Pingo Doce Literatura Infantil

Maria Cândida Rocha e Silva

Maria Cândida Rocha e Silva

Tradição será, talvez, a palavra que melhor define a instituição, nascida em 1833, no Porto, pelas mãos de Lourenço Joaquim Carregosa, para negociar divisas. Situada na Rua das Flores – onde ainda mantém o edifício – a então L.J. Carregosa viria a transformar-se numa Sociedade Financeira de Corretagem, tendo sido aprovada como banco em 2009. O percurso profissional de Maria Cândida cruzou-se com o da Casa Carregosa pelas mãos do seu pai, que era sócio da entidade e que, num determinado momento da vida, encontrou...

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António Lobo Xavier

António Lobo Xavier

Contudo, a decisão de viver no Porto também esteve associada a um “fascínio por uma advocacia que não havia em Coimbra”. “Os meus colegas de escritório eram advogados da Sonae e pediram-me se podíamos encontrar-nos com algumas pessoas da empresa que tinham umas dúvidas sobre impostos”, contou o gestor. “Naquela altura, estava na Comissão de Reforma Fiscal e dava aulas de Impostos, por isso, achava que sabia muito”, afirmou, entre gargalhadas, acrescentando que as questões colocadas “eram de tal maneira profundas e...

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À descoberta da inovação

À descoberta da inovação

Mas, estes são conceitos que a NET – Novas Empresas e Tecnologias, S.A, enquanto Business and Innovation Centre do Porto (BIC), fomenta e desenvolve desde 1987. A iniciativa de constituição da NET – BIC Porto surge no seguimento de um seminário realizado no Porto, em Novembro de 1986, pela EBN – European Business and Innovation Center Network (…). Durante um período experimental que decorreu até setembro de 1988, foi posta em marcha e testada a organização e os meios necessários à concretização da missão do BIC. Foi...

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Maria da Fé

Maria da Fé

Já envolvida no espírito natalício, Maria da Fé recorda os natais da sua infância e a “reunião da família, sempre com o bacalhau e as rabanadas”. “Com o pouco que tínhamos, fazíamos muito. Havia amor e carinho”, garante.
Para a fadista, o melhor do Porto são os habitantes. “São pessoas verdadeiras, com um carisma muito próprio”, salienta. Os símbolos que destaca são a Torre dos Clérigos e a Igreja da Trindade, numa cidade que está muito mais “moderna e cosmopolita” do que era nos seus tempos de menina....

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Rui Veloso

Rui Veloso

“Não interessa onde é que uma pessoa nasce, interessa onde vive e sente”, afirma categoricamente. Assim, à luz da letra de uma das suas canções, “quem vem e atravessa o rio, junto à serra do Pilar” conhece uma terra que quase se dissolve com o nome Rui Manuel Gaudêncio Veloso, por muitos considerado o “pai do rock português”.

De inspirado a inspirador
Filho de Aureliano Capelo Veloso, ex presidente da Câmara Municipal do Porto, o músico estreou-se nas lides musicais com apenas seis anos,...

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Alberta Marques Fernandes

Alberta Marques Fernandes

Em nome do pai
As recordações que a jornalista tem, do “seu” Porto da infância e adolescência, confundem-se com a lembrança do pai. “Os passeios pela Foz, o Castelo do Queijo, a Rua de Santa Catarina, o café Majestic, o Liceu Alexandre Herculano, onde ele estudou, a Igreja do Bonfim”, lembra. Durante muitos anos o Porto foi para ela, uma cidade de afetos, a cidade da «família». Com a morte do pai, há mais de vinte anos, Alberta adotou uma espécie de luto da cidade. “Estive vários anos sem querer...

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Rui Moreira

Rui Moreira Em sua opinião, o Porto acreditou que, com a entrada na Europa, o progresso iria surgir naturalmente e que o “peso político deixava de fazer sentido” o que demonstrou uma certa “ingenuidade”. Mas a evolução do regime também condiciona essa «apatia». De acordo com Rui Moreira, Portugal passou, em poucos anos, de um país bipolar a unipolar. “A dicotomia entre Lisboa e Porto perdeu-se, passando o poder, o Estado e as grandes opções políticas a concentrarem-se em e para Lisboa”. Mas apesar da perda de protagonismo, garante,...

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Isabel Pires de Lima

Isabel Pires de Lima Nasceu em Braga, onde viveu até aos 17 anos, altura em que se «transferiu» para o Porto para tirar o curso de Filologia Românica na FLUP. A integração não foi difícil e dos seus tempos de faculdade recorda as tertúlias nos cafés, os movimentos culturais e uma relação de grande proximidade dos estudantes universitários com os professores. “Hoje sinto-me mais portuense do que bracarense”, confessa, destacando o carácter genuíno da cidade e dos seus habitantes. “Agrada-me o facto de o Porto ser uma grande cidade em termos de...

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