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Frida Kahlo

fridaUma história em cada fotografia

Seis décadas volvidas sobre a sua morte, Frida Kahlo já foi de tudo um pouco: mártir, símbolo nacionalista, ícone feminista, estrela pop e inclusive inspiração para uma barbie. Uma grande exposição que agora tem lugar no Porto, no Centro Português de Fotografia, revela a sua vida e obra, peças intrinsecamente relacionadas.

O mito de Frida está bem vivo. Transformou-se na ‘menina bonita’ da cultura pop e das redes sociais. Como descrever esta pintora? Ícone feminista, mulher traída, símbolo de mexicanidade, ícone da moda, pintora de autorretratos…

Esta mostra revela a intimidade da grande artista mexicana e dá também a conhecer uma nova perspetiva sobre a vida turbulenta de uma das figuras mais misteriosas e emblemáticas da arte latino-americana.

A exposição (que teve pela primeira vez lugar na cidade do México em 2009) tem viajado pelo mundo inteiro, contando, inclusive, com mais de meio milhão de visitantes em 15 cidades distintas.

Até 4 de novembro de 2018, fica a cidade do Porto com estas raízes mexicanas desvendando um pouco mais do mistério de Frida Kahlo.

frida2Origens, A Casa Azul, Política, Corpo Acidentado, Amores e Fotografia são os temas em que se divide a mostra, intitulada de “Frida Kahlo - as suas fotografias”, que abarca 241 imagens distribuídas por três salas.

Aqui propõe-se uma viagem pela intimidade da icónica artista: fotografias de Frida ainda em criança e da sua família permitem entrar no seio familiar da pintora e conhecer os seus pais, avós e tios. Com efeito, as fotografias mostram como Frida se comportava, relacionava e via o mundo.

Apesar da importância que a fotografia tinha para Frida, a maior parte da sua coleção de fotografias esteve escondida do público durante várias décadas. Com esta exposição, uma caixa de Pandora abre-se. É que ao longo da sua vida, a artista juntou uma coleção significativa de daguerreótipos e de cartões de visita do século XIX, de fotografias nas quais interveio, cortando partes delas, escrevendo dedicatórias e personalizando-as como se fossem pinturas. Para Frida, a fotografia era uma preciosa relíquia do passado, um objeto para acarinhar e um poderoso instrumento de trabalho criativo. O acervo reflete, assim, a intimidade da pintora e os seus interesses ao longo da vida atribulada que levou.

Outra curiosidade: através desta mostra podemos constatar que na origem de muitas das suas obras mais carismáticas reside a composição fotográfica.

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nao_kahloFrida também no teatro… (foto Luís Ribeiro)

Após integrar o III Ciclo de Teatro Argentino e o Festival Clown y Cabaret do Teatro El Umbral de Primavera e El Montacargas, “No Kahlo” regressa a Lisboa, Mafra e Porto.

Palco das feridas físicas e psicológicas de Frida, Diego Rivera, as rosas, os coelhos motorizados, a sexualidade, os veados, o corpo, o aprisionamento, as limitações físicas, o espetáculo “Não Kahlo” abre-se num cenário “onde o realismo se dissemina com a presença de elementos surrealistas, de teatro do absurdo e simbolismo que se desenrolam a partir de uma multidisciplinariedade que mescla interpretação, dança contemporânea, expressão corporal, audiovisual, artes plásticas e artes literárias com a experimentação artística.

“Não Khalo” é um espetáculo que estreou em junho em Lisboa e em julho de 2018 em Madrid, e com carreira até 2019 em Lisboa. O espetáculo sobe à cena no dia 29 de setembro, no Auditório Municipal Beatriz Costa, às 21h30. Segue a 12 de outubro para a Casa das Artes do Porto, às 21h30, e dia 13 de outubro para a Casa do Capitão (Barroso, Porto), às 21h, regressando a Lisboa de 18 a 21 outubro na Casa do Coreto.

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