Reportagem

O Porto dos brasileiros de torna-viagem

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foto_dew_familiaNo passado sábado, dia 18 de fevereiro, a  Viva "viajou" pelas preciosidades que a zona oriental proporciona, ou melhor a história enraizada em cada pedaço de terra e edifícios. Desta vez fomos ao encontro do Porto dos brasileiros de torna-viagem. E sabem que mais? Queremos repetir.

"O bairro oriental é principalmente brasileiro, por mais procurado pelos capitalistas que recolhem da América. Predominam neste umas enormes moles graníticas, a que chamam palacetes; o portal largo, as paredes de azulejo – azul, verde ou amarelo, liso ou de relevo; o telhado de beiral azul; as varandas azuis e douradas;
 

Clube dos Pensadores

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clube_dos_pensadores_3“Para uma vida sexual feliz, as cabeças têm de trabalhar”

Na passada segunda-feira, 13 de fevereiro, dia mundial da rádio, a Viva foi a uma sessão muito especial do Clube dos Pensadores, que desviando-se um pouco da política, abordou sem tabus o tema “envelhecimento e sexualidade”, numa agradável conversa com Júlio Machado Vaz, que para além de médico-psiquiatra, professor universitário e sexólogo participa no programa de rádio da Antena 1 com Inês Menezes, “O Amor é”. Melhor combinação, impossível.

GNR: “Efetivamente pós-modernos”

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gnrA Viva aproveitou a celebração dos 35 anos de carreira dos icónicos GNR, com direito a lançamento do primeiro DVD da banda portuense, para uma viagem com “asas elétricas”, portanto. “Ninguém comparece ao meu rendez-vous”, canta Reininho num dos temas mais marcantes dos GNR, “Bellevue”. Sempre de mãos dadas com o berço, o Porto. Sempre o Porto. E, não esquecer, sempre aliados a uns “delírios” um tanto ou quanto surrealistas que fazem do repertório do Grupo Novo Rock único, eclético e inesquecível.

Carquejeiras do Porto

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carq_1Carquejeiras: Um drama “silencioso e silenciado”

No início e até meados do século XX as carquejeiras tiveram uma marca tão fundamental quanto penosa na sociedade portuguesa. Transportavam sofregamente a carqueja que aparava os fornos que coziam o pão da cidade e que aquecia as casas burguesas. Preservar a memória destas verdadeiras “heroínas”, protagonistas de um trabalho desumano, com respeito e admiração é o grande objetivo deste projeto. A Viva foi conhecê-lo melhor junto da sua grande dinamizadora, Maria Arminda Santos, e o resultado é surpreendente.

Mafalda Veiga: A guitarra como “instrumento de experimentação"

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mafalda_veiga1Mafalda Veiga vive e respira música. Deu para constatar na conversa que mantivemos com a artista no Museu FC Porto, a propósito do evento "Dar Letra à Música", realizado no passado dia 19 de janeiro. Paixão, sinceridade e liberdade são conceitos que povoam o percurso desta cantautora, numa carreira que já caminha para os 30 anos.

Parece que foi ontem. Mas Mafalda Veiga completa este ano 30 anos de carreira, data que merece "balanços" e, naturalmente, "comemoração".
A artista viajou com a Viva cruzando neste percurso, de certa forma cronológico, as áreas pessoal e profissional.

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