Entrevistas

Alexandra Bento

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alexandra_bento“Comer mal sai caro”

Alexandra Bento é nutricionista porque, na altura da escolha de um curso superior, foi entusiasmada por uma amiga. Hoje Bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento não se arrepende do momento em que decidiu ingressar na Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto para se licenciar e mais tarde para se douturar - na área das Políticas Públicas da Saúde. Devido ao seu importante papel para a criação da Ordem dos Nutricionistas e para o engrandecimento da profissão de nutricionista, foi distinguida pela Câmara Municipal do Porto com a medalha municipal de mérito com o grau de ouro. Natural de Amarante, mas residente no Porto há muitos anos, sente-se filha adotiva da cidade. Alexandra Bento tem como desígnio maior promover a alimentação saudável e colocar a nutrição no centro das políticas públicas de saúde.
 

Sebastião Feyo de Azevedo

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sebastiao_feyo_azevedoUniversidade que cumpre missão pública

Reitor da Universidade do Porto desde 2014, Sebastião Feyo de Azevedo mostra-se satisfeito pelo percurso percorrido até agora pela instituição de ensino que lidera e está convencido que a confiança dos alunos nesta universidade só irá aumentar. No ano passado a U. Porto foi a instituição mais procurada pelos estudantes do país e, este ano, os números não desiludiram. Por de trás disto, diz o reitor, está “a forma de cumprir a nossa missão pública”.

A meio do seu primeiro mandato, o atual reitor da U. Porto afirma que a fórmula do sucesso que a academia tem atingido se deve a vários fatores.
Para Sebastião Feyo de Azevedo, “a relevância que uma instituição ganha é a qualidade percebida pela sociedade da forma de trabalhar dessa instituição”. Sustenta que “esta ‘qualidade’ resulta de vários fatores e entre eles está a opinião que os próprios estudantes têm sobre a instituição”.
O reitor defende, no entanto, que isto acontece porque a U. Porto apresenta boas instalações, bons professores, que são vencedores de prémios nacionais e internacionais e participa em projetos mundiais de grande dimensão. “Tudo isto faz a reputação e esta induz confiança”, diz.

Inês Pereira

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ines_pereiraMais do que uma empresária do Porto

Os salões de cabeleireiro de Inês Pereira estão à vista de todos, espalhando-se pela cidade e pela sua área envolvente. Atualmente são nove as lojas com o seu nome, duas delas franchising. O gosto pelos cabelos nasceu cedo na vida da empresária transmontana, que se mudou para a invicta ainda com tenra idade. Hoje, olha para a sua marca com orgulho e pretende ajudar os filhos, agora responsáveis pelas lojas, na continuação do prestígio dos cabeleireiros com o seu nome.

Inês Pereira abriu o seu primeiro salão de cabeleireiro em 1982, num segundo andar de um prédio da Rua Sá da Bandeira, na Baixa do Porto. Depois de cerca de dez anos a trabalhar para outros, decidiu que estava na altura de pôr em prática o seu desejo inicial de lançar a sua marca pessoal.

À conversa com Dário Guerreiro

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dario_guerreiroDário Guerreiro - conhecido como Môce dum Cabréste – vai estar no Teatro Sá da Bandeira, no próximo dia 15 de abril, a apresentar o seu espetáculo “LenDário”. A VIVA! esteve à conversa com o humorista.

Viva!: O que é que o público pode esperar do espetáculo?
Dário Guerreiro: O público pode esperar uma hora e vinte numa jornada alucinante por tudo aquilo que me rodeia, abordado num ângulo cómico. Apesar de se tratar de um solo de stand-up, o espetáculo contém mais que isso. 50% dos textos são exclusivos deste espetáculo (os restantes são uma compilação dos melhores textos dos meus 4 anos de carreira), mas também haverá apontamentos musicais inéditos e outras surpresas que convém não desvendar.

Como tem sido a receção por parte do público nos espetáculos até ao momento?
O feedback que tenho recebido tem sido absolutamente positivo. As pessoas não só não se arrependem de terem saído de casa, como acabam por constatar que o meu registo em palco é bem diferente daquele que apresento nos vídeos do YouTube, e ficam surpreendidas. Reparo que saem bem dispostos das salas e, emanando essa felicidade, fazem o amor na própria noite.

Germano Silva

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germano_silvaUm Homem do Porto

O historiador e jornalista Germano Silva é indubitavelmente, um homem do Porto. Nasceu em 1931, num período conturbado entre duas grandes guerras, numa pequena aldeia de Penafiel, mas “quase por acidente”, porque a vida dos seus pais girava, permanentemente, entre S. Martinho de Recezinhos e a cidade do Porto. Cresceu num ambiente marcado pela segunda guerra mundial e por algumas dificuldades financeiras. Passou por vários empregos antes do jornalismo, mas foi no mundo da imprensa que descobriu os caminhos mais recônditos e apaixonantes do porto, cidade a que profundamente se dedicou.

A fotografia mais antiga que Germano Silva guarda da sua infância, com menos de um ano, foi tirada na Fotografia Beleza, na Rua de Santa Teresa, no Porto, e assinala a sua vinda, juntamente com os pais e dois irmãos, para o Porto. Até aos sete anos a sua infância foi passada entre a casa dos avós, em Penafiel, onde se lembra “que lá havia o que comer”, e o Porto, onde os seus pais moravam.

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