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Porto de Leixões vai ter novos investimentos

porto_leixoesO Projeto de Reconversão do Terminal de Contentores Sul do Porto de Leixões - um investimento de 43,4 milhões, realizado pela operadora portuária turca Yilport – foi apresentado na passada sexta-feira. No mesmo dia, a ministra do Mar adiantou que a 27 de fevereiro serão anunciados novos investimentos para o Porto de Leixões.

O Porto de Leixões é o segundo maior porto nacional e o mais eficiente na Península Ibérica, na sua escala, considera a Yilport, que quer por isso aumentar o investimento neste porto para o levar a “um próximo nível”.

O Porto de Leixões exporta atualmente para 184 países. Com uma capacidade para 650 mil TEU (medida-padrão utilizada para calcular o volume de um contentor), em 2018 ultrapassou os 660 mil TEU. Também no ano passado recebeu 19,2 milhões de toneladas de carga e 2551 navios. De acordo com dados da Yilport, citados pelo jornal Público, esta área portuária totaliza 17% do PIB do Norte de Portugal e 6% do PIB nacional e representa 18% do emprego do Norte do país e 7% do território nacional.

O porto de Matosinhos é composto por três terminais: Terminal Norte, com 5,4 hectares, 360 metros de cais e 10 metros de profundidade, capaz de suportar 150 mil TEU; Terminal Sul com 13,1 hectares, 540 metros de cais e 12 metros de profundidade, capaz de receber 450 mil TEU, e um Terminal Multiusos, com 6 hectares, 220 metros de cais e 10 de profundidade, com capacidade para 50 mil TEU. Em percentagem, a carga divide-se em 68% pelo Sul, 24% pelo Norte e 8% pelo Multiusos, refere o Público.

O investimento agora anunciado de 43,4 milhões de euros prevê a extensão da plataforma do Terminal Sul, a criação de uma nova entrada, inclusão de duas linhas de carris ao longo do mesmo, a construção de uma nova área de edifícios administrativos e operacionais e a aquisição de novos equipamentos.

No próximo dia 27 de fevereiro, Ana Paula Vitorino voltará ao Terminal dos Cruzeiros para anunciar novos investimentos. A ministra do Mar não quis adiantar qualquer informação adicional mas considerou que “Face à evolução, (o porto) precisa de ter mais capacidade de movimentação de contentores e de funcionamento para que continue a ser uma peça fundamental do nosso sistema logístico e do nosso sistema económico”.

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