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Feira do Livro do Porto 2018

feira_livro_porto_2018_3A revolução fervilha na sua arma mais poderosa: a leitura

Este ano, a Feira do Livro do Porto cumpre-se sob o signo da revolução, prestando homenagem a um dos maiores autores da “revolta”, José Mário Branco. A VIVA!  apresenta-lhe alguns dos destaques desta edição. Não se perca! Ainda assim avisamos: será difícil…

Na edição 2018 da Feira do Livro do Porto, que começa esta sexta-feira e se prolonga até 23 de setembro, poderá contar com múltiplas conversas, apresentações, lições, sessões de cinema e performances de Spoken Word, estabelecendo paralelismo com assuntos próximos do cantor e compositor José Mário Branco.

Em plenos Jardins do Palácio de Cristal, são debatidas as ligações entre literatura e música. Aqui também são recordados e assinalados os 50 anos das manifestações estudantis do Maio de 68, aproveitando para falar das revoluções mais urgentes para os dias de hoje.

Liberdade. É, com efeito, um tema que se encaixa perfeitamente na cidade Invicta, que foi palco da Revolução Liberal de 1820. Há um espírito de celebração num salutar convívio entre escritores mais jovens e outros mais consagrados.

jose_mario_brancoEntre os participantes estão nomes destacados da literatura e de outras áreas culturais, como a jornalista e premiada escritora franco-marroquina Leila Slimani ou o jornalista franco-alemão e deputado europeu Daniel Cohn-Bendit. Mas a programação inclui também, entre muitos, o poeta e atual ministro da Cultura Luís Filipe Castro Mendes, Kalaf Epalanga, Mia Couto, José Riço Direitinho, António Mega Ferreira, Luísa Costa Gomes, Mário de Carvalho, João Ribas, Eduardo Cintra Torres, Capicua, André Tentúgal, Nuno Artur Silva, Francisco José Viegas ou Bernardo Carvalho.

Bernardo Carvalho é, inclusive o protagonista de uma das grandes novidades da edição deste ano: o "Escritor em residência". O autor brasileiro foi o primeiro convidado pela Câmara do Porto a realizar uma residência artística que, com o apoio da "mala voadora", resultará na escrita de um conto a apresentar num dos eventos da Feira do Livro

No âmbito da Spoken Word é abordada a relação entre a palavra escrita e cantada, o modo como isso foi trabalhado por autores como Chico Buarque, Jacques Brel ou Leonard Cohen.

Foi, assim, proposto a vários intérpretes (escritores, músicos, artistas visuais, cineastas, atores) que fizessem uma viagem, que esculpissem a palavra de diferentes maneiras, revisitando o universo daqueles autores e outros.

Na secção lições há uma pergunta em cima da mesa: “Porquê ler os clássicos?”.

feira_livro_porto_2018_7A proposta passa por abordar o universo de autores como Dante, Cervantes, Shakespeare, Goether, Flaubert, entre outros. Basta um requisito: ser apaixonado(a) por (boa) literatura!

No cinema são selecionados alguns gritos de rebelião. Com efeito, com o Maio de 68 era proibido proibir …

Destaques da programação:

Debate “No princípio era a canção”

Sábado, 8 de setembro, 18h00

José Mário Branco

Moderação: Anabela Mota Monteiro

Conversa sobre a longa carreira de José Mário Branco, a ligação entre a música e a poesia, a liberdade e as revoluções.

Spoken Word

feira_livro_porto_2018_1Utopia

Domingo, 9 de setembro, 21h30

Capicua + André Tentúgal+ Nuno Artur Silva

Todos estes artistas pensam com palavras, imagens, sons, de modo osmótico e com atrito. Para ver com curiosidade o resultado desta “utopia”.

Exposição

Musonautas, Visões & Avarias 1960-2010- 5 décadas de inquietação Musical no Porto

Ao longo da sua história, a cidade do Porto foi construindo uma reputação de vanguardismo e liberdade sonora que conduziram à afirmação e ao reconhecimento de nomes fundamentais para a cultura portuguesa contemporânea. A Galeria Municipal convidou o programador e editor de música Paulo Vinhas a desenvolver um projeto expositivo que propõe uma retrospetiva de cinco décadas de força e inquietação na criação musical portuense nas suas diferentes expressões e aventuras sonoras, desde a música erudita à de contestação, até à música experimental e às músicas eletrónicas, através do mapeamento das diferentes práticas musicais surgidas entre 1960 e 2010.

Focada nos impulsos de rutura protagonizados por artistas, divulgadores e movimentos que transformaram a divergência do seu contexto periférico num catalisador de energia, esta exposição tem como intenção primordial a documentação de uma história musical diversificada que contribuiu decisivamente para moldar o panorama da música portuguesa, abrindo novos horizontes que, em muitos casos, extravasaram as suas fronteiras originais para se projetarem na cena artística do seu tempo.

Para ver até 18 de novembro, na Galeria Municipal do Porto.

feira_livro_porto_2018_2Deixamos aqui a programação da Feira do Livro do Porto 2018 completa

Horário da Feira do Livro

Abertura

Segunda a sexta: 12h

Sábado e domingo: 11h

Encerramento

Domingo a quinta: 21h30

Sexta e sábado: 23h

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