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Olhos Caídos + A Tecedura do Caos + S, 21 a 23 set, Rivoli

rivoliOlhos Caídos + A Tecedura do Caos + S

21 setembro, 21h | 22 setembro, 19h | 23 setembro, 17h, Rivoli Teatro Municipal

No âmbito do Ciclo Tânia Carvalho, apresentado entre janeiro e março em Lisboa pelo Maria Matos Teatro Municipal, São Luiz Teatro Municipal e pela Companhia Nacional de Bailado (CNB), Tânia Carvalho trabalhou pela primeira vez com os bailarinos da CNB num programa constituído por duas peças estreadas na Bienal de Dança de Lyon, em França: “Olhos Caídos” (2010) e “A Tecedura do Caos” (2014), e numa nova criação, “S”, com música original de Diogo Alvim. Este programa reflete o olhar sobre o trabalho da coreógrafa cruzando diferentes territórios de expressão artística. A CNB regressa ao Rivoli para interpretar estas três obras de Tânia Carvalho.

Olhos Caídos

Os dois intérpretes desta peça alternam continuamente entre estar de pé ou deitados no chão, criando uma confusão de planos definidos por braços e torsos que parecem dobrar-se e desdobrar-se, como se se tratassem de personagens de origami.

Coreografia Tânia Carvalho | música Diogo Alvim | desenho de luz Anatol Waschke | remontagem Luís Guerra | interpretação Bailarinos da CNB

S

"S" cruza diferentes estilos de dança entre o romântico, o clássico e o moderno, momentos que simbolizam passagens que foram determinantes na história da dança.

Coreografia e figurinos Tânia Carvalho | desenho para tela Rui Vasconcelos | desenho de luz Mafalda Oliveira e Tânia Carvalho | interpretação musical Orquestra Sinfónica Portuguesa | direç?ão musical Nuno Coelho | interpretação Bailarinos da CNB

A Tecedura do Caos

O corpo da Odisseia de Homero, olhado como o objeto monumental que representa por princípio algumas das leis fundamentais da poesia épica, é o de um percurso infinito de regresso que conduz a um reencontro e, por fim, a uma espécie particular de redenção do seu herói. (...) É a pura reciprocidade da eclosão e do apaziguamento. Assim é a consciência perplexa e frenética da dança, mesmo quando procura esquivar-se à sua vocação divina: ela persegue ainda, como é dito algures na Odisseia, o ato de percutir, de bater com os pés faiscantes no solo sagrado – mas agora virado do avesso e posto fora de si. Bruno Duarte, 2014

Coreografia e direção Tânia Carvalho | música Ulrich Estreich | figurinos Aleksandar Protic | desenho de luz Zeca Iglésias | cenografia de luz Jorge Santos | remontagem Marta Cerqueira | interpretação Bailarinos da CNB

rivoli1Vinte Minutos: Entre Tanto + Controla-me + Mimo + Tens Tempo (?)

28 setembro, 19h | 29 setembro, 17h, Rivoli Teatro Municipal

“Vinte Minutos” é um projeto do Teatro Municipal do Porto que se desenvolve durante o ano letivo de 2018/2019, envolvendo alunos finalistas das seguintes escolas artísticas do Porto: ACE – Escola de Artes; balleteatro; ESAP – Escola Superior Artística do Porto; ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo. Tem como objetivo principal apresentar novas criações desenvolvidas exclusivamente por alunos, com a participação dos mesmos.

Acompanhamento artístico: Vera Santos e Nuno Simões

Entre Tanto (ACE – Escola de Artes)

Num confronto entre absurdo e realidade, reina o desejo voluptuoso pela conquista do Trono da Felicidade. Uma ascensão definida pelo delírio cómico da verdade, efeito da exaustiva repetição até ao estranho vazio da existência humana. O único verdadeiro papel do Homem, nascido num mundo absurdo, é viver, ter consciência da sua vida, da sua revolta, da sua liberdade. - Albert Camus

Criação Mariana Sevila Matos | vídeo e registo fotográfico João Antunes | som João Pinto Félix | luz e efeitos cénicos Pedro Veiga | cenografia Pedro Galante | figurinos Rita Santos | produção Catarina Saraiva

Controla-me (Balleteatro)

Num mundo obcecado pelos ecrãs e flashes existe a procura da felicidade através de um jogo de interações distintas. Nesta procura aparecem cobaias, que se deixam manipular, seguindo caminhos diferentes.

Criação e interpretação Ana Ramos Oliveira e Daniela Miranda | interpretação Filipa Catarino e Rafael Magalhães | luz, som e vídeo Alunos do Instituto de Multimédia do Porto

Mimo (ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo)

Justaposição de imagens eminentemente polidas, doces, agradáveis, satisfying e ideias de carácter áspero e insólito. Um casamento, à partida, dissonante entre a matéria tangível e intangível.

Direção artística Maria Luís | cenografia e figurinos Pedro Azevedo | desenho de luz Francisco Campos | sonoplastia Hélio Pereira e Rafael Maia | interpretação Maria Luís (corpo) Sebastião Maia (voz-off) | direção de cena e produção Marta de Baptista

Tens Tempo? (ESAP – Escola Superior Artística do Porto)

O tempo de alguém é diferente do tempo de outro alguém. Há formas diferentes de se ver o mundo... mentalidades diferentes, idades diferentes, épocas diferentes... Mas será que noutros tempos as coisas foram diferentes? Será que a partir de agora as coisas vão ser diferentes? Será que temos tempo para mudar? Acho que só se quer tempo. Mais tempo.

Encenação Sara Lobo Rocha | assistente de encenação Anita Alves | produção Nisa Sampaio | figurinos David Oliveira | intérpretes César Guto Siqueira e Filipa Pires

rivoli2Jângal

29 setembro, 21h | 30 setembro, 17h, Rivoli Teatro Municipal

O subterrâneo está vivo, o ar repleto de metal, há existência em toda esta selva, a que chamam “Jângal”.

O local onde o espetáculo acontece é uma sala mitológica construída a partir de vários territórios da Terra, onde o Teatro Praga tentará olhar para ontologias escondidas e procurar ficções esquecidas que não refletem ou mimetizam o mundo, mas antes especulam sobre ele. Em "Jângal", temos todos o direito de desfrutar do caos, do horror e da selva urbana, bem como do prazer do browsing, da passividade de um olhar, do que é simplesmente divertido e da descoberta de uma outra organização narrativa que procura ouvir objetos, dragões, minerais subterrâneos e zombies. Como escreve Samuel Beckett em  "Endgame": “Estamos na Terra. Não há cura para isso”. “Jângal” pretende abrir um espaço de experiências, onde nos sentimos a vaguear por paisagens sonoras e sensoriais, que contam com a colaboração da compositora Violet e da fadista Gisela João. Pretende inspirar um sentimento de passividade tranquila, um espetáculo holístico que procura ficar com o problema, aceitando a nossa mortalidade, entrelaçada numa miríade de configurações inacabadas de lugares, tempos, assuntos e significados. -Teatro Praga  

Um espetáculo de Teatro Praga (André e. Teodósio, Cláudia Jardim, José Maria Vieira Mendes e Pedro Penim) | interpretação André e. Teodósio, Cláudia Jardim, Jenny Larue, Joana Barrios, João Abreu e a participação da cantora Gisela João | cenografia Bruno Bogarim | figurinos Joana Barrios | música Violet | desenho de luz Daniel Worm d’Assumpção | desenho de som Miguel Lucas Mendes | fotografia Alípio Padilha | vídeo André Godinho | direção de produção Andreia Carneiro

rivoli3Late Night

4 outubro, 21h, Rivoli Teatro Municipal

Espetáculo falado em grego, com legendagem em português  

Este é o fim do mundo (em grego): a companhia Blitz Theatre Group dança, em palco, uma valsa surreal sobre as ruínas da Europa, num momento pleno de melancolia e com um fino e requintado sentido de humor.  

Quando tudo se desintegra, o que podemos fazer? Talvez esperar... e esperar que o tempo passe. Mas porque não aproveitar esse tempo para dançar e ouvir música? Este é um mundo apocalíptico habitado por três homens e três mulheres. Aparentemente, são os seus trajes de gala e as suas memórias aquilo que lhes resta. Contam fragmentos de histórias que vivem o passado, de uma guerra europeia que parece tão surreal como colorida é a iluminação festiva do salão de festas onde estas seis pessoas – que não estão com qualquer vontade de festejar – se reúnem. Evocam lembranças de tempos felizes e entregam-se a uma despedida da Europa que é tão impressionante quanto deprimente. Dançam, uma valsa após a outra, como se dela dependesse a vida ou a morte. O que esperam eles? Ou melhor... O que procuram quando tudo se desmorona?

Direção Blitztheatregroup (Angeliki Papoulia, Christos Passalis, Yorgos Valais) | dramaturgia Blitztheatregroup / Angelos Skassilas | interpretação Maria Filini, Sofia Kokkali, Angeliki Papoulia, Christos Passalis, Fidel Talaboukas, Yorgos Valais | assistência de direção Vasia Attarian | desenho de luz Tasos Palaioroutas | coreografia Yannis Nikolaidis | cenografia E Birba | figurinos Vassilia Rozana

Teatro Municipal Rivoli

Praça D. João I

4000-295 Porto

Tel. 223 392 200

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