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Sugestões Casa da Música

Sugestões Casa da Música

Fado à Mesa
Sexta, 22 março, 20h30, Restaurante CdM | €39,50
Com Rodrigo Rebelo de Andrade, Cátia de Oliveira e Diogo Aranha
Mensalmente, o Restaurante Casa da Música torna-se uma verdadeira Casa de Fados, em que o fado é “servido à mesa” por intérpretes de eleição, honrando a nossa melhor tradição, mas também a contemporaneidade da canção portuguesa por excelência.

Dó-Ré-Mi
Sábado, 23 março, 18h, Sala Suggia | €10,35-€14,10
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Peter Eötvös direção musical
Leticia Moreno violino
György Kurtág Petite musique solennelle (estreia em Portugal)
Peter Eötvös DoReMi, concerto para violino e orquestra (estreia em Portugal)
Béla Bartók Suite de O Mandarim Maravilhoso
17h15, Cibermúsica: Palestra pré-concerto por Daniel Moreira
A residência de Peter Eötvös na Casa da Música apresenta o artista húngaro na sua dupla qualidade de maestro e compositor e faz estrear em Portugal o concerto para violino “DoReMi”. A solista é Leticia Moreno, que tem tido uma carreira meteórica desde que foi selecionada como Echo Rising Star, em 2012, e se apresenta com o seu raríssimo violino Nicola Gagliano de 1762. O programa inclui obras dos mais célebres compatriotas de Eötvös: de György Kurtág, uma obra recente escrita para homenagear Pierre Boulez; de Béla Bartók, a música de um bailado macabro que causou grande escândalo quando estreou na Alemanha, em 1926.

O Beijo Secreto
Domingo, 24 março, 18h, Sala Suggia | €10,35-€14,10
Remix Ensemble Casa da Música
Peter Eötvös direção musical
Ryoko Aoki voz
Victor Pereira clarinete
Peter Eötvös Joyce, para clarinete e quarteto de cordas (estreia em Portugal)
Peter Eötvös Steine
Peter Eötvös The Secret Kiss, para voz e ensemble (estreia em Portugal; encomenda Casa da Música, Gageego Ensemble, Ensemble Musikfabrik, Plural Ensemble, MUPA Budapest and Bunka Kaikan Tokyo)
Pierre Boulez Domaines, para clarinete e ensemble

Peter Eötvös dirige obras suas que viram a luz do dia nos últimos dois anos e que exploram os diálogos entre um solista e um ensemble: é o caso de “Joyce”, em que é solista o clarinetista Victor Pereira, e do melodrama “The Secret Kiss”, com texto em japonês narrado por Ryoko Aoki. Escrita com o objetivo de homenagear Pierre Boulez no seu 60º aniversário, “Steine” é uma obra em que se poderá ouvir os músicos a transformarem pedras em instrumentos musicais. Do próprio Boulez é interpretada “Domaines”, uma peça emblemática que coloca o clarinetista a percorrer o palco para construir diálogos com diferentes grupos instrumentais.

Henrique Portovedo
Terça, 26 março, 19h30, Sala 2 | €9,4 0
Henrique Portovedo saxofone e eletrónica
Pierre Jodlowski La dernier songe de Samuel Beckett
Pierre Boulez Dialogues de l’ombre double
Luís Neto da Costa Orgias do Agora (estreia mundial)
Óscar Escudero POV
Os recitais do multipremiado saxofonista Henrique Portovedo exploram habitualmente as sonoridades híbridas da música contemporânea. Aqui, demonstra como peças de teatro de Beckett e Claudel inspiraram obras de dois compositores de referência da música francesa. Do programa consta ainda uma reflexão sobre a dicotomia real/virtual, pelo espanhol Óscar Escudero, e uma estreia mundial assinada por um compositor nacional da nova geração.

Red Bull Music apresenta: “AZ-RAP: Filhos do Vento”
Terça, 26 março, 21h30, Café Casa da Música | Entrada Livre
Nascido e produzido nos Açores, “AZ-RAP: Filhos do Vento” é o filme que documenta o lado real do hip hop numa cultura e identidade próprias, onde a insularidade é fonte de inspiração. Os protagonistas, que são rappers e agentes de destaque da cultura açoriana, mostram como a criatividade e a realidade resultam neste hip hop que se faz nos Açores.

Rackam
Quarta, 27 março, 21h30, Café Casa da Música | Entrada Livre
Rackam é um quarteto de Monção formado por Nuno Fernandes (guitarra), Tomé Parente (guitarra e baixo), Filipe Marinho (sintetizador, acordeão e percussão) e João Pedro Carvalho (bateria). Assente na fusão de vários estilos, a sua música é alegre e enérgica, animada por poderosas distorções e timbres de guitarra embriagados. Rackam quer fazer música para divertir as pessoas, para as pôr a imaginar cenários de desenhos animados e contos de piratas. “El Chapo” é o single de avanço para o EP de estreia, “Tchim Plim! As Espadas Soam Assim”.

Dinho Nogueira e Zé Barbeiro
Quinta, 28 março, 22h, Café Casa da Música | Entrada Livre
O duo Dinho Nogueira e Zé Barbeiro, residente em Lisboa, apresenta no Café Casa da Música o disco gravado em Paris no ano passado, dedicado a um dos géneros mais representativos do Brasil, o choro. O repertório escolhido combina os temas tradicionais e incontornáveis de um dos maiores nomes do choro, Ernesto Nazareth, com composições contemporâneas do violonista Zé Barbeiro, uma das principais referências musicais e culturais brasileiras.

Rhapsody in Blue
Sexta, 29 março, 21h30, Sala Suggia | €17,85-€ 21,60
Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música
Steven Sloane direção musical
Mário Laginha piano
Aaron Copland Fanfare for the Common Man
Leonard Bernstein Danças Sinfónicas de West Side Story
George Gershwin Rhapsody in Blue
Arturo Márquez Danzón nº 2
Em ano dedicado ao Novo Mundo, seria difícil escolher obras mais icónicas! Desde que foi escrita para assinalar a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial, a “Fanfarra para o Homem Comum” de Copland tornou-se um hino para ocasiões solenes, acontecimentos desportivos, filmes e muito mais. Não menos famoso é o glissando inicial do clarinete em “Rhapsody in Blue”, uma obra de Gershwin largamente influenciada pelas sonoridades do jazz e do blues. O solista ao piano é Mário Laginha, alguém que navega com grande à-vontade entre as músicas escritas e as improvisadas. Tal como Gershwin, o lendário maestro Leonard Bernstein levou o teatro musical muito a sério, tendo escrito uma das partituras mais célebres da história da Broadway: “West Side Story”. O concerto encerra com o poder imparável das percussões na obra mais conhecida do mexicano Arturo Márquez.

PortusCalle 30 Anos
Sábado, 30 março, 20h30, Sala Suggia | €6-€10
A Tuna de Engenharia da Universidade do Porto (TEUP) anuncia a 21ª edição do seu festival, o PortusCalle 30 Anos, contando com algumas das melhores tunas do país.
Prometendo uma grande diversidade de estilos a nível de espetáculo, esta será uma noite cheia de alegria e boa disposição.

Banda Sinfónica Portuguesa
Domingo, 31 março, 18h, Sala Suggia | €9,40
“Concerto Associação Mutualista Montepio”
José Eduardo Gomes direção musical
Marcelo Marques saxofones soprano e barítono
Daniel Amaro Do Outro Lado do Espelho
Luís Tinoco O Caminho de Teseu – dois quadros para saxofone e orquestra de sopros
Rui Rodrigues A Viagem de Balão
Luís Tinoco Nocturnos Americanos
A Banda Sinfónica Portuguesa apresenta a sétima edição do seu Concurso Nacional de Composição, onde os novos talentos da composição contemporânea portuguesa para banda se dão a conhecer. A par destas obras, todos os anos a BSP interpreta também um compositor nacional consagrado, mostrando assim o novo e desafiante repertório que tem sido escrito em anos recentes para este tipo de formação. Este ano o Compositor Convidado é Luís Tinoco, que traz duas obras muito recentes. “O Caminho de Teseu”, escrito em 2018, foi a primeira experiência de Tinoco para orquestra de sopros. Os “Nocturnos Americanos”, obra encomendada pela BSP e apresentada aqui em estreia mundial, têm como fonte de inspiração quatro gravuras dos artistas Edward Hopper, Martin Lewis e Robert Riggs.

Erik Friedlander’s “Throw a glass” | Chris Potter Circuits Quartet
Quarta, 3 abril, 21h, Sala Suggia | €15,05-€18,80
Erik Friedlander’s “Throw a glass”
Erik Friedlander violoncelo
Uri Caine piano
Mark Helias baixo
Ches Smith bateria
Chris Potter Circuits Quartet
Chris Potter saxofone
Craig Taborn piano
Justin Brown bateria
Tim Lefebvre baixo
Dois nomes centrais do jazz norte-americano trazem à Casa da Música os seus novos trabalhos, num concerto duplo em que cada líder é acompanhado por músicos de topo. Veterano do jazz experimental nova-iorquino, o violoncelista Erik Friedlander é especialmente conhecido pelas colaborações com John Zorn. Vem apresentar o seu novo álbum, “Artemisia”, com edição prevista precisamente para este mês. A criatividade sem limites de Chris Potter torna-o um dos saxofonistas mais admirados das últimas décadas. A revista New Yorker define-o como “um tenor que lembra a astúcia de Joe Henderson e que aplica a sua técnica mais ao serviço da música do que do espetáculo”.

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