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Matosinhos quer linhas de autocarros do concelho geridas pela STCP

matosinhos_cm8A Câmara de Matosinhos quer mais linhas e uma rede única no concelho gerida pela STCP e abrangida pelo passe Andante. A proposta, que foi aprovada esta semana em reunião de executivo camarário, segue agora para a Área Metropolitana do Porto (AMP).

Apresentada pelo vereador responsável pelo pelouro da Mobilidade, José Pedro Rodrigues, a proposta prevê um aumento da extensão total da rede e um reforço do serviço em zonas carenciadas através de novas linhas.

Fazem parte dessa lista, segundo o jornal Público, as seguintes ligações: Lavra e o Pólo Empresarial IKEA/Centro Comercial, com extensão ao metro; Via Norte a todos os importantes pólos empresariais nas imediações desta artéria; uma linha rápida entre Leça da Palmeira ao metro na Senhora da Hora, passando pelos parques de estacionamento gratuitos no centro de Matosinhos e outra entre o Aeroporto Sá Carneiro e a Senhora da Hora, abrangendo zonas do território municipal com escassez ou ausência de oferta de transportes públicos.

Segundo o documento, a futura frota deverá incorporar veículos amigos do ambiente, “com fontes de energia mais sustentáveis do que a atual”.

Já no que diz respeito ao tarifário, além de manter o passe Andante em toda a rede, poderá ser complementado por outras opções como um “passe metropolitano”, tendo em vista a diminuição dos custos de acesso ao transporte público.

A proposta manifesta também a preocupação no sentido de uma “evolução positiva nos horários”, especialmente nos noturnos, no serviço que abrange os pólos de maior concentração de emprego.

A autarquia defende ainda que a STCP seja o operador interno do concelho, fazendo corresponder a esta gestão “uma rede única, otimizada, coerente e servida com idêntica qualidade por todo o território”.

De recordar que, em maio, a Câmara de Matosinhos anunciou que o concurso público para escolher a nova empresa responsável pelo serviço público de transportes públicos do concelho, atualmente entregue à Resende, seria antecipado. Isto devido ao longo historial de incidentes e anomalias mecânicas envolvendo a empresa matosinhense: em menos de um ano pelo menos três autocarros incendiaram em horário de expediente.

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