Agenda Cultural

Exposições no Museu de Serralves

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serralv_1Ana Manso: Yo-yo
24 fevereiro a 7 maio, Galeria Contemporânea de Serralves

"Yo-yo” é a primeira exposição individual numa instituição museológica da jovem pintora portuguesa Ana Manso. A mostra apresenta pinturas recentes e dois murais executados diretamente nas paredes da Galeria Contemporânea do Museu de Arte Contemporânea de Serralves – espaço que a artista observou meticulosamente e que durante algum tempo se transformou num seu ateliê temporário. As pinturas de Manso apresentam sofisticados jogos entre figura e fundo, opacidades e transparências e exploram as tensões entre abstração e figuração através do recurso a referentes concretos, que a artista recolhe das mais diversas fontes, desde pormenores arquitetónicos e decorativos que encontra na paisagem urbana, imagens recolhidas em revistas e livros, detalhes de pinturas e desenhos alheios.
Organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves e comissariada por Ricardo Nicolau, curador e adjunto da direção do Museu, a exposição "Yo-yo” está integrada no programa Projetos Contemporâneos – uma plataforma dinâmica para a apresentação de obras de artistas, emergentes ou estabelecidos, que desenvolvem em diferentes disciplinas novas formas de arte relevantes para uma geração mais jovem.

serralv_2Philippe Parreno: A Time Coloured Space
Até 7 maio, Museu de Serralves

© Andrea Rossetti

Esta é a primeira mostra do artista francês Philippe Parreno (Orã, Argélia, 1964) em Portugal. Parreno, que é também realizador, tem uma relação especial com o Porto desde que aqui rodou o seu filme "C.H.Z” (Continuously Habitable Zones), para o qual criou o cenário uma paisagem extraterrestre nos terrenos de uma propriedade privada perto de Famalicão, a norte do Porto.
Esta exposição de grande escala, que pode ser vista como um mapeamento do trabalho de Parreno desde os anos 1990, é estruturada à volta das ideias de série e de repetição. Entre os trabalhos incluídos na exposição estão instalações das suas "Speech Bubbles” (1997 até à atualidade), balões de hélio inspirados nas "Silver Clouds” (1966) de Andy Warhol com a forma de desenhos animados que flutuam rente ao teto; “Fraught Times: For Eleven Months of the Year it´s an Artwork and then December it´s Christmas” (2008), uma série de 11 esculturas moldadas como árvores de Natal cobertas de neve com uma evocação do poeta espanhol Federico Garcia Lorca; e mais de 180 dos extraordinários desenhos a tinta de Parreno que formam a série “Fireflies”, criada num período de quatro anos.

serralv_6Joan Miró: Materialidade e Metamorfose
Até 4 junho, Casa de Serralves

As obras de Joan Miró, propriedade do Estado Português, são mostradas ao público pela primeira vez na Casa de Serralves. A exposição é comissariada por Robert Lubar Messeri, destacado especialista mundial na obra de Miró, e tem projeto expositivo de Álvaro Siza Vieira.
A mostra abarca um período de seis décadas da carreira de Joan Miró, de 1924 a 1981. Debruçando-se de forma particular sobre a transformação das linguagens pictóricas que o artista catalão começou a desenvolver em meados dos anos 1920, aborda as suas metamorfoses artísticas nos campos do desenho, pintura, colagem e trabalhos em tapeçaria.
O pensamento visual de Miró, o modo como trabalha com sensações que variam entre o táctil e o ótico e os processos de elaboração das suas obras são observados em detalhe.
A exposição incluirá cerca de 80 obras de Joan Miró (do conjunto das 85 obras da Coleção) na sua maioria desconhecidas do público, incluindo seis das suas pinturas sobre masonite de 1936 e também seis sobreteixims de 1973.
 

Urban Market - Explore. Enjoy. Mix. Repeat.

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Urban Market - Explore. Enjoy. Mix. Repeat.
24, 25 e 26 fevereiro, 11h às 18h, Praça das Cardosas

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O Urban Market está de regresso à Praça das Cardosas.

Filhos das Mães, 24 e 25 fev, 19h, Teatro Municipal Campo Alegre

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teatro_camp_alegre9Filhos das Mães
24 e 25 fevereiro, 19h, Teatro Municipal Campo Alegre

Os mortais que não sabem o que é ter filhos são mais felizes do que aqueles que são pais. Pois não sabemos se os filhos trazem alegria ou amargura e a sua ausência poupa aos mortais muitas penas. Mas vejo que aqueles que têm no seu lar uma doce floração de filhos gastam em cuidados o tempo todo da sua vida. Primeiro têm de os educar com dignidade e têm de lhes deixar alguma coisa para seu sustento. E têm em sua frente o desconhecido: pois não sabem se se sacrificam por naturezas boas ou medíocres.
in Medeia by Euripides

“Filhos das Mães” é o espetáculo subsequente de “Consegues ver os teus pés?”, uma ideia original de Flávia Gusmão para seis atrizes grávidas, que estreou no Teatro Taborda em maio de 2014 sob a direção de Martim Pedroso e produção da Nova Companhia. Se o primeiro espetáculo era uma divagação poético-dramática sobre como o estado gestacional influi direta e indiretamente na representação de seis atrizes grávidas, o espetáculo que se segue aborda, agora com os filhos todos nascidos, um monumento poético e político à filiação e responsabilidade. Como é que as mesmas atrizes se posicionam no teatro após a experiência de serem mães? O que é que os filhos acrescentam a estas mães? E o que é que este espetáculo acrescenta ao próprio teatro?

Sugestões Casa da Música

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casamusica_logo
Rossano Snel
Sexta, 24 fevereiro, 22h, Café Casa da Música | Entrada Livre

cmusica_24Brad Mehldau Trio
Sábado, 25 fevereiro, 21h30, Sala Suggia | €32
Brad Mehldau piano
Larry Grenadier contrabaixo
Jeff Ballard bateria

De Brad Mehldau já muito foi dito: soberbo na sua formação e técnica clássica, é alguém que transforma standards de jazz em fugas bachianas; que transforma êxitos de rock nas mais brilhantes composições de jazz; que tem dois cérebros; que não é deste mundo. Brad Mehldau é sem sombra de dúvida um dos nomes mais consensuais do jazz contemporâneo e um dos mais brilhantes compositores e pianistas das últimas décadas. O regresso a Portugal em trio com Jeff Ballard e Larry Grenadier acontece num concerto absolutamente imperdível na Casa da Música.

Jan Weigel
Sábado, 25 fevereiro, 22h, Café Casa da Música | Entrada Livre

orq_cdmConcerto de Carnaval
Domingo, 26 fevereiro, 18h, Sala Suggia | €16 - €18
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Jan Wierzba direção musical
Surpresa aspiradores
Malcolm Arnold Four Scottish Dances, op.59
Malcolm Arnold A Grand, Grand Overture, op.57, para aspiradores e orquestra
William Walton Façade: Suite nº 1
Rodney Bennett Murder in the Orient Express
John Barry James Bond Suite
Henry Wood – Excerto da Fantasia on British Sea Songs

É Carnaval, ninguém leva a mal! É que a Orquestra Sinfónica vai mesmo tocar “A Grande, Grande Abertura para aspiradores e orquestra” de Malcolm Arnold. No mesmo espírito irreverente que sempre marca presença nos concertos de Carnaval, escutaremos “Façade”, de William Walton. E para que não faltem sugestões para os disfarces que desfilam no palco e na Sala Suggia, o concerto encerra com bandas sonoras de dois grandes sucessos do cinema.

Dias com Energia

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dias_com_energiaDias com Energia
Aos sábados, Jardins do Palácio de Cristal

Durante todo o ano, o programa Dias com Energia apresenta aulas  de pilates, yoga e tai chi aos sábados de manhã, nos Jardins do Palácio de Cristal.
O acesso mantém-se livre para toda a população.

Sábados: Jardins do Palácio de Cristal
- Pilates: das 9h às 10h
- Yoga: das 10h às 11h
- Tai chi: das 11h às 12h

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