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Entrevistas

Daniel Serrão

daniel_serraoO eterno otimista

Nasceu em Vila Real mas fez-se portuense num passeio até à Foz. Daniel Serrão, de 84 anos, anátomopatologista e professor jubilado da Universidade do Porto, é conhecido dentro e fora do país e garante que, enquanto não se esgotar a curiosidade, viver é o que ainda lhe falta fazer. À chegada, saudou-nos com um forte abraço porque, diz, liberta dopamina, o "peptídeo" da felicidade.

"Eu, a contar histórias, sou uma desgraça", avisou, com a destreza de movimentos de um homem de 20 anos e a experiência de um outro que já chegou além dos 80. Sentado, de perna cruzada, numa das cadeiras do seu escritório "forrado" de livros, Daniel Serrão mantém o tom de voz de quem ensina há várias décadas e guarda nas mãos o poder de alguém que conhece, como ninguém, o interior de um corpo humano. Para o anátomopatologista, conhecido nacional e internacionalmente, lidar com a morte nunca foi um problema, razão pela qual, aos 84 anos, jura manter um "otimismo permanente", baseado na ideia de que nenhuma dificuldade é superior à nossa vontade de a vencer".
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Maria Cândida Rocha e Silva

maria_candidaA Senhora da banca

Licenciou-se em Letras, mas acabou à frente da Casa Carregosa, instituição de câmbios que herdou do pai. Maria Cândida Rocha e Silva tem duas filhas, cinco netos e é a única banqueira de Portugal. O respeito pela sabedoria dos mais velhos, a leitura e a beleza do Douro são aspetos dos quais não prescinde no seu dia-a-dia.

Aos 68 anos, Maria Cândida Rocha e Silva guarda na bagagem a experiência de ter sido a primeira mulher portuguesa a exercer a profissão de corretora de bolsa. Com uma postura de costas impecavelmente correta e uma grande subtileza nas mãos, que a apoiam no discurso, a banqueira, natural de Vila do Conde, admite que em certos momentos da vida, o seu percurso acaba por estar sobreposto ao do Banco Carregosa, no qual exerce a função de presidente do Conselho de Administração.

António Lobo Xavier

lobo_xavierUm homem de paixões

Sentado numa esplanada da Foz do Douro, de forma descontraída, António Lobo Xavier admitiu ter sido conquistado e desafiado pela cidade do Porto. Com uma carreira marcada pela advocacia, gestão de empresas e política, do lado do CDS, Lobo Xavier reconhece que gostaria de desempenhar um cargo executivo no Governo.

Nascido em Coimbra, em 1959, o advogado, gestor, comentador político, pai e guitarrista nas horas vagas começou a frequentar a Invicta com maior frequência quando fundou, juntamente com um grupo de amigos, um escritório de advocacia e começou a dar aulas na Universidade Portucalense. Além disso, uma “experiência mais emotiva” viria a fazê-lo optar por transferir a sua vida para a cidade nortenha. “Um dia, ao passar num bairro da Marechal Gomes da Costa, vi uma daquelas casas pequeninas para alugar e achei-a irresistível”, confessou, reconhecendo que depressa conseguiu imaginar a sua vida naquele local.

À descoberta da inovação

net1Numa fase em que muito se fala de empreendedorismo, o diretor geral da NET – Novas Empresas e Tecnologias, S.A (BIC Porto), José de Almeida Martins, explicou à Viva em que consiste um “Business and Innovation Centre”.

Revista Viva: Como surgiu a oportunidade de criar um Business and Innovation Centre no nosso país?
José de Almeida Martins: É verdade que nos últimos tempos se tem falado muito em empreendedorismo, inovação e apoio às PME porque a conjuntura força esse estímulo.

Maria da Fé

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“Até que a voz me doa”

Maria da Fé é uma fadista de renome internacional que imortalizou temas como «Cantarei até que a voz me doa» ou «Vento do Norte». Nasceu no Porto, cidade de onde destaca as pessoas e a capacidade de trabalho. Já celebrou 50 anos de carreira e conta com diversas homenagens de grande envergadura nomeadamente a Medalha do Mérito Cultural ou as medalhas de ouro das cidades de Porto e de Lisboa.

Maria da Conceição Costa Gordo, nasceu no Porto a 25 de maio de 1945, na freguesia de Massarelos. Da infância na cidade guarda, principalmente, memórias dos tempos de escola, onde frequentou a da Ordem da Trindade. “Os professores, não sei porque motivo, gostavam muito de mim”, diz, salientando que as suas lembranças mais antigas estão diretamente ligadas à cidade do Porto. “Era a cidade onde vivia com os meus pais e os meus irmãos. Sempre gostei do Porto e continuo a gostar”.
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