e a natureza espiritual da cor púrpura.  

“Projetos Contemporâneos: Martine Sysms apresenta Lessons I-CLXXX”, uma obra em curso constituída por vídeos de trinta segundos – um poema cumulativo cuja estrutura se desenvolve de forma aleatória. Imagens desconexas de experiências e sujeitos que se acumulam num aglomerado de narrativas fragmentárias relacionadas (direta a acidentalmente) com a vida dos negros americanos. Retirados de uma miríade de fontes e contextos – incluindo vídeos do Youtube, programas de televisão dos anos 1980 e material filmado do arquivo pessoal da artista – esses fragmentos autónomos formam um corpus crescente que Syms compila desde 2014.

serralv_5"Anish Kapoor: Obras, Pensamentos, Experiências"

Até 6 janeiro 2019, Museu e Parque de Serralves

Anish Kapoor (Mumbai, Índia, 1954) é um dos mais importantes escultores contemporâneos e a primeira mostra individual em Portugal da sua obra inclui quatro peças distribuídas pelo Parque de Serralves, acompanhadas por uma escultura no museu e 56 maquetas concebidas pelo artista ao longo dos últimos 40 anos.

A exposição reúne uma seleção de trabalhos de exterior representativos da linguagem escultórica de Kapoor, para a qual a materialidade, a escala, o relacionamento com a arquitetura, a paisagem e o observador são fatores constitutivos.

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"Esplanada"

"Esplanada"

21 setembro, 19h, Mercado Bom Sucesso
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A música está de regresso ao Mercado Bom Sucesso. Está aí a segunda edição do "Esplanada", o festival de verão do mercado que promete animar todas as sextas-feiras de agosto e de setembro, a partir das 19h. O acesso é gratuito.

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Sugestões Casa da Música

fado3Fado à Mesa

Sexta, 21 setembro, 20h30, Restaurante | €37,50

Com Cátia de Oliveira, Adriana Paquete e Diogo Aranha

Mensalmente, o Restaurante Casa da Música torna-se uma verdadeira Casa de Fados, em que o fado é “servido à mesa” por intérpretes de eleição, honrando a nossa melhor tradição, mas também a contemporaneidade da canção portuguesa por excelência.

cmusica_7Sinfonia Fantástica

Sábado, 22 setembro, 18h, Sala Suggia | €14-€18

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Brad Lubman direção musical

Johannes Schöllhorn Bach Fantasia BWV 922

Julian Anderson Fantasias

Hector Berlioz Sinfonia Fantástica

17h15, Cibermúsica: Palestra pré concerto por Rui Pereira

A “Sinfonia Fantástica” de Berlioz é, a todos os níveis, um feito extraordinário. É a primeira sinfonia de um jovem estudante, ainda aluno do Conservatório, mas demonstra uma audácia e capacidade de inovação surpreendentes, a par de uma mestria de orquestração genial. Uma outra celebração das sonoridades da orquestra sinfónica é aquela que o britânico Julian Anderson escreveu bem mais recentemente, com a obra “Fantasias”. Recheada de contrastes e com grande variedade de formas, explora a sensação de capricho e de imprevisibilidade que caracteriza historicamente o termo “fantasia”. Schöllhorn assinou já um conjunto de orquestrações contemporâneas de vários contrapontos da “Arte da Fuga” (gravadas em CD pelo Remix Ensemble). A obra que inicia este concerto é uma visita a outra faceta do grande mestre do Barroco, recriando uma obra de carácter tão imaginativo que, nas palavras de Alfred Brendel, “nenhum compasso revela para onde o próximo poderá ir”.

cmusica_8Fantasias Corais

Domingo, 23 setembro, 18h, Sala Suggia | €10-€14

Coro Casa da Música

Paul Hillier direção musical

Giovanni Gabrieli O magnum mysterium      

Carlo Gesualdo Il sol qual or più splende; Moro, lasso, al mio duolo

Johannes Ockeghem Alma redemptoris mater

Gyorgi Ligeti Drei Phantasien

Johannes Ockeghem Missa Prolationem (Kyrie e Gloria)

Pablo Ortiz Ancor che col partire; E ne la face de begli occhi accende

Giovanni Gabrieli O Jesu mi dulcissime

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Olhos Caídos + A Tecedura do Caos + S, 21 a 23 set, Rivoli

rivoliOlhos Caídos + A Tecedura do Caos + S

21 setembro, 21h | 22 setembro, 19h | 23 setembro, 17h, Rivoli Teatro Municipal

No âmbito do Ciclo Tânia Carvalho, apresentado entre janeiro e março em Lisboa pelo Maria Matos Teatro Municipal, São Luiz Teatro Municipal e pela Companhia Nacional de Bailado (CNB), Tânia Carvalho trabalhou pela primeira vez com os bailarinos da CNB num programa constituído por duas peças estreadas na Bienal de Dança de Lyon, em França: “Olhos Caídos” (2010) e “A Tecedura do Caos” (2014), e numa nova criação, “S”, com música original de Diogo Alvim. Este programa reflete o olhar sobre o trabalho da coreógrafa cruzando diferentes territórios de expressão artística. A CNB regressa ao Rivoli para interpretar estas três obras de Tânia Carvalho.

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