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“De Outros Espaços” e “Desertado…”, Galeria Municipal do Porto

De Outros Espaços
Até 18 agosto, Galeria Municipal do Porto
Na continuação da sua parceria com a Fundação EDP, a Galeria Municipal do Porto apresenta “De Outros Espaços”, uma nova exposição da série “Perspetivas”, na qual o Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia (MAAT) tem vindo a propor abordagens temáticas à Coleção de Arte Fundação EDP.
A exposição adota o seu título de um importante ensaio de Michel Foucault e aborda as noções de espaço imaginadas e desenvolvidas por artistas visuais, por oposição aos entendimentos da ideia de espaço provenientes de disciplinas científicas ou técnicas, incluindo a apropriação deste conceito pelo campo da arquitetura a partir do movimento moderno do início do século XX. Desta abordagem à ideia de espaço emergem tópicos prementes como as questões de identidade ou de género, a alienação social nos contextos urbanos contemporâneos, ou a revisitação de memórias históricas complexas, a partir de instalações, pintura e escultura de vários artistas.
Curadoria: Pedro Gadanho | João Silvério
Coorganização: Fundação EDP / MAAT
Imagem: LOURDES CASTRO | Sombra Projectada de Milvia Maglione, 1967 | Plexiglass recortado | EDP.0051

Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente
Até 18 agosto, Galeria Municipal do Porto
A possibilidade de se fazer uma revolução nos tempos de hoje, face às transformações em que a participação no espaço público tem vindo a incorrer, é uma das questões centrais no percurso artístico de Maria Trabulo e o ponto de partida para este projeto expositivo desenvolvido com a curadora Pieternel Vermoortel a convite da Galeria Municipal.
“Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente” surgiu a partir do desafio lançado à artista para pensar e debater o lugar que a ficção e as histórias partilhadas ocupam nas construções sociais e políticas de hoje. Convocando um conjunto de perspetivas de pensamento e propostas artísticas, que se irão encontrar, cruzar e habitar a instalação criada pela artista em colaboração com a curadora, a exposição reflete acerca do que poderá ser o lugar e a ação do artista na nossa paisagem política mutante. Como poderemos entender a participação social e política através da arte, e como pode a arte participar do debate público? Neste contexto, um ato de resistência pode também exigir alguma ficção.
Uma exposição de: Maria Trabulo
Curadoria: Pieternel Vermoortel
Imagem: Maria Trabulo, 2019

Millennials
Design do Novo Milénio

19 setembro a 17 novembro, Galeria Municipal do Porto
Na última década, a reflexão em torno de uma ‘condição milenar’ tem sido trabalhada de modo a configurar e analisar a contemporaneidade. Para além de um marcador geracional, o ‘millennial’ situa-nos num contexto espacial e temporal marcado por uma caracterização política, económica e tecnológica profundamente distinta da realidade vigente no final do século XX. Integrada na programação da Porto Design Biennale, esta exposição foca-se nos projetos e processos de trabalho dos designers ‘millennials’, nascidos nas décadas de 1980 e 1990, propondo-se refletir sobre o que os caracteriza e diferencia. Num tempo marcado por novos cenários geopolíticos, pelo poder da web 3.0, pela retórica política neoliberal, pela crise do sector financeiro, pela reconfiguração das formas de produção e a valorização da produção imaterial, pelo pensamento crítico e pelas ações coletivas, a exposição cruza diferentes áreas do design e toma a dimensão geracional como ponto de partida para um mapeamento crítico do design, numa reflexão particularmente atenta às interações entre este e as circunstâncias tecnológicas, económicas, culturais e políticas que o enquadram.
Curadoria: José Bártolo
Um projeto de: Porto Design Biennale

Estar vivo é o contrário de estar morto
5 outubro a 17 novembro, Galeria Municipal do Porto
“Estar vivo é o contrário de estar morto” propõe um projeto de reflexão sobre a urgência de questionarmos o lugar do corpo enquanto agente de extermínio e de salvação do ecossistema terrestre. A partir de práticas artísticas performativas, pictóricas e fílmicas, a exposição procura explorar novas formas de comunidade que quebram a dicotomia do humano/não-humano, numa lógica de reinterpretação de subjetividades e de reconfiguração do direito à existência. Entre o absurdo e o comum, o verosímil e o inverosímil, coloca-se em perspetiva a necessidade de se reavaliar a nossa condição vulnerável e precária enquanto habitantes do planeta, assim como a necessidade de um projeto de indigenização global para o século XXI.
Curadoria: Guilherme Blanc | Luísa Saraiva
Imagem: Eva Meyer Keller | Death is Certain, 2002 | Fotografia de Hervé Véronèse

As exposições são de entrada livre.

Horário: terça-feira a sábado, entre as 10h e as 18h | domingo ,entre as 14h e as 16h.

Galeria Municipal do Porto
Jardins do Palácio de Cristal
Porto

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