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Agenda Cultural

“Meta o nariz onde é chamado - Operação Natal Urban Market”

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“Meta o nariz onde é chamado - Operação Natal Urban Market”

20 a 23 dezembro, 11h às 22h, Ateneu Comercial do Porto

Num mês em que se celebra o natal, o amor, a magia e os sorrisos, a Portugal Lovers lança o desafio: “Meta o nariz onde é chamado - Operação Natal Urban Market”.

O objetivo é o de ajudar a Operação Nariz Vermelho para que os Dr. Palhaços continuem a levar alegria a mais de 45.000 crianças hospitalizadas e aos seus familiares.

A organização do Urban Market convida o público a visitar o mercado e a incluir na lista de compras o nariz vermelho. A ajuda também pode ser feita através do site www.narizvermelho.pt. Todas as receitas revertem a favor desta operação.

A última edição especial de Natal do Urban Market tem lugar no emblemático Ateneu Comercial do Porto, de 20 a 23 de dezembro.

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Ugly Christmas Sweater Party

ugly_christmas_partyUgly Christmas Sweater Party

21 dezembro, 18h, Catraio - Craft Beer Shop

As coisas estão a ficar feias! Vista a sua camisola de Natal mais pirosa e junte-se à Ugly Christmas Sweater Party.

A festa que tem como dress code camisolas pirosas de Natal (não obrigatório) terá lugar no Catraio no dia 21 de dezembro, com iniciativas a partir das 18h.

Organizada pela Lupum, pelo Catraio - Craft Beer Shop, pelo ilustrador Beery Tales e pela Baronesa às Claras, o evento vai permitir a angariação de donativos para o Grupo Lobo que se dedica à conservação do Lobo Ibérico e do seu habitat.

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“O Principezinho”, 22 dez, 16h+18h, Fórum da Maia

forum_maia2“O Principezinho”

22 dezembro, 16h + 18h, Fórum da Maia

Autor de inúmeros artigos sobre a guerra, Antoine de Saint-Exupéry desenvolveu em “O Principezinho” uma narrativa que na sua camada mais profunda exponencia o apreço pela vida. Valores como a perda, a amizade e o amor são apresentados de forma ingénua e simples, mas acessível e desarmante para crianças e adultos. A presente criação aposta numa dimensão de espetáculo musicado, em que a expressão do texto, além de dito, é também cantado. A música reforçará a leveza poética de uma obra que, rivalizando até com a própria Bíblia, tem sido das mais editadas e representadas em todo o mundo.

A obra de Saint-Exupéry potencia uma grande versatilidade da narrativa e do imaginário, proporcionando um desenvolvimento visual adequado à contemporaneidade. Perante a sugestão visual que o autor propicia (ele próprio ilustrador da sua história) em relação ao deserto, aos asteroides, cometas e planetas, haverá um diálogo entre a projeção vídeo do universo e a cenografia que harmoniza e materializa os asteroides no espaço cénico. Na procura/viagem que O Principezinho faz pelos diferentes planetas encontra a diversidade das personagens acantonadas e sós. E para cada uma dessas personagens haverá uma música, elemento também distintivo de cada situação. A plasticidade, a interpretação e a conceção musical, cada uma enriquecerá o espetáculo, mostrando que uma parte do jogo teatral é para a criança e outra para o adulto. Sabendo também equacionar que há adultos que querem a visão da criança e crianças que querem ser tratadas como adultas.

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Porto Antistress

Porto Antistress

23 dezembro, 10h, Parque Oriental do Porto

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Uma Noite no Futuro, até 22 dez, Teatro Carlos Alberto

teca8Uma Noite no Futuro

Até 22 dezembro, quarta e sábado 19h | quinta e sexta 21h | domingo 16h, Teatro Carlos Alberto

Nas vésperas do Natal, “Uma Noite no Futuro” associa obras dramáticas de dois contemporâneos, ambos leitores das Escrituras e cultores da forma breve: Gil Vicente, o ilustre desconhecido que fundou o teatro português, e Samuel Beckett, um dos inventores do (impropriamente) designado “teatro do absurdo”. Dirigido por Nuno Carinhas – encenador em cujo percurso os dois dramaturgos detêm um lugar central –, “Uma Noite no Futuro” faz-se de “Velha Toada”, reescrita beckettiana de uma peça radiofónica de Robert Pinget raramente posta em cena, na qual dois velhos lembram (e deslembram) o passado enquanto o mundo moderno, sob a forma de ruídos e motores, lhes passa ao lado, e “A Última Gravação de Krapp”, monólogo em que um homem dialoga, no seu 69.º aniversário, com uma gravação que fizera trinta anos antes, escarnecendo de si enquanto jovem. Finalmente, um quase secreto dramatículo vicentino, escrito em português e saiaguês: “Fé”, auto estreado no Natal de 1510, no qual dois pastores “atibobados” manifestam um cómico deslumbramento diante das coisas do Natal, abrindo caminho a uma personagem alegórica: a Fé. Luzes e sombras, ignorantes e desmemoriados, solidão e festa, barulho e silêncio – a noite na Terra.

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