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Entrevistas

Mónica Ferraz

monica_ferrazVoz e Glamour

É já uma das vozes de maior sucesso a nível nacional e com uma boa projeção no estrangeiro. Mónica Ferraz é tripeira «de gema» e orgulha-se disso. Entre algumas brincadeiras com o filho, os gatos e “Ghost”, o cão, a cantora desvendou o seu passado e a sua nova etapa profissional, uma experiência que adjetiva como “fantástica”.
As recordações dos momentos vividos, aos três anos, no palco do Teatro Sá da Bandeira, com um tutu cor-de-rosa orgulhosamente vestido, fazem-na desconfiar de que, provavelmente, não saberia viver sem o contacto com o público. “Sinto que preciso mesmo dessa adrenalina”, confessou, descontraidamente, a cantora Mónica Ferraz, que assume contrastar as “pratas e os vestidos rodados” com a máxima “simplicidade de caráter”.
E é com boa disposição e atenção focada no aparelho de monitorização do sono do pequeno Ían, o filho, que a artista portuense admite estar a viver os seus verdadeiros “Golden Days”.
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Daniel Serrão

daniel_serraoO eterno otimista

Nasceu em Vila Real mas fez-se portuense num passeio até à Foz. Daniel Serrão, de 84 anos, anátomopatologista e professor jubilado da Universidade do Porto, é conhecido dentro e fora do país e garante que, enquanto não se esgotar a curiosidade, viver é o que ainda lhe falta fazer. À chegada, saudou-nos com um forte abraço porque, diz, liberta dopamina, o "peptídeo" da felicidade.

"Eu, a contar histórias, sou uma desgraça", avisou, com a destreza de movimentos de um homem de 20 anos e a experiência de um outro que já chegou além dos 80. Sentado, de perna cruzada, numa das cadeiras do seu escritório "forrado" de livros, Daniel Serrão mantém o tom de voz de quem ensina há várias décadas e guarda nas mãos o poder de alguém que conhece, como ninguém, o interior de um corpo humano. Para o anátomopatologista, conhecido nacional e internacionalmente, lidar com a morte nunca foi um problema, razão pela qual, aos 84 anos, jura manter um "otimismo permanente", baseado na ideia de que nenhuma dificuldade é superior à nossa vontade de a vencer".
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Maria Cândida Rocha e Silva

maria_candidaA Senhora da banca

Licenciou-se em Letras, mas acabou à frente da Casa Carregosa, instituição de câmbios que herdou do pai. Maria Cândida Rocha e Silva tem duas filhas, cinco netos e é a única banqueira de Portugal. O respeito pela sabedoria dos mais velhos, a leitura e a beleza do Douro são aspetos dos quais não prescinde no seu dia-a-dia.

Aos 68 anos, Maria Cândida Rocha e Silva guarda na bagagem a experiência de ter sido a primeira mulher portuguesa a exercer a profissão de corretora de bolsa. Com uma postura de costas impecavelmente correta e uma grande subtileza nas mãos, que a apoiam no discurso, a banqueira, natural de Vila do Conde, admite que em certos momentos da vida, o seu percurso acaba por estar sobreposto ao do Banco Carregosa, no qual exerce a função de presidente do Conselho de Administração.

António Lobo Xavier

lobo_xavierUm homem de paixões

Sentado numa esplanada da Foz do Douro, de forma descontraída, António Lobo Xavier admitiu ter sido conquistado e desafiado pela cidade do Porto. Com uma carreira marcada pela advocacia, gestão de empresas e política, do lado do CDS, Lobo Xavier reconhece que gostaria de desempenhar um cargo executivo no Governo.

Nascido em Coimbra, em 1959, o advogado, gestor, comentador político, pai e guitarrista nas horas vagas começou a frequentar a Invicta com maior frequência quando fundou, juntamente com um grupo de amigos, um escritório de advocacia e começou a dar aulas na Universidade Portucalense. Além disso, uma “experiência mais emotiva” viria a fazê-lo optar por transferir a sua vida para a cidade nortenha. “Um dia, ao passar num bairro da Marechal Gomes da Costa, vi uma daquelas casas pequeninas para alugar e achei-a irresistível”, confessou, reconhecendo que depressa conseguiu imaginar a sua vida naquele local.

À descoberta da inovação

net1Numa fase em que muito se fala de empreendedorismo, o diretor geral da NET – Novas Empresas e Tecnologias, S.A (BIC Porto), José de Almeida Martins, explicou à Viva em que consiste um “Business and Innovation Centre”.

Revista Viva: Como surgiu a oportunidade de criar um Business and Innovation Centre no nosso país?
José de Almeida Martins: É verdade que nos últimos tempos se tem falado muito em empreendedorismo, inovação e apoio às PME porque a conjuntura força esse estímulo.
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