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Agenda Cultural

“A Surpreendente Fábrica do Chocolate – O Novo Musical”

fabrica_chocoloate“A Surpreendente Fábrica do Chocolate – O Novo Musical”

Até 6 janeiro, Mar Shopping Matosinhos

“A Surpreendente Fábrica do Chocolate” abre os seus portões para apresentar ao público a deliciosa receita do novo musical! Fundada há mais de 100 anos, é na Surpreendente que é produzido, alegremente, o mais saboroso chocolate do mundo.

Após uma longa viagem, Bartolomeu V regressa à fábrica com a missão de geri-la, introduzindo modelos inovadores. Mas, como quem tudo quer tudo perde, a Surpreendente Fábrica do Chocolate vive a mais séria ameaça: o roubo da receita secreta, pela malvada Bárbara! Com o apoio da sua apaixonada Belinda, o conforto da Mãe, a ajuda do fiel encarregado Baltazar e dos mágicos antepassados da Surpreendente, Bartolomeu V irá perceber que a verdadeira inovação está no interior de cada um de nós. Conseguirá a malvada Bárbara enganar tudo e todos para chegar ao segredo? Uma história apetitosamente surpreendente e irresistível... tal e qual chocolate!

Raquel Matos Cruz escreveu. Rita Ribeiro e um conjunto de jovens atores dar-lhe-ão corpo. E Herman José… a voz. “A Surpreendente Fábrica do Chocolate – O Novo Musical” é o espetáculo que, este Natal, o Mar Shopping Matosinhos e a AM apresentam.

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Exposições no Museu de Serralves

serralv_2"Joan Miró e a morte da pintura"

Até 3 março, Casa de Serralves

A exposição "Joan Miró e a morte da pintura” centra-se na produção artística do mestre catalão em 1973, altura em que, com oitenta anos de idade, preparava uma importante retrospetiva no Grand Palais, em Paris. Numa série de telas perfuradas de 29 de março de 1973, de relevos tecidos ("Sobreteixims” e "Sobreteixims-Sacks”) executados em 1972 e 1973 em colaboração com Josep Royo e em cinco "Toiles brûlées” (Telas queimadas) executadas entre 4 e 31 de dezembro de 1973, Miró deu largas à sua raiva estética. Precisamente no momento em que a crítica anunciava a "morte da pintura” como um facto consumado perante práticas que desafiavam as narrativas do alto modernismo - arte processual, performance, land art e instalação -, Miró colocou a pintura à prova, numa tentativa de renovar os seus recursos e procedimentos.  

A exposição reúne onze obras pertencentes à Coleção do Estado Português em depósito na Fundação de Serralves, e vinte e três pinturas e objetos provenientes de coleções públicas e privadas de Espanha e de França. A mostra inclui ainda uma secção documental que oferece ao visitante a possibilidade de observar os métodos de trabalho de Miró na execução dos "Sobreteixims”, incluindo um filme do conhecido fotógrafo catalão Francesc Català Roca que regista o processo de criação e destruição das "Toiles brûlées”.

serralv_4Robert Mapplethorpe: Pictures

Até 6 janeiro, Museu de Serralves

Robert Mapplethorpe, Self Portrait,1983 © Robert Mapplethorpe Foundation.  Used by permission.

Robert Mapplethorpe (Nova Iorque, 1946 – Boston, 1989) criou algumas das imagens mais icónicas, polémicas e surpreendentes da fotografia contemporânea. “Robert Mapplethorpe: Pictures” reúne 179 obras de toda a sua carreira, desde as primeiras colagens e polaroides até às fotografias de flores, nus, retratos e imagens de cariz sexual que fizeram de Mapplethorpe um dos fotógrafos mais notáveis do século XX.

Antes de escolher a fotografia como meio, Mapplethorpe estudou pintura e escultura em Nova Iorque e foi influenciado pela arte de Joseph Cornell e Marcel Duchamp, mas também pela fotografia do século XIX de Julia Margaret Cameron e outros. As suas primeiras colagens, assemblagens e fotografias (inicialmente realizadas com uma câmara Polaroid) revelam o interesse crescente na sexualidade e na composição - ângulos retos, formas geométricas de luz - que viria a definir a sua obra matura. Trabalhando a partir de 1975 com uma câmara Hasselblad totalmente manual, Mapplethorpe começa a recorrer a exposições longas e composições metodicamente dispostas e ordenadas no seu estúdio para criar retratos, nus e naturezas-mortas, cujos equilíbrio, ordem e conteúdo redefiniram a fotografia como forma artística.

Mapplethorpe tratou todos os seus temas com igual atenção e precisão, desde órgãos sexuais ou arranjos de flores até aos retratos de amigos, amantes, celebridades e colaboradores, transformando a fotografia numa performance controlada entre o artista e o seu sujeito.

Todas as obras de arte expostas são propriedade da Robert Mapplethorpe Foundation, Nova Iorque.

serralv_5"Anish Kapoor: Obras, Pensamentos, Experiências"

Até 6 janeiro 2019, Museu e Parque de Serralves

Anish Kapoor (Mumbai, Índia, 1954) é um dos mais importantes escultores contemporâneos e a primeira mostra individual em Portugal da sua obra inclui quatro peças distribuídas pelo Parque de Serralves, acompanhadas por uma escultura no museu e 56 maquetas concebidas pelo artista ao longo dos últimos 40 anos.

A exposição reúne uma seleção de trabalhos de exterior representativos da linguagem escultórica de Kapoor, para a qual a materialidade, a escala, o relacionamento com a arquitetura, a paisagem e o observador são fatores constitutivos.

A sua escolha e a sua localização relativa no Parque de Serralves foram cuidadosamente definidas pelo artista para criar um itinerário através do tempo, do espaço, das formas de perceção e de atribuição de significado. A apresentação no espaço expositivo central do Museu de 56 maquetas de projetos executados e não executados concebidas nos últimos quarenta anos remete para a escala íntima do ateliê do artista, como espaço de pensamento e de experimentação.

Destaque para a peça “Sectional Body Preparing for Monadic Singularity”, construída em PVC vermelho e exposta pela primeira vez no Palácio de Versalhes, em França, em 2015. Outra das obras é “Sky Mirror”, que já passou por Londres, no Reino Unido, Paris, em França, ou Mumbai, na Índia, a cidade de Anish Kapoor. É um espelho côncavo de aço inoxidável que reflete o céu.

Já a nova “Language of Birds” consiste numa escada em espiral onde uma vez por semana vai subir um perito a chamar aves, com os sons específicos para cada espécie de pássaro. Há ainda, entre outras, “White Out”, exposta no museu, que se trata de uma escultura monolítica branca.

serralv_1Pedro Costa: Companhia

Até 27 janeiro 2019, Museu de Serralves

"Companhia" reúne obras de Pedro Costa realizadas, ao longo dos anos, em colaboração com o escultor Rui Chafes, os cineastas Danièle Huillet, Jean Marie-Straub, Chantal Akerman ou o fotógrafo Paulo Nozolino.

A exposição inclui também obras de alguns artistas que têm estado diretamente presentes em filmes de Pedro Costa como o fotógrafo Jacob Riis, o pintor Théodore Géricault ou o poeta Robert Desnos, bem como pinturas, desenhos e filmes que têm acompanhado a sua vida e o seu trabalho de cineasta.

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Exposições no Centro Português de Fotografia

cpfPrémio Estação Imagem | 2018 Coimbra

Até 3 fevereiro, Centro Português de Fotografia

Verão Negro ©Patrícia de Melo Moreira

A Câmara Municipal de Coimbra é o novo parceiro oficial do Prémio Estação Imagem, o concurso destinado ao fotojornalismo e único na Península Ibérica. Este Prémio é um dos raros que se realizam em todo o mundo focados na reportagem fotojornalística, sendo atribuído por escolha do júri entre todos os trabalhos apresentados a concurso nas diversas categorias: Notícias; Vida Quotidiana; Assuntos Contemporâneos; Ambiente; Série Retratos; e Desporto. Juntam-se ainda o Prémio Europa, este ano com o tema “Geração Erasmus, a Europa em Nós”; e o Prémio Noroeste Peninsular, desta vez sobre “As Pontes que nos unem”. A par da atribuição das bolsas Estação Imagem 2018 Coimbra e Viana do Castelo, o júri escolheu ainda a Fotografia do Ano.

Fotógrafos presentes nesta exposição coletiva: Patrícia de Melo Moreira | Gabriel Tizón | Nuno André Ferreira | Filipe Amorim | Rui Duarte Silva | Bruno Fonseca | Luís Preto | José Ferreira | Rui Oliveira | Gonçalo Delgado | Mariline Alves | Leonel de Castro | Mário Lopes Pereira | António Pedro Santos

cpf_3Bolsa Estação Imagem | 2017 Viana do Castelo

“Minhotos de pele salgada”

Até 3 fevereiro, Centro Português de Fotografia

© Leonel de Castro 

Exposição fotográfica do vencedor da bolsa Estação Imagem | 2017 Viana do Castelo, “Minhotos de pele salgada”, de  Leonel de Castro.

Esta exposição de 30 fotografias, com uma nova forma de apresentação em relação às anteriores exposições da Bolsa, é o resultado do projeto que Leonel de Castro levou a cabo ao longo do ano, com os pescadores da região de Viana do Castelo.

"Mar minhoto. À região onde Portugal nasceu e de onde se expandiu para sul até onde a terra acaba, sempre com o Atlântico como vizinho, associamos mais o chão verdejante do que o mar alteroso, mas há muito que me intrigava a natureza das comunidades piscatórias da região. O que fazem, como vivem, o que sentem, o que as torna únicas num país cuja dimensão marítima é imensa e onde se pesca de Caminha a Vila Real de Santo António, nos Açores, na Madeira, até nos rios. Que parcela do “Mar Português” é esta?

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"Transantiquity", até 17 fev, Galeria Municipal do Porto

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"Transantiquity"

Até 17 fevereiro, Galeria Municipal do Porto

A sexta e última exposição de 2018 na Galeria Municipal do Porto tem curadoria de Filipa Oliveira e Guilherme Blanc. Inclui obras de 20 artistas cujo trabalho estabelece uma relação entre os paradigmas da Antiguidade e o tempo contemporâneo. De que forma estamos condicionados pelo "cânone clássico" da Grécia Antiga e da Roma Antiga, berços da civilização ocidental?

A exposição propõe que, nos tempos de crise política e social em que vivemos, torna-se vital revisitar e reavaliar os fundamentos da Antiguidade, que ciclicamente alicerçam as sociedades ocidentais, simultaneamente questionando as suas fronteiras temporais e geográficas e respetivas narrativas. Num mundo cada vez mais globalizado, como pode essa reflexão revelar diferentes perspetivas e orientar possíveis futuros?

A linearidade do Tempo e o desejo cíclico pelo "clássico", as ruínas do passado e as ruínas contemporâneas são alguns dos temas abordados na exposição, que inclui obras de artistas de múltiplos contextos, origens e práticas: Ana Mendieta, Ana Vieira, Basim Magdy, Benoît Maire, Clemens Von Wedemeyer, Derek Jarman, Dineo Seshee Bopape, Fernando Lanhas, Francisco Tropa, Gabriele de Santis, Grayson Perry, Guan Xiao, Haris Epaminonda, Jeronimo Voss, Joana Escoval, Mariana Castillo Deball, Mary Reid Kelley e Patrick Kelley, Núria Güell, Pablo Bronstein e Vasco Araújo.

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