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“O meu coração só tem uma cor” já está nas bancas

joana_pintoJá chegou às livrarias o novo livro da humorista e portista Joana Marques. A obra debruça-se sobre os momentos chave do clube azul e branco, com prefácio de Pinto da Costa e ilustrações de Pedro Vieira. A VIVA! falou com a humorista e assistiu à apresentação do livro no Museu FC Porto. Numa conversa pautada por golos, confira o resultado.

A ideia de toda esta aventura partiu de Rui Couceiro, editor da Contraponto. E o resultado é este jogo, em que o FC Porto dá mais um brilharete.

Trata-se de um livro que apesar de se dirigir a este clube é para todos, até porque o humor é transversal.

Depois há aquelas perguntas obrigatórias. Quando é que sentiu que o FC Porto estava no seu ADN? “Não sei bem. É numa altura em que ainda é muito cedo para decidir. Por isso é que algumas pessoas escolhem mal”, começou por nos revelar Joana Marques.

joanaE continua: “O meu pai é portista, de facto, mas não tenho nenhuma memória de ele ter insistido. Até porque o meu irmão, por exemplo, é benfiquista. Portanto, nota-se que havia democracia lá em casa. Acabei por escolher ser do Porto. Mas não tenho memória do momento. Lembro-me apenas que nunca me arrependi. Os anos 90 foram, inclusive, muito felizes. O Porto ganhava tudo, logo, na escola, era sempre a mais contente, numa altura em que havia poucos portistas”.

Por outro lado, ser do FC Porto em Lisboa pode ser um grande desafio. “Agora é fácil estar em Lisboa, sendo do FC Porto. E daqui a 20, 30 anos vai ser mais fácil ainda. Nota-se muito o crescimento dos portistas na capital. Nas festividades da vitória do campeonato notou-se que era muita gente. Quando andava na escola, éramos só um ou dois portistas”.

Neste livro o Porto ganha na grande parte dos jogos. “As memórias são felizes. Mas lembro-me de alguns dias mais tristes. A titulo de exemplo, uma final recente do Jamor, em que o Porto perdeu o final da taça. Estava lá”, disse.

Quanto ao mundial, as picardias futebolísticas com o marido [benfiquista] estão mais calmas. “Há um comentário ou outro, como ‘aquele jogador do Benfica não joga nada’. Mas é muito mais descansado. É mais pacífico, mas não tão emocionante. Não se pode ter tudo”, concluiu Joana Marques.  

O livro: “Prognósticos só no final do jogo”

Cada capítulo neste livro, muito original, corresponde a um minuto de jogo. Esta obra que começou a ser escrita em março pela madrugada dentro, junta humor e FC Porto, de forma deliciosa.

livroÉ muito divertida a sua leitura, que nos ensina simultaneamente a história do clube azul e branco, juntamente com os seus protagonistas, incluindo heróis improváveis.

Como os jogos com 92 minutos dão sorte a FC Porto ficou assim carimbado em livro, em 92 capítulos que falam dos heróis azuis e brancos.

Manuel Serrão, presente na apresentação deste livro fez uma análise atenta a este “jogo”. “É um trabalho que fala do que gostamos, apresentando um formato giríssimo. Lê-se muito bem, recomendo vivamente”, disse.

E esta obra “é um tipo de jogo que gostamos de rever, quase como um vídeo. Um audiolivro seria uma boa ideia”, sugeriu Manuel Serrão.

E acrescentou: “É um trabalho que tem muita graça. O Porto tem muito sentido de humor, sabe rir de si próprio. Sempre foi um clube que se soube divertir com os erros”.

Joana Marques destacou o presidente, Jorge Nuno Pinto da Costa, que responde sempre com humor aos jornalistas.

A humorista realçou que esta picardia de rivais não pode ser vista como uma coisa má.

O livro não é só para adeptos portistas, também se adequa, diz Joana Marques, bem humorada, a masoquistas com algum encaixe. “As histórias estão cá todas, não se deturpam os factos”, disse.

Serrão destacou ainda que o livro não se cinge à geração da Joana. Pinto da Costa aproveitou para dar os parabéns ao trabalho da humorista. “Gostei imenso, fiz uma noitada a ler o livro. A Joana Marques também é uma grande portista”, disse.

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