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Porto lança app que funciona como montra digital para o comércio de rua

Porto lança app que funciona como montra digital para o comércio de rua

Depois da plataforma online, em novembro passado, a Câmara Municipal do Porto lançou agora a aplicação móvel “Shop in Porto”, uma iniciativa que tem como objetivo continuar a promover o comércio de rua.

Numa nota publicada na sua página oficial, a autarquia explica que, no atual contexto de pandemia, a ativação desta plataforma online se reveste de uma “importância acrescida”, uma vez que permitirá “divulgar o comércio local, tornando-o mais visível, acessível e atrativo aos clientes”.

“O Shop in Porto pretende facilitar a experiência de compra dos consumidores, dando a conhecer uma vasta rede de comerciantes da cidade do Porto, de acordo com as necessidades do utilizador”, escreve o município a propósito da plataforma, que permite a procura por “loja, produtos e localização geográfica” e possui ainda dois separadores característicos, “Hoje no Porto” e “Roteiros”.

Através do primeiro, os utilizadores conseguem ter acesso a “ofertas especiais do dia, que podem assumir a forma de descontos, «happy hour» ou outras campanhas”, enquanto no segundo, “Roteiros”, têm acesso a “itinerários de lojas e de compras com curadoria de pessoas célebres ligadas à cidade” e ainda a oportunidade de “criar itinerários de lojas com base nas suas preferências”.

Destaque ainda nesta plataforma, disponível gratuitamente através da App Store ou do Google Play, para as lojas ao abrigo do programa “Porto de Tradição”, onde é possível conhecer toda a sua história bem como os vários produtos que vendem, e que o convidamos, agora, a (re)visitar.

Em 2018, a VIVA! iniciou um roteiro por algumas das lojas mais emblemáticas da cidade, protegidas pelo “Porto de Tradição”. Mais de duas semanas depois de grande parte delas terem aberto as suas portas, e de outras terem avançado esta semana para essa fase, com todas as medidas de segurança e higienização asseguradas, recuperamos consigo algumas das mais emblemáticas paragens dessa viagem…

Arcádia

Conhecemos esta loja desde logo pelos deliciosos (e gulosos) chocolates. Mas para contar a sua história, “temos que recuar até 1933, quando o meu avô Manuel Pereira Bastos inaugurou a confeitaria Arcádia, que ficava situada na Praça da Liberdade. Era uma confeitaria já emblemática. Rapidamente passou a ser o ponto de encontro da sociedade portuense”, começou por nos explicar João Bastos, um dos responsáveis pela marca.

“A Arcádia sempre foi reconhecida pela qualidade dos seus produtos. A pastelaria na altura fez escola. E foi aí que se passou a desenvolver alguns produtos que ainda hoje se mantêm, como os famosos chocolates. Também as amêndoas e drageias de licor bonjour, que ainda hoje fazemos e que abarcam um trabalho artesanal muito específico”.

E continuou: “Encerramos o estabelecimento que tínhamos algures em 2000. Na altura, a baixa portuense era um deserto. Não tem nada a ver com a dinâmica atual. E foi por essa altura que se tomou a decisão de abrir esta loja, na rua do Almada, que em tempos também foi uma confeitaria, a Arca Doce”.

O setor turístico não é esquecido, ainda para mais numa fase em que se evidencia esse boom. “Naturalmente procuramos tirar partido dessas localizações das lojas [Lisboa, Porto e Algarve]. Mesmo na nossa gama de chocolates, temos alguns produtos que foram feitos mais direcionados para o turismo, por exemplo, uma caixa de chocolates com imagens do Porto e Lisboa. Há outros produtos a mencionar como os chocolates com Vinho do Porto. No entanto, esta componente turística ainda não apresenta uma expressão muito significativa. O nosso cliente principal continua a ser as famílias portuguesas”.

E internacionalização?, perguntamos. “Nós vamos na terceira geração, comigo e com a minha irmã Margarida. Temos que deixar algo para os sucessores. Ficará para a quarta geração (risos)”.

Para a Arcádia, em pleno século XXI, a inovação é muito importante. “Lançamos novos produtos, novas embalagens, com novas apresentações. É preciso estar sempre a lançar coisas novas para poder manter a dinâmica das vendas e apresentar soluções aos clientes”.

Quanto aos produtos mais populares, “inicialmente eram as línguas de gato e o sortido tradicional que, aliás, continuam a ser um best seller na Arcádia. Hoje em dia a variedade é maior, como por exemplo os chocolates com Vinho do Porto que fazemos em parceria com a Calém, assim como na área da pastelaria, os bolos à fatia”.

Na fábrica da Arcádia, agora localizada em Grijó, é visível a satisfação das funcionárias. “É uma empresa familiar. Damo-nos todas bem, e as relações já vêm de longe”, disse-nos Marta Santos, responsável pela secção de chocolate.

“Trabalho aqui há 11 anos. Gosto muito do companheirismo que apresentamos. É que gostamos mesmo daquilo que fazemos. A empresa também nos tem proporcionado boas condições”, contou-nos Cristina Pereira, funcionária.

A ligação profissional de Sofia Cunha, atual chefe da pastelaria, à Arcádia é bastante curiosa. ”Estou aqui desde 2010. E tudo teve origem numa brincadeira (risos). Fui tomar café à Arcádia Boavista. Sou cliente há muitos anos. Achei que a pastelaria estava a precisar de um empurrãozinho. Por brincadeira mandei alguns dos meus doces para cá. Entretanto, chamaram-me e não me deixaram sair mais”. (risos).

Sofia Cunha é perentória: “Faz uma diferença brutal construir tudo de raiz, evidenciando-se na qualidade do produto final. Basicamente é ir misturando a tradição com a modernidade. O segredo está no processo e na matéria-prima. Parece cliché. Mas se não for feito com o coração, não resulta. As pessoas notam. Faz toda a diferença”, sublinhou.

Escovaria de Belomonte

De portas abertas há mais de 90 anos, na Rua do Belomonte, referência que deu nome à casa, neste emblemático espaço da cidade do Porto há uma gama de escovas destinadas a vários usos: desde as industriais até às escovas para utilização doméstico ou pessoal, que são como refere Sérgio Rodrigues, bisneto do fundador, para durar bem mais do que uma vida. “São para gerações”, realça.

Prova disso é o armário das escovas antigas que exibem logo à entrada da loja, situada no número 34. “Algumas delas têm mais de 50 anos”, recorda Rui Rodrigues, o pai, que não quis deixar perder o negócio da família. “Esta, para apanhar as migalhas da mesa, era da mãe da avó do Rui, que morreu há mais de 30 anos com 99 anos”, explica, enquanto a VIVA! comprova o excelente estado em que ainda se apresenta. Da mostra faz também parte uma escova de sapatos que, possivelmente, foi “a que mais tempo trabalhou”. “Foi feita na loja, no tempo do meu bisavô e oferecida por um cliente, que era engraxador de sapatos. Entregou-a no dia em que se reformou”, conta Sérgio Rodrigues.

A qualidade deixada pelos seus antepassados é algo que os dois responsáveis continuam a manter no presente. “Pegamos no saber que eles nos deixaram e fomos inovando, quer através dos materiais utilizamos como na roupagem que fomos dando às peças”, explica Rui. “Antigamente trabalhava-se muito com o pinho e nós agora trabalhamos com madeiras mais nobres, como mognos, moutain, cerejeiras, faias e pau cetim”, sublinha, adiantando que têm desde escovas feitas com crina ou rabo de cavalo, passando pela cerda de porco e pêlo de cabra, extremamente macio e utilizado, por exemplo, em escovas para limpar o sapato no final do dia e para tirar os restos de cabelo, nas barbearias”. Mas, tudo isto, alerta, não obriga ao sacrifício do animal.

Todas as escovas estão envoltas em pormenores, afinal todo o seu fabrico é manual, sendo atualmente o único espaço em Portugal, e talvez da Península Ibérica, que produz desta forma. “Mediante o tamanho que se der ao material, a quantidade de furação e a sua espessura as escovas podem ser utilizadas para diferentes efeitos”, revela, acrescentando que todo o serviço “é muito personalizado”. “Na altura do meu bisavó e avô não havia coleções. Fazia-se uma escova de calçado, por exemplo, e iam saindo todas assim. Nós já temos algumas coleções feitas, limitadas a número de peças, e que têm sempre muita procura”, completa Sérgio.

O tempo de produção, esclarecem, varia muito do tipo de escova. Mas, a de calçado da coleção 1927, por exemplo, designada assim “porque tem a forma em que em 1927 se faziam as escovas”, pode demorar “entre 36 a 42 horas a fazer”. “É um trabalho mesmo muito minucioso porque tudo tem que sair com extrema qualidade”, acrescenta Rui Rodrigues, revelando que essa escova é, precisamente, uma das mais procuradas, a par da de fato da mesma coleção.

Pretinho do Japão

As origens deste histórico estabelecimento são curiosas. “Havia cá em cima uma loja, a Pérola do Japão, que também trabalhava com café, bacalhau, conservas, frutos secos… Um dia, por algum motivo, esses dois irmãos separaram-se e um deles abriu esta mercearia, o Pretinho do Japão”, explicou-nos José Almeida, ex-proprietário que ficará no histórico estabelecimento até à reforma.

O nome do estabelecimento também suscita interesse. “Há aqui duas interpretações. A primeira, para baralhar os clientes na altura com alusão ao Japão em dois espaços semelhantes. Por outro lado, era muito normal as pessoas que abriam mercearias colocar nomes associados às colónias. ‘Pretinho’ ficaria, assim, associado ao cultivo do café, e Japão em analogia à ‘Pérola do Japão’. As pessoas acabariam por ir com esta associação”, disse-nos.

“O meu pai trabalhou aqui na loja, acabando posteriormente por adquiri-la. Com cerca de oito anos vinha para aqui estudar, fazer os deveres e, naturalmente, ajudar. Fui ficando, aprendendo o ofício. Depois que o meu pai se decidiu reformar, fiquei a tomar conta até 2014, quando passou para os atuais donos”, revelou José Almeida.

Mas o que faz deste ‘Pretinho do Japão’ tão especial? “A amizade que se estabelece com os clientes. Só para ter noção, ainda hoje me perguntam pelo gato que me acompanhava aqui. Temos, inclusive, clientes da altura das senhas de racionamento da I Guerra Mundial”.

Há clientes de café muito específicos, em que já se adivinha o que querem. Quanto aos produtos mais procurados, são o bacalhau, café, frutos secos e a vasta gama de conservas.

Em 2014, houve a necessidade de remodelação, com a visão de manter armários, balcões, máquinas de cafés, mantendo o legado.

A esplanada abriu em 2016 para complementar o serviço da loja, que foi crescendo paulatinamente. “Nada disto foi planeado, foi antes sendo construído. Aliás, na esplanada já servimos prato do dia de segunda a sábado. À noite e ao domingo fazemos eventos privados, com bastante procura aos fins de semana. Desde baby shower, comunhões ou despedidas de solteiro. Tudo à medida. Claro que há pacotes base, mas vamos adaptando”, refere-nos Diogo Gonçalves, atual proprietário deste histórico estabelecimento.

Confeitaria do Bolhão

Trata-se de uma casa centenária, fundada em 1896, situando-se na Rua Formosa, na baixa portuense, mesmo em frente à porta sul de entrada no Mercado do Bolhão.

Hoje é possível encontrar ali uma padaria e pastelaria com fabrico próprio e com fornadas frequentes durante todo o dia.

O ambiente agradável, a diversidade e qualidade dos produtos oferecidos, assim como o atendimento personalizado, e sempre simpático, tornam este um espaço único na cidade do Porto.

“Vim para aqui em 1998. Andava à procura de um estabelecimento na baixa do Porto. Ia a passar aqui. Isto na altura estava fechado, tinha falido. Disseram-me que era uma casa centenária, que tinha sido muito chique. Consta que muitos vinham aqui com motorista. As senhoras vinham cá tomar o chá… Mas a gerência da altura não fez um bom trabalho. Tinha falido. Compramos em leilão e aqui estamos”, começa por nos explicar José Rodriguez, atual responsável pelo estabelecimento.

“Naquela altura ainda demoramos algum tempo a recuperar as características originárias do espaço. Tentamos, na verdade, recuperar ao máximo a beleza da confeitaria oitocentista. Encontramos cadeiras mais clássicas, a condizer com a história da casa. Mas confesso que ao princípio não tinha bem a noção do que era isto. Com os anos é que começamos a ver a importância que tem o nome do espaço e a sua carga histórica. Acho, nesse sentido, muito importante o reconhecimento da Câmara no âmbito do programa Porto de Tradição. A cidade é bela pelo antigo, pela história que carrega”, revelou.

Há outro dado curioso: “Os meus pais são portugueses. Mas eu nasci na Venezuela, porque o meu pai emigrou para lá. Há sempre essa fusão saudável, ainda para mais agora com esta situação delicada na Venezuela. Temos algumas pessoas que emigraram para aqui. Mas é um valor mínimo tendo em conta a oferta. Temos muita doçaria tipicamente portuguesa”, assegurou. O pão Jámon, venezuelano, convive, por exemplo, saudavelmente com a doçaria nacional.

E acrescentou: “sempre nos destacamos pelo nosso bolo-rei e pão de ló. Desde há uns anos decidimos criar um novo doce, e como estamos mesmo em frente ao Mercado do Bolhão decidimos intitulá-lo de ‘Tigelinha do Bolhão’. Como é muito boa, acho que está cada vez mais popular”.

Futuramente vão aprimorar cada vez mais a restauração do estabelecimento. “A atual iluminação não condiz com a beleza da casa”, observou.

Queijaria Amaral

Queijos Serra da Estrela, de S. Miguel, S. Jorge, Ilha do Pico, Goudas da Holanda, Roquefort, Manchego, Mimolete, Tetilha Galega fumada, Grana Padano e muito mais. Na mais antiga queijaria da cidade, fundada em 1920, há mais de 60 variedades de queijo disponíveis que fazem as delícias dos amantes deste produto. Mas, desengane-se se pensa que é só de queijos que se faz o “recheio” da Queijaria Amaral. Os enchidos tradicionais, como as chouriças, o salpicão, as moiras, as alheiras de Mirandela e o salpicão, bem como o folar de Trás-os-Montes, marmelada e compotas, dos mais variados sabores, têm, também, lugar nesta afamada casa portuense.

António Luís é quem está, agora, à frente deste negócio, que, durante muitos anos, teve o rosto de Maria José Silva, conhecida por realizar, musicar e interpretar vários filmes. “Ela fez desta casa uma casa de excelência do queijo da Serra da Estrela”, explica, acrescentando que este é, efetivamente, o produto mais vendido da Queijaria. Recentemente, o espaço sofreu algumas alterações, destacando-se, nesta remodelação, a introdução de mesas de degustação, uma delas com mais de 100 anos, para que os clientes possam provar os produtos disponíveis para venda. Do cardápio, destacam-se as tábuas de cinco queijos e de enchidos, a tábua mista, ainda, as sandes de presunto com queijo Serra da Estrela, e, ainda, o chouriço e a moira assada, sempre acompanhados por um bom vinho.

O entra e sai da Queijaria Amaral foi uma constante enquanto a VIVA! esteve à conversa com o proprietário e com a D. Olga, familiarizada com o negócio há já 37 anos e que continua, ainda, “a dar uma ajuda”. Apreciadora nata de queijos, explica que, quando chegou à Queijaria, com 13 anos, teve que ter uma “pequena formação”, principalmente no que toca aos “queijos internacionais”, de forma a “poder explicar ao cliente” e saber “parti-los corretamente”, como é o caso do Grana Padano, que não é partido com a faca.

Os clientes chegam de todos os cantos do país, estrangeiro incluído, sendo do Brasil que se verifica o maior número de turistas a visitar o espaço. “Vêm já com dicas de outros brasileiros

para comprarem determinados queijos. Depois de provarem ficam deliciados, dizem que é muito bom e que prezamos realmente pela qualidade dos produtos que vendemos”, conta António Luís. E, quando questionado sobre a característica que um queijo deve ter para ser de qualidade, não teve qualquer dúvida: “Tem que ser um queijo bem feito e amanteigado, que é como as pessoas gostam”. Já a D. Olga aproveitou a deixa e rematou: “Mas, aqui, tudo é bom e com muita qualidade. Isto é, como costumo dizer, o Ferrari dos queijos”.

Armazém dos Linhos

Corria o ano de 1905 quando esta pérola da cidade do Porto abriu as portas ao público, pela primeira vez. Durante vários anos, dedicou-se, exclusivamente, à reprodução de tecidos estampados com desenhos tradicionais portugueses. Até que em 2011, altura em que o comércio estava fraco, os turistas ainda eram poucos, e o negócio familiar não tinha seguidor, poderia ter encerrado, se as irmãs Filipa e Leonor Pinto Basto não se tivessem encantado por esta casa centenária. Assim, rapidamente, puseram de lado a arquitetura e embarcaram nesta aventura, acrescentando, desta forma, um novo capítulo à história do Armazém dos Linhos.

Sem remodelarem, praticamente, nada do espaço, uma vez que o interesse era mantê-lo “como era originalmente”, fizeram, apenas, pequenas obras de melhoramento e de manutenção, frisa Leonor. A ideia central do projecto foi “recuperar” os padrões das chitas tradicionais portuguesas, através da reprodução de antigos padrões e da procura de novas e contemporâneas aplicações para estes tecidos. “Nós não podíamos excluir as chitas, porque fazem parte da nossa cultura, da nossa identidade, e, por isso, fazia todo o sentido manterem-se, pelo que vai ser sempre uma prioridade”, salienta. “Para que as pessoas não vejam a chita apenas associada a um tecido de cortinado ou a uma colcha de cama, por exemplo”, diversificaram a aplicabilidade dos tecidos, de forma a que os clientes percebessem que esta “também funciona bem numa toalha de mesa ou numa peça de roupa”. “No fundo, demos uma modernização ao conceito”, reforça. E a grande mudança surgiu, efetivamente, no que diz respeito à oferta de produtos, que, assim, gozou de um aumento bastante significativo.

Desde logo entenderam que, chamando-se a loja Armazém dos Linhos, fazia todo o sentido focarem-se, também, nesse produto, razão pela qual passaram a deter um leque grande de linhos. A rápida evolução e sucesso do negócio, levou as duas irmãs a explorarem uma coleção de sacos e carteiras, linha de cozinha, mesa e casa da marca Armazém dos Linhos e a apostarem na confeção de tecidos de moda infantil, onde procuram, sobretudo, estabelecer um equilíbrio entre passado e presente e entre tradição e tempos modernos. Sendo obrigatória uma porta para o exterior que não fosse somente física, estrearam, também, a loja online, uma forma de assegurarem a comunicação com os estrangeiros que, diariamente, visitam o espaço.

É que o Armazém dos Linhos não é apenas ponto de passagem para os turistas que estão de visita ao Porto, é também uma das atracões que os traz à cidade, assim como aos inúmeros clientes de Norte a Sul de Portugal, fiéis à marca. Como explica Leonor, neste espaço respira-se história e, por isso, “devia ser considerado um museu”, afirma, enquanto sorri, contando que há toda uma maquinaria inerente à abertura, em 1905, que ainda preservam e que não há outro lugar na Europa que tenha uma loja com esta escala. E, a VIVA! confirmou isso mesmo. De facto, o Armazém dos Linhos é único e só quem atravessa a sua majestosa porta de entrada se apercebe de toda a magia que lá existe.

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