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Porto Heart Center

porto_heart_center1Tecnologias inovadoras e diferenciadas

Já nasceu o primeiro Heart Center do norte do país, caracterizado por tecnologias inovadoras, marcadas por um acompanhamento especializado. A VIVA! visitou o espaço e ficou a conhecer as valências desta unidade integrada na Casa de Saúde da Boavista.

Este Porto Heart Center (PHC) é o primeiro na região norte do país e permite o tratamento de pacientes com patologia cardíaca vascular e estrutural, dando continuidade ao Centro de Cardiologia de Intervenção que nasceu em 2016.

“Acabamos por transformar não só num centro de diagnóstico, mas também num conjunto de clínicas que se uniu. Hoje em dia somos 34 clínicas que fazem cardiologia, das quais 13 têm médicos a fazer consulta”, contou-nos João Guimarães, cardiologista responsável pelo Porto Heart Center e diretor médico da Unilabs Portugal.

porto_heart_center3Surgiu, assim, a necessidade de complementar este diagnóstico e esta consulta com uma unidade que tivesse capacidade de fazer o diagnóstico mais diferenciado e que conseguisse fazer o tratamento a esses doentes que vêm de todas as unidades.

Refira-se que no Porto Heart Center podem também realizar-se procedimentos de intervenção vascular (Cateterismo Cardíaco Diagnósticos e Angioplastia Coronária) e intervenção cardíaca estrutural (TAVI, Implante Transapical de Válvula Aórtica, MITRACLIP, Encerramento Transcatéter de forâmen oval patente e Encerramento Transcatéter do apêndice auricular esquerdo).

O PHC dispõe, ainda, de uma Unidade de Eletrofisiologia com capacidade para realizar estudos eletrofisiológicos e terapêuticas de ablação de taquiarritmias, nomeadamente fibrilação auricular.

porto_heart_center4Na área das doenças valvulares, desde 2008 que se tem assistido a uma substituição da terapêutica convencional com riscos muito diminutos, com uma franca melhoria dos resultados finais. “Temos menos complicações e os doentes saem com tempos de internamento mais curtos. No norte esta é a unidade que faz mais esse tipo de tratamentos”.

E acrescentou: “Na área da doença valvular conseguimos resolver a maior parte dos problemas. Mas fazemos, também, o que é comum: o tratamento da doença coronária”.

Mas porquê a integração deste centro na Casa de Saúde da Boavista, questionou-se a certo ponto: “porque hoje em dia este tipo de unidades para os procedimentos serem feitos com qualidade e segurança, torna-se necessário um backup cirúrgico, no caso das coisas correrem mal. Temos de ter a capacidade para o doente ser intervencionado e fazer uma cirurgia de imediato. São coisas raras, mas podem acontecer”, disse.

“Nós temos a sorte de contar com uma equipa de cirurgia a tempo inteiro, que assegura precisamente esse backup, tendo assim capacidade para dar resposta todos os dias a qualquer hora”, rematou João Guimarães.

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