Agenda Cultural

Serões da Bonjóia: “191 – Memórias de um Soldado em Angola” de Onofre Varela

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Ciclo da Sociedade
“191 – Memórias de um Soldado em Angola” de Onofre Varela
Por Álvaro Vila Verde e Onofre Varela

Quinta-feira, 30 de março, às 21h15

“Eis a(s) história(s) de um 'militar que se encontrou no teatro de guerra sem ter estudado a peça nem nunca ter querido ser ator naquela companhia...', tal como muitos dos que eram obrigados a partir e formar parte ativa na Guerra Colonial, neste caso, em Angola entre 1965 e 1968. Um singular soldado que sentia estar a usar as armas do lado errado da barricada, fronteira entre a vida e a morte, e cujos episódios narra de forma ágil e realista enquanto nos descreve de forma visual todo o cenário de operações”. Sinopse do livro “191 – Memórias de um Soldado em Angola"
 

Noite de Outono, 30 mar a 1 abril, Rivoli

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rivoli9Noite de Outono
30 e 31 março, 21h30 | 1 abril, 19h, Teatro Municipal Rivoli

"Noite de Outono", a primeira de quatro noites da “Tetralogia das Estações” do dramaturgo Luís Mestre, é uma celebração de um corpo em fim de linha, em perda irremediável de si mesmo.
Um homem de teatro, isolado, fragmentado, já sem forças, em plena crise das suas faculdades criativas, tem momentaneamente por companhia e testemunha inesperada uma jovem mulher. Este noturno é atravessado por diferentes momentos de perturbação e deslocamento: um encontro entre a arte, com o seu sacrifício e violência, e a vida mundana, repleta de acontecimentos banais. Neste drama íntimo irá encontrar nostalgia, fotografia, música, Eurípides, recortes do quotidiano e rompimentos de alguns tratados canónicos.

Texto e encenação Luís Mestre
Interpretação Ana Moreira, António Durães
Cenografia Ana Gormicho
Desenho de luz Joana Oliveira
Figurinos TNE
Operação de luz Joana Oliveira
Produção Patrícia Vale
Crédito de fotografia TNE
Coprodução Teatro Municipal do Porto, Teatro Nova Europa

Conversa pós-espetáculo com Rossana Mendes Fonseca (fotógrafa e escritora): 30 março

Sugestões Casa da Música

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Sexteto Valentim de Carvalho
Quinta, 30 março, 22h, Café Casa da Música | Entrada Livre

cmusica_16Sinfonia nº 2 de Rachmaninoff
Sexta, 31 março, 21h30, Sala Suggia | €30-€22
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Baldur Brönnimann direção musical
Sergei Rachmaninoff Sinfonia nº 2

A maior e mais conhecida sinfonia de Rachmaninoff sob a direção do maestro titular da Orquestra Sinfónica Casa da Música, o suíço Baldur Brönnimann. A popularidade da Sinfonia nº 2 é apenas superada pela fama dos concertos para piano do compositor russo, permanecendo como uma das grandes sinfonias no repertório frequente das orquestras mundiais. Obra de grandes dimensões, muito bem orquestrada, encontra no seu Adagio a melhor e mais inconfundível manifestação da verve melódica de Rachmaninoff, terminando com uma fulgurante manifestação de energia que não deixa nenhum ouvinte indiferente.

Luca Argel
Sexta, 31 março, 22h, Café Casa da Música | Entrada Livre

cmusica_1Criatura
Sábado, 1 abril, 22h, Sala 2 | €10

Um ano após “Aurora”, o primeiro álbum, a Criatura estreia-se no Porto para celebrar a continuidade de um trabalho dedicado que tem dados frutos à música popular portuguesa dentro e fora de palcos. Considerada pela imprensa uma das mais promissoras referências no espectro das sonoridades tradicionais, a Criatura vê o público a crescer a cada chamada para ir bater o pé. No concerto desvendam-se ainda os novos temas de um segundo disco que se avizinha. Contos sobre lobos, lobbies, homens, mulheres, noivas e casamentos.

LINCE

Sábado, 1 abril, 22h, Café Casa da Música | Entrada livre

cmusica_17Rachmaninoff em Concerto
Domingo, 2 abril, 12h, Sala Suggia | €10
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Baldur Brönnimann direção musical
Concerto comentado por Gabriela Canavilhas
Sergei Rachmaninoff Sinfonia nº 2

Será que cada compositor tem uma forma única de escrever, uma espécie de letra simultaneamente reconhecível e inconfundível? Como se detetam esses sinais que nos fazem reconhecer imediatamente quem é o autor da música que estamos a ouvir? Ao longo deste concerto comentado por Gabriela Canavilhas vamos ao encontro de um dos compositores que criou um estilo de composição mais individual, ficando a conhecer em pormenor os temas e detalhes de orquestração da sua sinfonia mais célebre.

cmusica_18Tais Quais
Domingo, 2 abril, 21h, Sala Suggia | €25

O Alentejo ocupa a grande espaço do reportório deste grupo formado por João Gil, Vitorino, Tim, Vicente Palma, Celina da Piedade, Paulo Ribeiro e Sebastião. As violas, o acordeão, a percussão, quem sabe uma viola campaniça e um coro de arrepiar. Mas, pelo meio, há também Jorge Serafim, conhecido contador de histórias, que aqui aparece como o anfitrião de um lugar ficcional chamado A Venda do Isaías, e que partilha as suas pérolas de sabedoria desfiando histórias, anedotas, contos populares.
A música não é apenas a música, neste caso. Fala por toda uma região. E, por isso, não começa ao primeiro acorde e não termina com os aplausos, não vive na prisão dessas regras ditadas pelos palcos. Vive destas trocas espontâneas, que é lançada por um e agarrada pelos restantes, mas que pode ser atravessada por um relato que Isaías/Serafim vai buscar ao baú da sua sabedoria popular. Seguem-se umas às outras, músicas e histórias, da mesma maneira que a mesa parece estar sempre repleta.
Os Tais Quais prometem espalhar a sua música pelo país. E fazer novos amigos pelo caminho. Eles que se juntem. A mesa está posta.

Sombras Brancas | À Procura do Lugar Feliz, Teatro Municipal Campo Alegre

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teatro_camp_alegre4Quintas de Leitura
Sombras Brancas

30 março, 22h, Teatro Municipal Campo Alegre

O poeta Jorge Sousa Braga verteu para português 78 poemas de autores de todo o mundo sobre um tema inusitado: os anjos.
Um trabalho admirável e cirúrgico que será objeto de uma conversa entre Jorge Sousa Braga e Fernando Alves, prestigiado radialista da TSF e autor de “Sinais”, programa que revolucionou a forma de dizer e fazer rádio em Portugal. A sessão, intitulada “Sombras Brancas”, revelará, nas vozes de Clara Andermatt, Crista Alfaiate e João Paulo Costas, poemas de autores como Wislawa Szymborska, Roger McGough, Lawrence Ferlinghetti, Bertold Brecht, Heiner Muller, Jacques Prévert, entre muitos outros. O Campo Alegre servirá de palco a um momento de dança no varão e à expressividade de Natasha Semmynova (drag queen, performer e cantora). E no fim disto tudo, a presença de Lula Pena. Uma voz e uma guitarra desafiando o silêncio. Temas de “Phados” e “Troubador” no repertório.

teatro_camp_alegre10À Procura do Lugar Feliz
31 março, 21h30, Teatro Municipal Campo Alegre

"À Procura do Lugar Feliz" aborda a vulnerabilidade e pulsão sexual da condição humana entre a repressão e a liberdade.
Personagem (sem nome): A construção de uma identidade anónima num lugar de distração e/ou Personagem (sem nome): A ocultação de uma identidade num lugar de distração e/ou Personagem (sem nome): O corpo enquanto recetáculo de várias identidades num lugar de distração. Que lugar é este? Que direito há ao desejo?

Direção artística e interpretação Fábio Lopes
Desenho de luz Eduardo Pousa
Apoio à residência Companhia Instável

Teatro Municipal Campo Alegre
Rua das Estrelas s/n
4150-762 Porto

Orquestra Jazz de Matosinhos, 30 mar, Teatro Municipal Constantino Nery

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cine_teatro_const_nery4Orquestra Jazz de Matosinhos convida... pianista Gonçalo Moreira
30 março, 22h, Teatro Municipal Constantino Nery

No dia 30 será a vez de a Orquestra Jazz de Matosinhos subir ao palco para mais um concerto dedicado aos novos talentos do jazz nacional.
O pianista de Coimbra, Gonçalo Moreira, é o solista convidado.
Ao vivo, o pianista e a big-band vão interpretar um tema original de Gonçalo Moreira, "Poema à Mãe"; dois temas originais de Carlos Azevedo que remontam aos primeiros anos da OJM, "Does It Matter" e "Pipiwipi"; uma composição de João Paulo Esteves da Silva, "Bela Senão Sem"; o icónico "Zhivago", de Kurt Rosenwinkel; "Hang Gliding", de Maria Schneider; dois temas de Jim McNeely, pianista e compositor da histórica Vanguard Jazz Orchestra, "We Will Not Be Silenced" e "Extra Credit" e ainda "The Orb" e "Arcata", resultado da recente parceria com o pianista Fred Hersh.
O ciclo Novos Talentos, cuja missão é revelar alguns dos melhores solistas da nova geração do jazz português, começou em 2014 e o instrumento eleito foi a voz. Sofia Ribeiro foi a primeira cantora convidada, a que se seguiu, em 2015, Rita Maria. No final desse ano ainda houve tempo para o saxofone de Ricardo Toscano, e 2016 começou com João Mortágua. Com Mané Fernandes as atenções viraram-se para a guitarra, no final do ano passado, e 2017 começa ao piano, com Gonçalo Moreira.

cine_teatro_const_neryAs Criadas
8 abril, 21h30, Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery

“'As Criadas' são o Genet marginal, o Genet órfão, o Genet perverso e politicamente controverso, o autor que resiste a definições. Talvez a grande força e beleza da obra do autor resida mesmo no facto de ela resistir a todas as interpretações e definições; que ela nos iluda através das suas relações íntimas com o percurso pessoal do autor - 'a minha escrita não é autobiográfica, mas as minhas personagens relacionam-se com as minhas experiencias' - dizia de forma provocadora numa entrevista."

A partir do momento em que a patroa se ausenta, a fantasia rasga-se no imaginário de duas irmãs, que se transportam para longe das suas próprias vidas, numa fuga urgente de um quotidiano miserável. Neste olhar de Marco Martins sobre o texto de Genet, o palco transforma-se num espaço de enclausuramento onde Beatriz Batarda, Sara Carinhas e Luísa Cruz exploram as diversas identidades daquelas personagens em construção.
"Repudiando as virtudes do vosso mundo, os criminosos concordam irremediavelmente em organizar um universo paralelo. Concordam em viver nele. O ar é nauseante: eles conseguem respirá-lo.” Jean Genet

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