Meo Marés Vivas 2017: uma celebração para toda a família!

Atenção, abrirá numa nova janela. PDFVersão para impressãoEnviar por E-mail
mares_vivas2017_1O Meo Marés Vivas surpreendeu novamente. Cada vez mais completo no ‘menu’, direto na experiência sonora prometida e com inovações contínuas. Scorpions e Sting foram os grandes nomes desta edição. Comprove na reportagem.

Este ano, o Meo Marés Vivas reforçou uma experiência: o palco comédia, que tanto entreteve o público.
Em entrevista à RTP, Eduardo Madeira, um dos comediantes presentes nesta edição do festival, disse que estava contagiado com toda a “energia do Norte” e com “um público inacreditavelmente bom”.
No primeiro dia, os destaques inexoravelmente vão para Bastille e Tom Chaplin.

tom_chaplinTom Chaplin: parecia um concerto de Keane
Fora dos Keane, Chaplin continua extremamente melódico e suave. Parecia a banda de “Everybody´s changing”. É natural a dificuldade de fugir ao registo da sua banda mãe. Como acontece, a título de exemplo, com Ric Ocasek dos Cars. Comparem “True to You” com “You Might Think”.
Depois, naturalmente, o alinhamento de Chaplin evidenciava precisamente essa dificuldade de distanciamento entre Chaplin a solo e Chaplin vocalista dos Keane. Cantou o incontornável êxito “Somewhere only we know”. Para recordar com saudade.

Bastille: Os protagonistas da primeira noite
Os Bastille eram sem dúvida os ‘meninos bonitos’ mais aguardados pelo público. E a noite prometia ainda mais com o aniversário de Dan Smith, vocalista e inventor desta formação britânica. Consta que completava 31 anos. Mas só teve direito a bolo no fim da noite.
O desfile de êxitos indie pop seguiu-se: “Overjoyed” ou “Blame” constaram no alinhamento do concerto.
A banda atuou para um recinto praticamente esgotado. Tivemos a oportunidade de ouvir temas dos seus dois álbuns com evidência para o “Wild World”, lançado em 2016.
O concerto terminou com “Pompeii”, com muitos saltos e aplausos.
De destacar ainda a capacidade de Agir em ‘jogar’ com a diversidade do seu repertório desde hip hop , funk ou R&B.
Temas como “Make up”, “Como ela é bela”, “Parte-me o pescoço” e “Tempo é dinheiro” não faltaram à festa. Foi bonito!

scorpions2Dia 15: os gloriosos escorpiões
Foi durante a noite de sábado, 15 de julho, que os históricos escorpiões subiram ao palco do Meo Marés Vivas.
A banda alemã conduziu um concerto delirante para os fãs. Mais uma vez a Praia do Cabedelo, Gaia, foi palco de uma verdadeira celebração.
Memorável. Sim, é desta maneira que podemos apelidar o concerto dos Scorpions.
Os êxitos seguiram-se: “Wind of Change”, “Still Loving you” e “Rock you like a hurricane”. E a banda já é repetente no Marés Vivas: já tinha passado e feito história em 2009.
Os Expensive Soul, diga-se, também brilharam. O “amor” e a “sintonia” são, de facto, “mágicos”. Nota-se que todo o espetáculo é sentido pelo público e músicos.
No palco comédia, depois de Eduardo Madeira ter protagonizado o primeiro dia (sexta-feira, 14), foi a vez de Pedro Neves e Ana Bola darem o seu humor ao manifesto. A boa disposição esteve garantida.

sting3Dia 16: O colossal Sting
Consta que Sting veio um dia antes do concerto. E jantou no “restaurante mais bonito do mundo”. Sim, andou a passear pela cidade invicta.
O músico britânico (o eterno “English Man”) jantou na Casa de Chá da Boa Nova, propriedade do Chef Rui Paula, tendo posteriormente partilhado nas redes sociais uma foto com toda a equipa do espaço.
Foi um concerto colossal que encerrou em beleza a celebração do Marés Vivas. Teve homenagens a Bowie, dois encores e muitos, muitos êxitos.
“English Man in New York” não poderia faltar, pois. “Fields of Golld”, outra pérola. “Message in a bottle” (já estão rendidos?) não faltou. E ainda bem. “Roxanne”. Boa memória.
Foi um rock nostálgico num festival a que decididamente vamos voltar. Para o ano há mais, e já sabemos quando: no fim de semana de 20 de julho.

Texto: Irene Mónica Leite
e-max.it: your social media marketing partner
Faixa publicitária
Faixa publicitária
Faixa publicitária