Sugestões Casa da Música

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cmusica_25Te Deum
Sexta, 19 janeiro, 21h, Sala Suggia | €22-€28
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Coro Casa da Música

Baldur Brönnimann direção musical
Eduarda Melo soprano
Elisabeth Kulman meio-soprano
Robert Murray tenor
Frode Olsen barítono
Franz Schubert Ständchen, de Schwanengesang
Franz Schreker Abertura Die Gezeichneten
Georg Friedrich Haas Dark Dreams (estreia em Portugal)
Gustav Mahler Blumine
Anton Bruckner Te Deum

A Orquestra Sinfónica junta-se ao Coro Casa da Música e a um elenco internacional de solistas para a interpretação do “Te Deum” de Bruckner. O compositor considerava-o o orgulho da sua vida e Mahler chamava-lhe “Te Deum para as vozes dos anjos, abençoado pelo céu, para corações castigados e almas purificadas no fogo.” O concerto tem início com a versão orquestral do Canto do Cisne, a belíssima canção de Schubert mundialmente conhecida, e conta com a estreia em Portugal de uma obra de Georg Friedrich Haas, Compositor em Residência 2018: Dark Dreams.
A paisagem sonora que Haas cria através dos recursos orquestrais é verdadeiramente surpreendente e remete o ouvinte para ambientes cinematográficos e pictóricos fantásticos.

cmusica_26In Vain
Sábado, 20 janeiro, 18h, Sala Suggia | €11-€15
Remix Ensemble Casa da Música
Peter Rundel direção musical
Georg Friedrich Haas In Vain

O New York Times descreveu “In Vain” como “ondas de sons lindos e opulentamente estranhos que parecem o resultado de forças sobrenaturais”, acrescentando que era difícil acreditar que todos aqueles sons provinham de instrumentos acústicos e não de eletrónica e classificando como uma obra-prima a composição de Georg Friedrich Haas – Compositor em Residência 2018. A reação da crítica internacional foi unânime em declarar esta grandiosa e ambiciosa peça, com duração superior a uma hora e efeitos de luz em estreita ligação com a música, como uma das grandes criações do novo milénio. O aclamado maestro Simon Rattle afirmou que não existe nenhuma outra obra que se compare, fazendo de “In Vain” um extraordinário exemplo de inovação em música e uma peça que, apesar da sua novidade, é já um objeto de culto.

cdmMozart no Coração
Domingo, 21 janeiro, 18h, Sala Suggia | €16-€20
Orquestra Barroca Casa da Música
Coro Casa da Música
Paul McCreesh direção musical
Huw Daniel violino
W. A. Mozart Te Deum laudamus
W. A. Mozart Concerto para violino nº 1
Joseph Haydn Sinfonia nº 49, La passione
W. A. Mozart Ave Verum Corpus

Mozart e Haydn não podiam deixar de estar em destaque na Abertura Oficial do Ano Áustria, num concerto que assinala a estreia na Casa da Música do prestigiado maestro britânico Paul McCreesh, fundador e diretor artístico do Gabrieli Consort & Players. Num programa repleto de obras-primas e que reúne em palco a Orquestra Barroca e o Coro Casa da Música para a interpretação do “Te Deum” e do “Ave Verum” de Mozart, o violinista britânico Huw Daniel dá início à Integral dos Concertos para Violino de Mozart que decorre ao longo de 2018. Mozart escreveu os cinco concertos para violino antes de completar vinte anos de idade. O primeiro constitui um exemplo notável do estilo galante, recorrendo a efeitos brilhantes para o solista e a um lirismo melódico imediatamente cativante.
A Sinfonia La passione, de Haydn, remete-nos para o ambiente da Paixão de Cristo, sendo um exemplo notável da estrutura da sonata da chiesa no repertório sinfónico e uma peça que se insere perfeitamente no contexto da música sacra em programa.

cmusica_3Luísa Tender
Terça, 23 janeiro, 19h30, Sala 2 | €10
Luísa Tender piano
João Domingos Bomtempo Sonatas op. 1, op.9 nº 1, op. 13 e op. 18 nº 2

João Domingos Bomtempo foi o maior compositor português da sua era e um virtuoso do piano reconhecido à escala europeia, continente onde a sua obra foi sobejamente conhecida. Num recital monográfico inteiramente dedicado à sua música para piano, Luísa Tender regressa à Casa da Música para dar a conhecer sonatas e variações de Bomtempo, dois dos géneros mais significativos da música para piano no Classicismo e Romantismo, estilos em que a própria escrita do virtuoso português estabelece um modelo de transição.

cmusica_27Myles Sanko
Quarta, 24 janeiro, 21h30, Sala 2 | €20

Conhecido pelo seu poder e fantástica performance ao vivo, juntamente com os 7 elementos que compõem a sua banda, Myles traz a Portugal o álbum “Just Being Me”, bem como temas dos dois álbuns anteriores.
Myles Sanko começou a sua carreira musical como cantor e rapper acompanhando DJ’s em discotecas. Myles Sanko gravou o seu álbum de estreia, “Born In Black & White”, em 2013. Sem qualquer distribuição ou marketing, o disco vendeu tão bem que Myles rapidamente se apercebeu que estava a criar algo bom. A confirmação veio com o sucesso alcançado com o crowdfunding de apoio à produção do segundo álbum “Forever Dreaming”. A palavra passou rapidamente até Gregory Porter que o convidou para a sua digressão.
Ao terceiro álbum, “Just Being Me”, Myles Sanko regressa às origens. Nas palavras do artista, "este álbum é sobre amor, esperança e política, e tem um pedaço de mim em cada parte. Tanto é sobre mim enquanto ser humano, como sobre partilha e entreajuda". Myles acrescenta que optou por “uma produção clássica de jazz”, mas manteve-o com soul e groove, uma vez que queria capturar a sua “jornada musical desde a passagem pelo hip-hop até à descoberta da soul e, mais recentemente, do jazz”.

cmusica_4Príncipe
Quarta, 24 janeiro, 21h30, Café Casa da Música | Entrada livre

O Príncipe é português. Em 2013 lançou a primeira música, ‘Dois Terços Do Que Sei’, que viria a ser incluída na colectânea Novos Talentos Fnac desse ano. Em 2016 vê o EP homónimo a ser editado e em 2017 lançou o disco de estreia “A Chama e o carvão”. “Estamos perante um sólido álbum de apresentação. Bem pensado e que consegue ter uma construção fluida entre todas as músicas. Ficamos com a sensação que tudo encaixa. Príncipe abre-nos ao seu mundo e depois cabe ao ouvinte escolher se quer entrar nele.” (Punch Magazine)

cmusica_5Miguel Ângelo Quarteto
Quinta, 25 janeiro, 22h, Café Casa da Música | Entrada livre
Miguel Ângelo contrabaixo e composição
João Guimarães saxofone
Joaquim Rodrigues piano
Marcos Cavaleiro bateria

Miguel Ângelo Quarteto apresenta “A Vida de X”, o segundo álbum do projeto e que conta com dez temas inspirados em personagens fictícias e em histórias imaginárias ou reais. A proposta do quarteto é a de que cada ouvinte crie a sua própria visão, dando uma nova vida a estas vidas emaranhadas.

cmusica_28Portugal XXI
Sábado, 27 janeiro, 18h, Sala Suggia | €14-€18
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Quarteto de Cordas de Matosinhos

Pablo Rus Broseta direção musical
Romain Garioud violoncelo
Digitópia Collective eletrónica
Clotilde Rosa Paisagem Interior
Carlos Caires All-in-one expanded, para orquestra e banda magnética
Isabel Soveral Anamorfoses, para violoncelo e orquestra
Pedro Amaral Deux portraits imaginaires
António Pinho Vargas Tríptico, para quarteto de cordas e orquestra

Cinco dos compositores mais significativos das últimas décadas em Portugal num concerto inteiramente dedicado à música portuguesa e onde sobressaem encomendas da Casa da Música e da Câmara Municipal de Matosinhos. O programa conta com a direção do jovem maestro espanhol Pablo Rus Broseta, recentemente nomeado para associado de Gustavo Dudamel na Filarmónica de Los Angeles, com o violoncelista francês Romain Garioud, premiado do Concurso Tchaikovski que faz a estreia mundial de uma obra de Isabel Soveral, e ainda com o Quarteto de Cordas de Matosinhos que desempenha o papel de solista no Tríptico de António Pinho Vargas.
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