BPI

Erros a evitar na gestão do seu orçamento familiar

Erros a evitar na gestão do seu orçamento familiar

A melhor gestão do orçamento familiar é fundamental para ter uma vida financeira saudável. Saber quanto recebe e quanto gasta permite-lhe cumprir com os seus encargos financeiros e também não acumular dívidas.
Contudo, sabemos que existem alguns erros que podem não ser os mais benéficos para o orçamento familiar. Fique a conhecer quatro erros que deve evitar:

  1. Não fazer um orçamento familiar (ou não mantê-lo!)
    Se está a ler este artigo e não tem orçamento familiar, este é o principal erro! Pode pegar em papel e caneta ou numa folha excel, mas tem de o fazer. E deve também continuar a fazê-lo todos os meses. Apontar as despesas que tem semanalmente e durante um longo período de tempo vai ajudar a perceber quais as suas maiores despesas, onde pode cortar e no que pode melhorar.
  2. Não poupar automaticamente
    Se só regista o que ganha e o que despende e fica contente com o que sobra ao final do mês, pense de novo. Poupar todos os meses é mais do que ter dinheiro disponível no final do mês. É sim, conscientemente, guardar logo no início do mês um valor fixo para a poupança. Não poupar faz com que esteja mais exposto a situações frágeis que o podem levar a situações de endividamento. Crie um fundo de emergência para imprevistos ou para gastos que sabe que terá de futuro, como no regresso às aulas, a inspeção do carro ou as compras de Natal.
  3. Ignorar os “pequenos gastos” do dia a dia
    O seu orçamento deve ter todas as despesas que tem – e têm mesmo de ser todas! O pequeno-almoço de manhã ou o café depois de almoço podem parecer valores insignificantes, mas que quando acumulam durante o mês, já ocupam uma parcela do orçamento familiar.
    Se deixar de gastar 2,50€ no pequeno-almoço em 250 dias úteis, em um ano já poupou 625€, que podem ser muito úteis para as férias!
    Apontar estes pequenos gastos ajuda-o a perceber melhor quais os seus hábitos e como pode diminuir o consumo e poupar mais.
  4. Não renegociar os custos fixos
    Geralmente falamos de custos fixos aos gastos que temos todos os meses, como a prestação da casa, a fatura da água, eletricidade, gás ou telecomunicações. Estas mensalidades têm de ser pagas e o seu valor não difere muito mensalmente e por isso achamos que são fixos.
    Contudo, serem fixos não quer dizer que não sejam inalteráveis. É natural que o seu custo de vida aumente de ano para ano e por isso deve procurar sempre reduzir as despesas e pagar apenas aquilo que utiliza.

(LifeStyle Sapo)

PUB
lerlevanosmaislonge.pingodoce.pt/?utm_source=vivaporto&utm_medium=banner&utm_term=banner&utm_content=240919-maislonge5&utm_campaign=lermaislonge

Viva! no Instagram. Siga-nos.