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Entrevistas

À descoberta da inovação

net1Numa fase em que muito se fala de empreendedorismo, o diretor geral da NET – Novas Empresas e Tecnologias, S.A (BIC Porto), José de Almeida Martins, explicou à Viva em que consiste um “Business and Innovation Centre”.

Revista Viva: Como surgiu a oportunidade de criar um Business and Innovation Centre no nosso país?
José de Almeida Martins: É verdade que nos últimos tempos se tem falado muito em empreendedorismo, inovação e apoio às PME porque a conjuntura força esse estímulo.

Maria da Fé

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“Até que a voz me doa”

Maria da Fé é uma fadista de renome internacional que imortalizou temas como «Cantarei até que a voz me doa» ou «Vento do Norte». Nasceu no Porto, cidade de onde destaca as pessoas e a capacidade de trabalho. Já celebrou 50 anos de carreira e conta com diversas homenagens de grande envergadura nomeadamente a Medalha do Mérito Cultural ou as medalhas de ouro das cidades de Porto e de Lisboa.

Maria da Conceição Costa Gordo, nasceu no Porto a 25 de maio de 1945, na freguesia de Massarelos. Da infância na cidade guarda, principalmente, memórias dos tempos de escola, onde frequentou a da Ordem da Trindade. “Os professores, não sei porque motivo, gostavam muito de mim”, diz, salientando que as suas lembranças mais antigas estão diretamente ligadas à cidade do Porto. “Era a cidade onde vivia com os meus pais e os meus irmãos. Sempre gostei do Porto e continuo a gostar”.

Rui Veloso

rui_velosoCorpo e alma portuenses

Conhece de cor a cartilha do rock’n’roll português. Pisou caminhos pouco conhecidos, lutou por regras que ainda não existiam e abalou o panorama musical português. Com mais de três décadas de carreira, Rui Veloso procura contrariar a crise com um novo trabalho, porque “o prometido é devido”.

Sentado na esplanada, com o olhar sobre o Douro, ainda é o som de Rory Gallagher, ouvido no carro, no percurso até à Ribeira, que lhe domina o pensamento. Depois de mais de trinta anos de carreira, alguns construídos a desbravar caminho para a geração de músicos que se seguiu, Rui Veloso jura não abrir mão da irreverência e da liberdade de miúdo. “Os meus pais que o digam, ainda hoje sou assim”, garante. E é com essa “personalidade vincada”, que se associa às gentes do Norte, e com o acentuar da pronúncia da Invicta que o cantor assume a cidade que é sua – o Porto.

Alberta Marques Fernandes

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Porto de afetos

Todos a conhecem do pequeno ecrã. A jornalista que abriu a primeira emissão da SIC, em 1992, continua na informação, agora na RTP-N. Conhecida pela sua simpatia, Alberta Marques Fernandes é a pivô de voz sensual, que um dia sonhou ser uma «enviada especial». Filha de um portuense e de uma angolana, habituou-se a gostar do Porto, cidade pela qual diz ter um profundo afeto, sempre associado à memória do pai.

Alberta Marques Fernandes, 43 anos, jornalista, nasceu no Porto, na freguesia da Sé, tendo sido batizada, “com muito orgulho”, na Igreja do Bonfim, freguesia onde ainda vive toda a sua família paterna. “Nasci no Porto por vontade do meu pai, tripeiro ferrenho, que queria que o seu primogénito nascesse na sua cidade. Mas passei apenas alguns meses, nunca cá vivi”, diz a jornalista. Angola, a terra da mãe, foi a próxima paragem, onde ficou até aos seis anos porque era lá que o pai, engenheiro de petróleos, trabalhava
Em 1974, a família regressou a Portugal mas foi residir para Lisboa, dadas as funções do pai. ”O Porto sempre foi, até o meu pai morrer, a nossa segunda cidade”, onde eram passadas as épocas festivas como Páscoa, Natal, férias e fins de semana prolongados. “Cheguei a passar seis meses no norte, em Moledo, com a minha mãe e um irmão, na época em que o meu pai foi para os Estados Unidos fazer uma especialização”, conta.
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Rui Moreira

rmoreiraUma voz do Porto

Genuinamente tripeiro, portista de coração, regionalista por convicção, gestor por formação. Esta é uma forma, entre muitas possíveis, para definir o presidente da Associação Comercial do Porto. Guiado por uma forte consciência politica e um elevado sentido cívico, Rui Moreira dispensa apresentações, sendo um dos mais interventivos protagonistas da Invicta. Partilha de uma grande admiração pela cidade, com a qual mantém uma verdadeira “relação de amor” e é, ainda, conhecido por ser um fervoroso adepto do FC Porto.

Defender o lóbi regional. É assim que Rui Moreira caracteriza a sua intervenção na vida da cidade, quer como cidadão, quer como presidente da Associação Comercial do Porto (ACP). “A cidade e a região precisam de vozes que defendam os seus interesses já que, atualmente, existe uma certa incapacidade de mobilização”, sustenta, salientando que este é o principal defeito do Porto, que tem vindo a perder alguma da sua aptidão reivindicativa e, consequentemente, protagonismo a nível nacional. “O Porto torna-se, por vezes, numa cidade resignada à sua sorte”, refere, sublinhando que isto se deveu, nomeadamente, quer a culpas próprias, quer a externas. “A noção de individualismo e independência sempre fez parte do caráter das elites do Porto. No entanto, havia momentos em que se ouvia uma espécie de toque a reunir, em que a voz da cidade clamava em uníssono pelas causas que queria abraçar”. E, garante Rui Moreira, foi isto que se perdeu.
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