Entrevistas

Maria Miguel

maria_miguel_bartek_szmigulskiMaria Miguel “arrasa” na moda em Paris

Maria Miguel não procurou a moda, foi a moda que a encontrou. Queria ser futebolista, mas a vida trocou-lhe as voltas e hoje é uma das “Best new things” da moda internacional.

Com 16 anos abriu o desfile de Saint Laurent, em Paris, em setembro do ano passado e tornou-se a primeira portuguesa a desfilar para a marca. Com apenas 17 anos, pisou, em março, a passerelle para a Chanel, na mesma cidade. E tudo isto por acaso.

Em maio, regressou à cidade do amor, desta vez para o desfile da Cruise Collection da marca francesa e desfilou ao lado de Bella e Gigi Hadid, Barbara Palvin e Stella Maxwell, entre outras modelos. Há poucos dias, Maria Miguel, que há alguns anos, depois de Braga, onde nasceu, Luanda e Paris, adoptou a cidade do Porto para viver, foi distinguida com o Globo de Ouro da SIC para Melhor Modelo Feminino do Ano, categoria para que também estavam nomeadas Isilda (Central Models), Maria Clara (L’Agence) e Sara Sampaio (Central Models).

A VIVA! conversou com a jovem e promissora modelo, agenciada pela L’Agence, para a dar a conhecer melhor, aos seus milhares de leitores. Ei-la, despida de vaidades e preconceitos. A marcar os golos que tão bem sabe...

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Valente de Oliveira

valente_oliveira“O importante é não parar”

Com a cidade no Porto bem presente na sua vida, assim como as suas causas, Valente de Oliveira é inequívoco: “Há uma tendência patológica para o centralismo”. Por outro lado, sustenta que a cidade invicta “está muito preparada para enfrentar o futuro”, beneficiando das sinergias entre universidades. O histórico social-democrata alertou ainda para os perigos de uma economia centrada no turismo porque este, a seu ver, é um setor vulnerável, “muito sujeito a modas”.

Valente de Oliveira, 80 anos, histórico social-democrata, acumula no seu currículo funções de excelência. Com efeito, exerceu diversos cargos governativos: ministro da Educação e Investigação Científica entre 1978 e 1979; ministro do Planeamento e da Administração do Território entre 1985 e 1995; ministro das Obras Públicas, Transportes e Habitação em 2002 e 2003.

É presidente do Conselho de Fundadores da Casa da Música, presta apoio à Fundação AEP e é presidente do Conselho Geral da Universidade do Minho. “O importante é não parar”, disse-nos.

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Paula Alves Silva

paula_alves_silvaA profissão mais bela do mundo

A jornalista Paula Alves Silva, uma genuína Millennial, desde muito jovem que se desdobra em tarefas onde procura ajudar a construir um mundo melhor. Diz-nos: “Eu tenho um sonho. Que um dia, estes nossos políticos esqueçam a sua afiliação política e se sentem numa mesa, homens e mulheres deste planeta, despidos de ideologias e preconceitos sociais, com todos os atores necessários à ação. Que um dia se entenda que o Estado são eles e somos nós e que o país, o mundo, necessita que se aja agora. Já! Que um dia se entenda o desperdício que são estas horas gastas num parlamento a trocar acusações, palmas que mais parecem chicotadas no povo que vive agora num vazio, olha paredes queimadas, troncos negros torcidos e lida com a ausência da perda. Eu tenho um sonho. Que um dia percebamos que juntos fazemos muito mais do que sozinhos. Ai, o quanto poderíamos fazer se isto não fosse apenas um sonho”.

Paula Alves Silva, 32 anos, nasceu em Santa Maria da Feira mas viveu uma parte muito importante da sua vida, académica e pessoal, no Porto. Licenciou-se em Jornalismo e Ciências de Comunicação na Universidade do Porto, entre 2003 e 2007 e fez um Erasmus, na mesma área, na Universidade de Santiago de Compostela. Desde fevereiro de 2014 está em Washington DC a trabalhar no Banco Mundial.
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Manuel Serrão

manuel_serrao“Há a cultura do centralismo no país”

É uma figura incontornável da cidade do Porto. Duas pistas: adora a Invicta e é um fervoroso adepto do FC Porto. Recorda-se da emblemática “Noite da Má Língua” que invadiu os serões portugueses na década de 90, na antena da SIC? Manuel Serrão, que lá esteve, numa conversa sem filtros com a VIVA!. O prolongamento foi certo.

“O mais antigo feirante da moda portuguesa”, como Manuel Serrão se intitula, esteve com a VIVA! numa longa conversa que atravessou a sua infância e paixões como o futebol, a cidade do Porto, a gastronomia e as tendências da moda.
Fez parte de uma grande escola do jornalismo no “Comércio do Porto”, mas foi no comentário que encontrou a sua vocação na comunicação social. Esta icónica “má língua” ainda mantém contacto com Miguel Esteves Cardoso e Rui Zink, dois dos seus partenaires no célebre programa da SIC. Considera que há uma ‘cultura do centralismo’, rapidamente solucionada com a estadia dos políticos em terras distantes da capital. “
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Joana Marques

joana_marques“Falo português, inglês e humor”
Joana Marques, guionista das Produções Ficticias, uma das vozes da Antena 3 e uma das caras do emblemático programa “Altos & Baixos”, do Canal Q, confessa à VIVA! que no seu dia a dia o humor tem um papel preponderante. Sendo quase mais um idioma. “Falo português, inglês e humor”, diz, sempre divertida.
Nos últimos tempos, contudo, a especialidade da humorista Joana Marques é outra. Passou a ser “lavar biberões e fazer sopa”, porque foi mamã. Joana, portista, vive e trabalha com um benfiquista. A VIVA! não resistiu e perguntou: Como é dormir com o inimigo? “É pacífico. Admito que o Daniel é menos fanático do que eu, o que facilita as coisas. Raramente o vi fora de si por causa de futebol (tirando o famoso momento do Kelvin, mas não o posso condenar)... Tentamos não falar muito de futebol, para não descambar em discussão, mas muitas vezes o tema é incontornável. Afinal de contas, há cerca de 273 programas televisivos diários sobre o assunto”, justifica a humorista. Em termos de planos futuros, Joana avança que gostaria de vir a desenvolver uma enorme fortuna e património pessoal. “Como não jogo no euromilhões não será fácil, por isso contento-me em continuar a fazer o que tenho feito até aqui. Para já, o projeto que está na manga é levar o ‘Altos & Baixos’ ao vivo a outras cidades do país (já temos algumas datas marcadas) e, no início de 2018, regressar com um novo espetáculo a Lisboa e, claro, ao Porto”.
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