Sugestões Casa da Música

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cmusica_19Lola Lola

Quarta, 25 abril, 21h30, Café Casa da Música | Entrada livre

Com raízes no sempre pulsante e inovador movimento criativo da cidade do Porto, os Lola Lola formaram-se em 2014, fruto da junção de um trio já muito experimentado nas lides musicais: Tiago Gil (guitarra), Miguel Lourenço (baixo) e Hélder Coelho (bateria), todos ex-Os Tornados, aos quais se acrescentou um pujante sax barítono e a desconcertante voz de Carla Capela, conhecida da noite portuense como DJ Just Honey. Alimentados pelo universo musical das décadas de 50 e 60 e inspirados pelo R&B/Popcorn, 60’s Beat e Rock and Roll, os Lola Lola assinaram contrato, no início de 2015, por uma das mais importantes e prestigiantes editoras independentes da Europa, a espanhola Sleazy Records, que lançou os singles “Money in the Can” (2015), “Sweet Lovin’” (2016) e o mais recente double-sider “Voodoo Man/VoodooWoman”(2018).

cmusica_20Orquestra Bamba Social & Tiago Nacarato

Quarta e quinta, 25 e 26 abril, 21h30, Sala Suggia | €12-€15

A paixão pelo samba juntou este coletivo de músicos luso-brasileiros que revisitam os clássicos da música brasileira desde os anos 30 até aos dias de hoje, acrescentando-lhes novas sonoridades. Bamba Social é acima de tudo um conceito que revive os anos dourados da boémia carioca, onde a música, a dança e o convívio se fundiam em alegres bailes. Este espetáculo único marca a estreia do projeto na Casa da Música, num novo formato, com a apresentação de canções originais para além dos temas mais badalados. A este concerto juntam-se vários convidados, entre os quais o cantor Tiago Nacarato, parceiro habitual da Orquestra Bamba Social que vem fazendo também um percurso musical a solo em grandes salas nacionais e no programa televisivo The Voice.

cmusica_21Entr’Amis Quartett

Quinta, 26 abril, 22h, Café Casa da Música | Entrada livre

Cláudio Vaz piano

Herlander Sousa flauta

Jané Mendes contrabaixo

Micael Lourenço percussão

Criado com o intuito de fazer música estilisticamente diversa, Entr’Amis Quartett é constituído por músicos de formação clássica que pretendem explorar repertório pouco interpretado nos dias de hoje, num estilo de fusão jazz/música erudita. Neste concerto, focam-se na música do compositor e pianista francês Claude Bolling, um repertório pouco conhecido do público em geral.

cmusica_22Fernando Tordo

Sexta, 27 abril, 21h30, Sala Suggia | €20

Em 2018, Fernando Tordo assinala 70 anos de vida e 50 de canções, sendo o mote para o regresso de um dos autores essenciais da música portuguesa aos grandes palcos. Num concerto intimista, o músico revisita um repertório infindável, repleto de canções eternas que, de modo desassombrado, ousaram moldar os tempos.

cmusica_23Isaac e Pärt

Domingo, 29 abril, 18h, Sala Suggia | €10-€14

Coro Casa da Música

Paul Hillier direção musical

Heinrich Isaac Natalis Domini: Puer natus est

Arvö Pärt Magnificat

Heinrich Isaac Epiphania Domini: Ecce advenit

Arvö Pärt Nunc Dimittis

Heinrich Isaac Hora e di Maggio; Innsbruck ich muss dich lassen; Alla battaglia

Arvö Pärt And I heard a voice…

Heinrich Isaac Assumptio Mariae: Gaudeamus omnes

Arvö Pärt Virgencita

Heinrich Isaac Virgo Prudentissima

O Coro Casa da Música explora neste concerto a grande influência da música renascentista em dois compositores muito distintos: Anton Webern e Arvo Pärt. O primeiro dedicou a sua tese de doutoramento ao flamengo Heinrich Isaac (1450-1517) e editou o segundo livro do monumental Choralis Constantinus, um ciclo de motetes para o próprio da missa de todo o ano eclesiástico. O maestro Paul Hillier selecionou para este programa alguns destes motetes, nos quais, segundo Webern, "o cantochão é moldado na polifonia criando uma unidade perfeita — um exemplo da arte mais elevada". Estes são intercalados com música sacra de Arvo Pärt, compositor estónio que desenvolveu o seu estilo pessoal, a que chamou 'tintinnabuli', com base no estudo de vários aspetos da música antiga.

cmusica_24A Nossa Guitarra

Terça, 1 maio, 19h30, Sala 2 | €10

Henrique Fraga guitarra de Coimbra

Marco Matos guitarra clássica

A Nossa Guitarra é um projeto de divulgação da guitarra de Coimbra e da sua música, sempre acompanhada pela guitarra clássica como uma parte de si. Traz a palco alguns dos temas mais desafiantes alguma vez compostos para esta combinação de instrumentos – dos clássicos de Carlos Paredes, como “Verdes Anos” e “Divertimento” ou as desafiantes “Danças Portuguesas” e “Variações em Ré menor”, até às composições originais como “Ao Fundo do Túnel”, “Pequeno Nada”, “Máquina do Tempo” e “Além do Rio”. O primeiro disco de originais do duo parte da música inspirada nas influências tradicionais mais relevantes para estes instrumentos e estende-se a um inesperado universo de outros estilos musicais.

cmusica_25João Bosco

Quarta, 2 maio, 22h, Sala Suggia | €35-€40

João Bosco é um dos nomes maiores da música popular brasileira. De regresso à Casa da Música, onde atuou em 2009, apresenta-se num concerto que celebra os seus 70 anos e reúne grandes sucessos como "Corsário", "Quando o Amor Acontece", "Jade" e "Papel Machê", e ainda canções do seu novo álbum, Mano Que Zuera, lançado nas plataformas físicas e digitais (MPB Discos/Som Livre). João Bosco nasceu em Ponte Nova, Minas Gerais, mas já vive há muitos anos no Rio de Janeiro. As suas canções conquistaram o mundo e foram gravadas por outros grandes nomes da MPB, como Elis Regina, Tom Jobim e Chico Buarque.

cmusica_26Prémio Novos Talentos Ageas 2017

Sábado, 5 maio, 18h, Sala Suggia | €10

Concerto dos Finalistas

Manuel Araújo piano

Maurice Ravel Une barque sur l’océan

Franz Liszt Rapsódia espanhola

Horácio Ferreira clarinete

C. M. von Weber Grand Duo Concertant op.48

B. Kovács Shalom Aleichem, Rov Feidman

À la joie Trio

Marina Pacheco soprano

Tiago Matos barítono

Pedro Costa piano

George Gershwin “Summertime”; “They Can’t Take That Away From Me”; “Let’s Call The Whole Thing Off”; “By Strauss”; “I Got Plenty O’ Nuttin” e “Bess, You Is My Woman Now”(medley)

Gioachino Rossini Dueto “Dunque io son” da ópera O Barbeiro de Sevilha

Ao longo de 2017, o público da Casa da Música votou nos seus músicos e projetos preferidos, em cerca de duas dezenas de concertos de terça-feira ao fim da tarde. Com o objetivo de premiar o trabalho de jovens músicos com idade até 35 anos e de nacionalidade portuguesa ou residência em Portugal, de todos os géneros musicais, o Prémio Novos Talentos Ageas, uma parceria da seguradora com a Casa da Música, chega agora ao seu ponto culminante com a final disputada entre os três candidatos que obtiveram melhor classificação.

cmusica_27Banda Sinfónica Portuguesa

Domingo, 6 maio, 12h, Sala Suggia | €10

José Rafael Pascual Vilaplana direção musical

Johan de Meij Spring

Jorge Salgueiro Primavera

Igor Stravinski Sagração da Primavera

Desde sempre inspiração para artistas de todo o mundo, a Primavera representa o impulso da vida, a força que faz brotar a energia vital da terra. A Banda Sinfónica Portuguesa apresenta um programa inteiramente preenchido por obras nela inspiradas. A abertura do holandês Johan de Meij recorre a duas melodias do folclore tradicional sueco e capta o mágico despertar da Primavera na Suécia. Na ”Primavera” de Jorge Salgueiro podemos escutar o renascer de mais um ciclo, os elementos que brotam da terra e os animais que saem das tocas ansiosos por saudar a vida. Com génese na música tradicional russa, a “Sagração da Primavera” permanece como um marco da história da música do século XX, representando uma rutura com cânones anteriores da composição e assumindo-se como símbolo dos novos caminhos.

cmusica_28Quarteto de Cordas de Matosinhos

Terça, 8 maio, 19h30, Sala 2 | €10

José Vianna da Motta Quarteto em Mi bemol maior

Luís de Freitas Branco Quarteto de cordas

Joly Braga Santos Quarteto de cordas nº 2 em Lá menor

O Quarteto de Cordas de Matosinhos apresenta um programa centrado em quartetos de juventude de três figuras cruciais da composição em Portugal e celebra os 150 anos do nascimento de Vianna da Motta, o primeiro compositor a procurar uma identidade nacional na sua música. O Quarteto em Mi bemol foi escrito em Berlim, em 1888, quando o célebre pianista e pedagogo contava apenas 20 anos de idade. Sensivelmente a mesma idade tinha Freitas Branco quando compôs o seu quarteto, já depois do abalo que sentira ao contactar com a música de Debussy e com o próprio compositor. A obra é, por isso, fortemente inspirada no impressionismo musical e no simbolismo, com um uso livre da dissonância. A terceira geração deste programa é representada por Joly Braga Santos, que tinha sido aluno de Freitas Branco e contava já quatro sinfonias no seu catálogo quando escreveu este quarteto de cordas, aos 33 anos. Cultivando os ideais neoclássicos e “não desdenhando as conquistas do século XX”, procurava compor de modo a falar “ao homem comum com simplicidade e clareza”.

cmusica_29Helder Moutinho

Quarta, 9 maio, 21h30, Sala 2 | €15

"Escrito no Destino"

Corto Maltese, segundo o seu criador Hugo Pratt, nasceu sem linha da vida. O marinheiro, então, pegou numa faca e traçou o seu próprio destino na palma da mão… A palavra fado, é sabido, descende do termo latino “fatum”, que significa destino. O destino entendido enquanto sorte, futuro, fatalidade, fortuna, sina… Mas também enquanto rumo e direção, caminho e criação, vontade e utopia. Um destino que pode estar escrito em linhas traçadas nas mãos ou nas estrelas, mas que também pode ser inventado e reinventado a qualquer momento e por cada um de nós, agentes do (nosso próprio) destino. O destino não se escreve – é antes um livro em branco onde nós escolhemos escrever – mas pode ser cantado. Helder Moutinho é um fadista que teve o fado como destino, mas que também tem escrito, tantas vezes, qual o destino que quer no (seu) fado.

cmusica_30Fado à Mesa

Sexta, 11 maio, 20h30, Restaurante | €37,5 (inclui jantar)

Mensalmente, o Restaurante Casa da Música torna-se uma verdadeira Casa de Fados, em que o fado é “servido à mesa” por intérpretes de eleição, honrando a nossa melhor tradição, mas também a contemporaneidade da canção portuguesa por excelência.

cmusica_31Áustria: Tradição e Atualidade

Sábado, 12 maio, 18h, Sala Suggia | €14-€18

Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música

Brad Lubman direção musical

Franz Schubert Georg Friedrich Haas Torso

Georg Friedrich Haas Natures Mortes

Alban Berg Três peças para orquestra, op.6

17h15, Cibermúsica: Palestra pré concerto por Daniel Moreira

Num período de crise pessoal, o compositor austríaco Georg Friedrich Haas teve a sensação de que os mesmos acontecimentos se sucediam de forma recorrente na sua vida. “Natures Mortes” é um reflexo dessa sensação e divide-se em três fases, cada uma caminhando em espiral novamente para o início. Procurando sempre territórios inexplorados a cada nova obra, as criações do Compositor em Residência na Casa da Música têm, ainda assim, raízes firmes na tradição. A profunda admiração que tem por Schubert levou-o a escrever “Torso”, uma orquestração da inacabada Sonata para piano em Dó maior, D. 840. Também as Três peças para orquestra de Alban Berg são uma homenagem, neste caso ao seu professor Arnold Schoenberg. Obra marcante da Segunda Escola de Viena, concilia o atonalismo com a arquitetura das grandes formas tardo-românticas sob inspiração de Mahler.

cmusica_32John Scofield

Domingo, 13 maio, 21h, Sala Suggia | €16-€20

John Scofield guitarra

Gerald Clayton órgão e piano

Vicente Archer baixo

Bill Stewart bateria

Quando John Scofield decide gravar um novo disco, nunca se sabe bem o que esperar a não ser música de extremo bom gosto e enorme criatividade. Pioneiro do jazz-rock desde os tempos em que acompanhou Miles Davis, já o ouvimos abordar o funk, o blues, o disco, o R&B e muito mais – embora sempre com um enfoque no jazz. Em “Country For Old Men”, disco lançado em 2016 e premiado com um Grammy Award na categoria de “melhor disco de jazz instrumental”, Scofield dá asas à sua predileção pela música de autores icónicos como George Jones, Hank Williams, Merle Haggard, Dolly Parton e Bob Wills. As sonoridades country encontram assim o fraseado quente e pioneiro de John Scofield, sempre disposto a mergulhar profundamente em novos universos e a arrastar consigo os ouvintes

cmusica_33Victor Pereira e Vítor Pinho

Terça, 15 maio, 19h30, Sala 2 | €10

Victor Pereira clarinete

Vítor Pinho piano

Obras de Alban Berg, Jonathan Harvey, Luís Carvalho, Jörg Widmann e Paulo Perfeito

Victor Pereira e Vítor Pinho partilham regularmente o palco nas principais salas portuguesas e também além-fronteiras, nomeadamente no âmbito da sua colaboração com o Remix Ensemble. Foi, assim, com naturalidade que surgiu a oportunidade para se apresentarem em duo, tendo entretanto tocado no Encontro Nacional de Clarinetistas 2014 e na Academia Ibero-Americana do Clarinete 2016. A formação de clarinete e piano despertou o interesse de grandes compositores desde o Romantismo até aos nossos dias. A predileção destes dois músicos pelas criações contemporâneas leva-os a apresentar neste recital obras de compositores consagrados do século XX e atuais, com especial atenção à música portuguesa. O programa reflete justamente essa simbiose entre tradição e atualidade, englobando um conjunto de obras de carácter lírico e virtuoso que permitem apreciar a grande versatilidade desta formação.

cmusica_34Viviane canta Piaf

Quinta, 17 maio, 21h30, Sala 2 | €15

Doze anos após ter iniciado a sua carreira a solo, Viviane acaba de editar um novo CD inteiramente dedicado à cantora Édith Piaf. “Viviane canta Piaf” inclui temas como “La vie en rose“, “Padam, padam...“, “Non, je ne regrette rien”, “Sous le ciel de Paris”, “Milord” ou “Mon Dieu”, marcados por histórias de amor e tragédia. Um concerto emocionante que leva o público aos longínquos anos 40-50 num ambiente bem parisiense. A acompanhar Viviane estará Tó Viegas (guitarra acústica e guitarra portuguesa), João Gentil (acordeão), Filipe Valentim (piano), Bruno Vítor (contrabaixo) e João Vitorino (guitarra elétrica).

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