Pingo Doce

Maria da Fé

Maria da Fé

Já envolvida no espírito natalício, Maria da Fé recorda os natais da sua infância e a “reunião da família, sempre com o bacalhau e as rabanadas”. “Com o pouco que tínhamos, fazíamos muito. Havia amor e carinho”, garante.
Para a fadista, o melhor do Porto são os habitantes. “São pessoas verdadeiras, com um carisma muito próprio”, salienta. Os símbolos que destaca são a Torre dos Clérigos e a Igreja da Trindade, numa cidade que está muito mais “moderna e cosmopolita” do que era nos seus tempos de menina....

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Rui Veloso

Rui Veloso

“Não interessa onde é que uma pessoa nasce, interessa onde vive e sente”, afirma categoricamente. Assim, à luz da letra de uma das suas canções, “quem vem e atravessa o rio, junto à serra do Pilar” conhece uma terra que quase se dissolve com o nome Rui Manuel Gaudêncio Veloso, por muitos considerado o “pai do rock português”.

De inspirado a inspirador
Filho de Aureliano Capelo Veloso, ex presidente da Câmara Municipal do Porto, o músico estreou-se nas lides musicais com apenas seis anos,...

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Alberta Marques Fernandes

Alberta Marques Fernandes

Em nome do pai
As recordações que a jornalista tem, do “seu” Porto da infância e adolescência, confundem-se com a lembrança do pai. “Os passeios pela Foz, o Castelo do Queijo, a Rua de Santa Catarina, o café Majestic, o Liceu Alexandre Herculano, onde ele estudou, a Igreja do Bonfim”, lembra. Durante muitos anos o Porto foi para ela, uma cidade de afetos, a cidade da «família». Com a morte do pai, há mais de vinte anos, Alberta adotou uma espécie de luto da cidade. “Estive vários anos sem querer...

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Rui Moreira

Rui Moreira Em sua opinião, o Porto acreditou que, com a entrada na Europa, o progresso iria surgir naturalmente e que o “peso político deixava de fazer sentido” o que demonstrou uma certa “ingenuidade”. Mas a evolução do regime também condiciona essa «apatia». De acordo com Rui Moreira, Portugal passou, em poucos anos, de um país bipolar a unipolar. “A dicotomia entre Lisboa e Porto perdeu-se, passando o poder, o Estado e as grandes opções políticas a concentrarem-se em e para Lisboa”. Mas apesar da perda de protagonismo, garante,...

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Isabel Pires de Lima

Isabel Pires de Lima Nasceu em Braga, onde viveu até aos 17 anos, altura em que se «transferiu» para o Porto para tirar o curso de Filologia Românica na FLUP. A integração não foi difícil e dos seus tempos de faculdade recorda as tertúlias nos cafés, os movimentos culturais e uma relação de grande proximidade dos estudantes universitários com os professores. “Hoje sinto-me mais portuense do que bracarense”, confessa, destacando o carácter genuíno da cidade e dos seus habitantes. “Agrada-me o facto de o Porto ser uma grande cidade em termos de...

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D. Manuel Clemente, Bispo do Porto

D. Manuel Clemente, Bispo do Porto Tem por hábito percorrer as ruas a pé e utilizar os transportes públicos, o que lhe permite uma interpelação directa e constante dos seus habitantes. “Sou diversas vezes abordado pelas pessoas na rua, sempre de forma espontânea, e gosto disso. É muito humano” afirma, sublinhando que percorrer as ruas é fundamental para se conhecer a cidade. “Para além de que faz bem, é um óptimo exercício físico”, salienta.
Na Avenida dos Aliados consegue encontrar a alma de uma cidade que, diz, tem uma personalidade forte o que lhe...

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Estrela Novais

Estrela Novais Quando vem ao Porto há rituais que não dispensa. “Vou sempre dar um passeio pela Ribeira e, em dias de sol, sento-me numa esplanada para comer uma patanisca de bacalhau com um copo de vinho”. A tradicional francesinha da «Regaleira» e os filetes de pescada do «Aleixo» são, para a actriz, petiscos imperdíveis. “Adoro tripas e francesinhas mas só no Porto”, garante.
As visitas são, agora, mais escassas mas sempre que o trabalho lhe permite ou se encontra perto, dá cá “um salto”. A visão que tem do Porto à...

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João Serrenho

João Serrenho No entanto, não descura a prudência necessária na área dos negócios, frisando que gosta de tomar decisões arriscadas, mas sempre calculadas. “Às cegas não faço nada, de maneira nenhuma. As minhas decisões são normalmente ponderadas e muito discutidas. Só avanço quando tenho elementos suficientes”, assegura.
  Um curioso de sucesso
Licenciado em engenharia química, João Serrenho diz-se dono de uma curiosidade inata. “Sou muito curioso. Gosto de perceber bem as coisas e...

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