Bienal da Maia

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samsaraA Bienal da Maia chega à maioridade na sua quinta edição

Até 30 de setembro de 2017, a cidade da Maia vai acolher a quinta edição da Bienal da Maia, uma iniciativa da Câmara Municipal da Maia, com produção do Centro Empresarial da Lionesa, mobilizando dezenas de artistas emergentes e já consagrados.
A iniciativa pretende, assim, reforçar ligações entre os modos diversos de fazer arte e estabelecer pontes que consolidem encontros e cumplicidades entre estes e a Maia.
Através de várias propostas artísticas, que cruzam e interpelam as artes visuais e as performativas, esta nova edição da Bienal da Maia vai ocupar mais de dez espaços do território da Maia, como a Praça Doutor José Vieira de Carvalho, o Fórum da Maia, Venepor, o Parque Central, os Silos do centro empresarial 3Ás, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro e também em muitos dos percursos públicos entre palcos de programação, com diferentes exposições e ações performativas, dirigidas a públicos de todas as idades e gostos.

Hennie4A multidisciplinaridade e a democratização da arte
O evento ambiciona, através de uma programação transversal, criar um diálogo entre os diferentes espaços intervencionados, protagonizado pelas obras que os ocupam e a Maia e os maiatos que os acolhem.
As praças, as avenidas, os palcos e as paredes da Maia serão invadidos por performers e telas, esculturas e demais estruturas, da autoria de mais de cinquenta artistas nacionais e internacionais.
“Os visitantes terão a possibilidade de conhecer novos nomes e trabalhos artísticos do panorama atual. Tivemos a preocupação, como sempre, de criar um evento cultural multidisciplinar, acessível a todos, promovendo a imprescindível democratização da arte, que só é possível pela acessibilidade, pela proximidade e pela cumplicidade”, explica Mário Nuno Alves de Sousa Neves, vereador da cultura da Câmara Municipal da Maia.
De referir que além de áreas como as artes plásticas, a ilustração, a instalação, a escultura, a media art, a intervenção artística nos silos da Fábrica 3Às, acrescem ainda o novo circo, a música e uma carrinha ambulante de Arte e Educação que transporta vários conteúdos da Bienal e permite que o serviço educativo desta Bienal esteja nos locais  onde a arte realmente acontece e também na rua, por onde a arte, organicamente, se expande e ganha vida.
A multidisciplinaridade como elo de ligação entre a contemporaneidade e a tradição.
A programação de artes performativas da Bienal de Arte Contemporânea da Maia percorre um percurso de experimentação, com forte ligação às memórias e à identidade, sem esquecer uma abordagem irreverente e atual, capaz de envolver o público com novas linguagens e discursos estéticos. A não perder.

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