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Gaia Todo um Mundo 2018

gaia_todo_mundoGaia Todo um Mundo 2018

27 a 30 setembro, Vila Nova de Gaia

Conferências, debates, música, artes urbanas, performances e cinema fazem parte da programação da 2ª edição do Fórum Internacional Gaia Todo um Mundo, que vai decorrer de 27 a 30 de setembro.

A temática escolhida para a edição de 2018 decorre do anúncio feito em março pela Organização das Nações Unidas (ONU) da "Década Internacional para a Ação: Água para o Desenvolvimento Sustentável (2018-2028)".

Assim, a organização quer "promover novas parcerias, melhorar a cooperação e fortalecer a capacidade de implementar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável".

O Gaia Todo um Mundo abordará esta temática concentrando-se em sete áreas programáticas: pensamento, artes visuais, música, cinema, performance, teatros e contos, num conjunto de ofertas que terá também uma rota gastronómica.

O presidente do Conselho Nacional do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CNADS), Filipe Duarte Santos, o ex-presidente da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, Jaime Melo Baptista, o investigador da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas, Rui Godinho, o Secretário-Geral do Conselho Nacional da Água, Joaquim Poças Martins, e o vice-presidente da Comissão Diretiva da Associação Portuguesa de Recursos Hídricos, Pedro Teiga, são alguns dos convidados para esta segunda edição do Gaia Todo um Mundo.

A organização convidou também personalidades do estrangeiro, desta vez elementos ligados ao prémio Nobel alternativo do ambiente, o Goldman Environmental Prize, com a participação do diretor executivo Mike Sutton para "explicar de que forma estão a mudar o mundo".

O evento contará também com a presença de Lee-Anne Walters "que investigou, descobriu e denunciou a existência de níveis de chumbo seis vezes superior ao aceitável em água de torneira para consumo humano", situação que obrigou os "governos local e estadual do Michigan e o governo federal do Estados Unidos a agir e garantir que os moradores servidos pelo rio Flint tivessem acesso a água limpa".

A visão ao nível da cooperação para o desenvolvimento sustentável, de países africanos de língua oficial portuguesa, bem como a associação onde têm assento todos os operadores e fornecedores de água para consumo público da Europa, como é o caso das águas de Paris e das Águas de Milão, trará também outros convidados a Vila Nova de Gaia.

No âmbito das artes visuais, as obras de arte que serão apresentadas pretendem contribuir para uma reflexão acerca da importância da água enquanto elemento essencial para a vida coletiva. A mostra contará com a participação de um número alargado de artistas, nacionais e internacionais, em que se destaca a participação do artista plástico Rigo23, uma mostra de pintura com a participação de Pedro Calapez entre outros, do coletivo belga Soil Collective (Ans Mertens, Rik Peeters, Remko Van der Auwera e Tom Hallet) e da dupla Nuno Barroso e Veronika Spierenburg que, entre outras questões, exploram o contexto das artes piscatórias.

A música volta a assumir o papel da descoberta. Estão já confirmados um dos nomes maiores mais música folk norte-americana da última década, Joan Shelley; o poeta, romancista, músico e professor Anthony Joseph, o português Pedro Augusto, com o projeto “Live Low”, que funde música eletrónica com declarações de portugalidade; e Bombino, guitarrista e compositor tuaregue da região de Agadez, no Níger, cujo nome dispensa apresentações.

O cinema ocupa, também, uma área de destaque na programação do evento. Com temática da água como foco, será exibida parte do documentário de Patricio Guzmán “O Botão de Nácar”, durante os quatro dias. Entre outros, destaque ainda para o cine-concerto com o filme «Douro, Faina Fluvial», de Manoel de Oliveira, e o convite feito à cantora Ana Deus para realizar um trabalho vídeo sobre a temática.

O programa completo pode ser consultado em http://gtm.cm-gaia.pt/pt/.

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