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Sugestões Casa da Música

Sugestões Casa da Música

O Filme do Repórter X
Terça, 18 fevereiro, 19h30, Sala Suggia | 14 €
Remix Ensemble Casa da Música
Brad Lubman direção musical
Worten Digitópia eletrónica e projeção
O Táxi 9297
Reinaldo Ferreira (Repórter X) filme
Igor C. Silva música (estreia mundial; encomenda da Casa da Música e Philharmonie du Luxembourg)
O estrangulamento de uma atriz pelo seu ex-amante, dentro de um táxi, chocou a sociedade lisboeta em 1926. Nos jornais, um tal de Repórter X publicou os resultados das investigações que fez por conta própria, denunciando o autor do crime. O jornalista era Reinaldo Ferreira, o mesmo que pouco depois realizou “O Táxi 9297”, um filme policial que se tornou um clássico do cinema mudo português, inspirado precisamente naquele crime. Realizado nos estúdios da Invicta Film, no Porto, e estreado no Cinema Batalha em 1927, o filme ganha agora uma banda sonora original, escrita especialmente para o Remix Ensemble e para esta ocasião pelo compositor portuense Igor C. Silva.

Typical Me [Super Bock Unlock]
Quarta, 19 fevereiro, 21h30, Café Casa da Música | Entrada livre
Banda bracarense constituída por Adriana Torres (voz), Ricardo Azevedo (teclados), Fábio Pereira (guitarra), Filipe Ferreira (baixo) e Aury Santos (bateria), Typical Me tem na franja neo-soul/r&b/funk a sua praia. Exemplo disso é o single “Show a Little Love”, lançado em outubro do ano passado e que, à cabeça de outros temas, convoca atenções para este concerto.

Quinteto de Ninguém [Super Bock Unlock]
Quinta, 20 fevereiro, 22h, Café Casa da Música | Entrada livre
“Quinteto de Ninguém é um projeto liderado por Ninguém. Neste concerto vamos poder ouvir coisas de Ninguém. Neste quinteto, Ninguém junta pessoas que admira e com quem sente afinidade.” Se o coletivo de jazz se apresenta assim, resta-nos revelar a identidade de Ninguém: João Paulo Silva (saxofone), Ricardo Moreira (piano), Filipe Dias (guitarra), Joni Axel (contrabaixo) e Zé Stark (bateria).

Fado à Mesa
Sexta, 21 fevereiro, 20h30, Restaurante | 39,5 €
Com Adriana Paquete, Pedro Marão e Diogo Aranha.
Mensalmente, o Restaurante Casa da Música torna-se uma verdadeira Casa de Fados, em que o fado é “servido à mesa” por intérpretes de eleição, honrando a nossa melhor tradição, mas também a contemporaneidade da canção portuguesa por excelência.

Tindersticks
Sábado, 22 fevereiro, 21h30, Sala Suggia | 28 € – 32 €
Na digressão mundial de apresentação do seu 11.º álbum de estúdio, os Tindersticks não podiam deixar de regressar a Portugal, onde têm um público fiel. Formados em Londres, em 1992, com dez álbuns de estúdio e oito bandas sonoras para filmes da célebre realizadora Claire Denis, os Tindersticks continuam a ultrapassar fronteiras e a explorar ambientes sonoros fortemente emotivos e com texturas inovadoras. Recentemente foram convidados para o programa inaugural das novas Philharmonie de Paris e Philharmonie de Hamburgo, colaborando frequentemente com orquestras, músicos convidados e vocalistas. Em 2014 foram convidados para criar paisagens sonoras orquestrais para o Museu In Flanders Fields, em Ypres, Bélgica.

Concerto de Carnaval
Domingo, 23 fevereiro, 18h, Sala Suggia | 24 €
Martin André direção musical
Paul Dukas Fanfarra do bailado La Péri
Léo Delibes Excertos do bailado Sylvia
Camille Saint-Saëns Bacanal da ópera Sansão e Dalila
Paul Dukas O aprendiz de feiticeiro
Jean Baptiste Lully Excertos da comédie-ballet Le bourgeois gentilhomme
Emmanuel Chabrier Excertos da ópera Le roi malgré lui
Jacques Offenbach Excertos do bailado Gaîté Parisienne
Sob o signo do humor e da fantasia, a Orquestra Sinfónica celebra um dos momentos mais festivos e libertários do ano, onde as normas podem ser transgredidas e os papéis sociais são frequentemente invertidos. Da extraordinária fanfarra para metais que abre o bailado La Péri, passando por alguns números da inovadora música do bailado “Sylvia”, até à brutal sensualidade do “bacanal” de “Sansão e Dalila” ou às desventuras de um aprendiz de feiticeiro, o concerto da orquestra faz uma viagem por melodias embriagantes e ritmos cómicos e insinuantes, temperado com o tom característico da música francesa – ou não fosse 2020 o Ano França na Casa da Música.

Federico Mecozzi
Domingo, 23 fevereiro, 21h, Sala 2 | 25 €
Já considerado um valor seguro no mundo da música, Federico Mecozzi apresenta o seu primeiro trabalho a solo, “Awakening”, onde se apresenta como violinista, compositor e arranjador. Com formação erudita, Federico reflete no primeiro disco as múltiplas influências do seu percurso, evocando universos tão distintos quanto a pop, o minimalismo ou a música celta da Irlanda e da Escócia. Tem colaborado desde 2009 com o célebre pianista italiano Ludovico Einaudi, tanto nas suas premiadas gravações como nas digressões mundiais.

Patrick Watson
Segunda, 24 fevereiro, 21h30, Sala Suggia | 28 € – 33 €
Quando falamos em artistas indie amados em Portugal, um dos primeiros nomes que nos salta à cabeça é o de Patrick Watson. Com uma longa relação criada com o público português, o canadiano não podia deixar de visitar o nosso país para apresentar o seu novo disco editado em outubro pela Domino. Patrick Watson e os seus acompanhantes do costume prometem uma viagem sonora inesquecível, repleta dos ambientes fantásticos aos quais já nos habituaram e em que não faltarão clássicos como “To Build A Home”.

Concerto de Carnaval Orquestra Geração
Terça, 25 fevereiro, 17h, Sala Suggia | 10 €
José Jesus Olivetti direção musical
Maria Alice voz
Edward Elgar Pompa e Circunstância
Ludwig van Beethoven Sinfonia n.º 5 em Dó menor (1.º andamento)
Luís de Freitas Branco Andante, de Duas Melodias
Eugénio Tavares Despedida
Silvestre Fonseca Parede Bedje
Piotr IlitchTchaikovski Marcha Eslava
Arturo Márquez Danzón n.º 2
Orquestra Geração/Sistema Portugal é um projeto pedagógico de inclusão social através da música cujos resultados são já inegáveis. Ao longo dos últimos anos mudou a vida de muitos jovens, dinamizando a comunidade e estabelecendo laços afetivos que reforçam a autoestima pessoal e coletiva. Tem sido considerado um dos projetos de intervenção social mais significativos da União Europeia e foi distinguida pela Fundação Manuel António da Mota e pela Assembleia da República.

Glenn Miller Orchestra
Quarta, 26 fevereiro, 21h30, Sala Suggia | 35 €
Fundada em 1937 por Glenn Miller, esta célebre big band faz-nos recuar aos tempos do swing contagiante das pistas de dança americanas dos anos trinta, continuando a encantar com os grandes sucessos “Moonlight Serenade”, “In The Mood”, “Tuxedo Junction” ou “Chattanooga Choo Choo”. Ray McVay dirige os cerca de 20 talentosos músicos e cantores que esgotam sempre as salas por onde passam.

Lour [Super Bock Unlock]
Quarta, 26 fevereiro, 21h30, Café Casa da Música | Entrada livre
Chama-se Lourenço Botelho e com apenas 16 anos lançou o seu primeiro single, “Honey”. Assumiu o nome artístico Lour e tem vindo a conquistar um lugar por direito na música portuguesa, onde se define como um “young boy with old thoughts”.

Cati Freitas
Quinta, 27 fevereiro, 21h30, Sala 2 | 12 €
Editado há um ano, o álbum “Estrangeira” iniciava a sua divulgação quando, devido a uma gravidez de risco, Cati Freitas se viu impedida de subir aos palcos. Durante esse tempo, as canções tornaram-se a sua companhia, surgindo a vontade as trazer aos concertos tal como elas começam, na voz e no piano, sem subterfúgios ou distrações. Num concerto marcado pelo intimismo, Cati Freitas demonstra o seu trabalho de exploração da língua portuguesa, com um som que recolhe influências da MPB, da música pop, da intemporalidade acústica do jazz e das refinadas vozes de Ella Fitzgerald, Amália Rodrigues e Elis Regina.

Renato Dias [Super Bock Unlock]
Quinta, 27 fevereiro, 22h, Café Casa da Música | Entrada livre
O guitarrista Renato Dias e o seu trio, completado por Filipe Teixeira (contrabaixo) e Filipe Monteiro (bateria), apresentam composições originais que se propõem contrariar estigmas ou preconceitos associados ao jazz, explorando várias perspetivas do conceito de belo: dos ambientes contemplativos a sonoridades e harmonias delicadas que contrastam com ritmos revigorantes.

Danças de Stravinski
Sexta, 28 fevereiro, 21h, Sala Suggia | 18 € – 23 €
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Michael Sanderling direção musical
Sérgio Carolino tuba
Igor Stravinski Polca de circo
John Williams Concerto para tuba e orquestra
Anton Webern Im Sommerwind
Igor Stravinski Suite de O pássaro de fogo
O regresso do aclamado maestro Michael Sanderling à Casa da Música é sempre um momento alto da temporada da orquestra. O programa começa com a bem¬ humorada “Polca de Circo”, recheada de efeitos grotescos que remetem para o universo circense – na verdade, a obra foi mesmo escrita para um número de elefantes. Uma obra essencial do repertório das grandes orquestras, “O Pássaro de Fogo” foi o bailado que catapultou Stravinski para a fama. Conta a história da viagem de um príncipe ao mundo mágico de um semideus. Pelo meio, o versátil tubista Sérgio Carolino é solista num “Concerto” de John Williams, o compositor mais premiado da história de Hollywood.

The Simon & Garfunkel Story
Sábado, 29 fevereiro, 18h, Sala Suggia | 30 € – 40 €
Sábado, 29 fevereiro, 21h30, Sala Suggia | 30 € – 40 €
Paul Simon interpretado por Sam O’Hanlon
Art Garfunkel interpretado por Charles Blyth
O cancioneiro da mítica dupla Simon & Garfunkel é um dos mais celebrados do mundo. Quando assinaram o mítico Concert In Central Park em Nova Iorque em 1981, Paul Simon e Art Garfunkel arrebataram não apenas o meio milhão de pessoas que os aplaudiu nessa noite, mas toda uma geração que entoou a uma voz temas eternos como “Mrs Robinson”, “Cecília” ou “The Boxer.
The Simon & Garfunkel Story já foi visto por mais de 250 mil pessoas, o que o torna no musical itinerante mais visto no mundo. Inclui as vozes de exceção de Sam O’Hanlon, no papel de Paul Simon e Charles Blyth, que encarna Art Garfunkel, uma banda de músicos de elevadíssima qualidade e novas tecnologias de projeção de vídeo de alta definição tornam esta uma experiência única, perfeita para públicos de todas idades que continuam a querer aplaudir as grandes canções que unem gerações.

Alice no País das Músicas
Domingo, 1 março, 10h + 11h30 + 16h, Sala 2 | 10 €
Jorge Queijo direção artística e interpretação
António Miguel Teixeira, Daniela Castro, Raquel Couto e Tiago Oliveira interpretação
Alice vive literalmente a toque de caixa, guiada por um metrónomo muito preciso que lhe impõe um ritmo constante. Mas tudo muda quando ela descobre uma passagem para outra realidade, onde o ritmo é estranho e complexo e os habitantes contrastam, na sua bizarria, com o padrão certinho e ordenado a que ela estava acostumada. Desafiada por este enigmático mundo novo, Alice aprende que a música e o ritmo vêm de dentro e vão muito para lá dos limites a que os julgava submetidos. É então que ela se encoraja a derrotar o metrónomo.

O Pássaro de Fogo
Domingo, 1 março, 12h, Sala Suggia | 11 €
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Michael Sanderling direção musical
Sérgio Carolino tuba
Concerto comentado por Daniel Moreira
John Williams Concerto para tuba e orquestra
Igor Stravinski Suite de O pássaro de fogo
As obras coreográficas de Igor Stravinski tiveram um papel crucial na evolução das linguagens musicais das salas de concerto, em particular a trilogia criada em 1910-1913 para a célebre companhia Ballets Russes. O “Pássaro de Fogo” foi o primeiro destes bailados e logo na estreia conquistou um sucesso que perdura até hoje, atraindo o público com melodias contagiantes e orquestrações brilhantes. Baseado em contos populares russos, conta uma história recheada de magia. Neste concerto comentado, podemos conhecer não só a narrativa por detrás da obra, mas também entrar pela partitura dentro e perceber, por exemplo, como o compositor retrata com sonoridades contrastantes os aspectos humanos e os fantásticos do libreto.

Nuno Cernadas
Terça, 3 março, 19h30, Sala 2 | 10 €
Nuno Cernadas piano
Alexander Scriabin Sonata nº 2 em Sol sustenido menor, op.19; 2 Danças, op.73: Guirlandes II + Flammes sombres; Sonata nº 10, op.70
Franz Liszt Anos de Peregrinação, 2º ano – Itália: Sonetos 47, 104 e 123 de Petrarca; Après une lecture de Dante: Fantasia quasi Sonata
“Um rio sob o luar” e “uma tempestade no mar”. Assim descreveu Scriabin os dois andamentos da sonata que abre o recital de Nuno Cernadas, pianista que se tem especializado na música do compositor russo. Com influências do Romantismo germânico, dos simbolistas russos e da filosofia, Scriabin tem na sua escrita uma voz inconfundível que marcou a época e ainda hoje suscita curiosidade. Viu a sua carreira enquanto intérprete comprometida quando se encontrava a estudar uma obra temível do outro compositor em programa, Franz Liszt. Années de Pèlerinage é a sua obra pianística mais aclamada e o seu segundo caderno centra-se nas impressões provocadas pela pintura e literatura italiana.

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