Recheio

Rosa. Espinho. Dureza, 29 e 30 mar, Rivoli

Rosa. Espinho. Dureza, 29 e 30 mar, Rivoli

Rosa. Espinho. Dureza
[BoCA – Biennial of Contemporary Arts]
29 e 30 março, 21h, Rivoli Teatro Municipal
Em palco, um ator e um baterista a fazerem de si mesmos.
Regras, medo, preguiça e distração. Ferrandini diz-nos que “numa vida sem força e sem fé podemos acabar em repetições que não nos levam a lado algum mas que nos poderão trazer alguma validação social. Isto não é garante de deixar de sofrer ou perder a esperança numa vida mais real e mais cheia.”. No fim volta-se ao início, como num esforço cíclico, numa alusão ao mito de Sísifo. Haverá salvação possível? O que resta é a verdade do corpo e a fé que se encontra depois dessa violência trágica.
Conceção e direção Gabriel Ferrandini | Assistência de encenação Filipa Matta | Com Gabriel Ferrandini, Frederico Barata | Técnico de som José Alho | Espaço cénico e desenho de luz António Júlio Duarte | Revisão de texto Paulo da Fonseca | Produção BoCA | Coprodução Teatro Municipal do Porto, Teatro Nacional D. Maria II

Os Animais e o Dinheiro
[BoCA – Biennial of Contemporary Arts]
30 março, 19h, Rivoli Teatro Municipal
Gonçalo M. Tavares & Os Espacialistas propõem-se criar um Laboratório de Formas de Sentir Acima da Média, a partir do tema: “Os Animais e o Dinheiro”.
É um encontro inesperado que resulta numa ação de improviso e de antecipação da vida. Para existir e ser comunicada facilmente precisa de ser memorizada, pensada, tocada, contada, desenhada, escrita ou fotografada e assim integrada no ciclo natural do corpo humano perdido. É a aplicação direta daquilo que somos em cada mo(vi)mento da nossa vida.

 © Alípio Padilha

Banda Sonora
5 abril, 21h | 6 abril,19h, Rivoli Teatro Municipal
Depois de ter sido muito bem recebido na sua estreia em março de 2018 no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, “Banda Sonora” chega também ao Grande Auditório do Rivoli.
Neste espetáculo, a composição musical é o ponto de partida, criada pelo pianista, compositor e orquestrador Filipe Raposo, que despertará uma ideia de encenação/ambiente e, por conseguinte, um texto. Interpretada ao vivo pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a direção do maestro Cesário Costa, o trabalho resulta das experiências com os 33 músicos e com as vozes das seis atrizes em palco, criando uma atmosfera de floresta onírica inspirada no teatro do absurdo e nos filmes de terror. Três mulheres jovens, que representam ambições muito vincadas na sociedade desmembram-se em outras três figuras através de texto falado e cantado, carregado de metáforas e contos mais ou menos tradicionais.
Texto e encenação Ricardo Neves-Neves | Composição e orquestração Filipe Raposo | Elenco Ana Valentim, Joana Campelo, Márcia Cardoso, Rita Cruz, Sílvia Figueiredo, Tânia Alves com Orquestra Metropolitana de Lisboa | Maestro Cesário Costa | Direção vocal João Henriques | Sonoplastia Sérgio Delgado | Desenho de luz Pedro Domingos | Cenografia Henrique Ralheta | Coprodução São Luiz Teatro Municipal, Cine-Teatro Louletano e Teatro do Eléctrico

Understage: O Yuki Conjugate
5 abril, 23h, Rivoli Teatro Municipal
No início dos anos 80 assistiu-se a um movimento musical de vanguarda que expandiu as premissas lançadas pela música Industrial e incorporou elementos meditativos, o ocultismo e a experimentação sonora, num crescente fascínio pelas afinidades entre a música étnica, tribal e a eletrónica.
De entre esse grupo de vanguardistas (onde se incluem, entre outros, os Coil, Hafler Trio e Zoviet:France), emergiram os O Yuki Conjugate, banda formada em Nottingham em 1982 por Andrew Hulme e Roger Horberry, que, fiéis à definição de “música ambiente” de Brian Eno, desconstruíram convenções musicais, exploraram novas possibilidades, reinventando consistentemente novas sonoridades, que embora distantes das tendências predominantes da música popular, conquistaram uma dimensão de culto e um lugar muito específico na história da música. Os O Yuki Conjugate regressaram às edições com o álbum “Tropic” e viram recentemente os seus discos mais icónicos e visionários serem objeto de reedições, através de editoras como a Vinyl-On-Demand e a Emotional Rescue, facto que os encorajou a um regresso aos palcos. Para esta série de concertos, desenvolveram um novo espetáculo, que apresentarão na sua estreia em Portugal, a provar que continuam a oferecer perspetivas musicais inovadoras.

Novos Talentos: Duo Litanei (Hugo Paiva & Mrika Sefa)
13 abril, 17h, Rivoli Teatro Municipal
Hugo Paiva é natural de Vila Nova de Famalicão, tendo iniciado os seus estudos musicais na Artave.
Prossegue os seus estudos em Lisboa na Academia Nacional Superior de Orquestra na classe de Paulo Gaio Lima e mais tarde na Haute École de Musique de Genève, sob a direção de Daniel Grosgurin e Ophélie Gaillard onde conclui o Mestrado em Música. Durante dois anos foi membro da Menhuim Academy, sob a direção do violoncelista Pablo de Naveran e do Ensemble Menuhin Academy Soloists sobre a direção de Maxim Vengerov. Realiza com este ensemble tournées pela Europa e pelas Américas.
Mrika Sefa nasceu no Kosovo, onde iniciou a sua formação musical. Acabou o Conservatório de Música na classe do Prof. Misbah Kaçamaku. Completou a Licenciatura e o Mestrado na Suíça, nas Universidades de Basileia, Berna e Lucerna. Foi premiada em vários concursos. Desenvolve regularmente projetos de música de câmara, especialmente em duo com o violoncelista português Hugo Paiva.

Textures & Lines
13 abril, 21h, , Rivoli Teatro Municipal
“Textures & Lines” é o resultado de um convite feito pelo Drumming – GP ao duo de piano e eletrónica composto por Joana Gama e Luís Fernandes.
Desde a estreia, com “Quest” em 2014, que o duo tem vindo a afirmar a sua própria sonoridade e estética, visíveis no trabalho com cinema e em diferentes colaborações artísticas. Neste concerto, juntam-se ao Drumming – GP, grupo de referência internacional na interpretação e estreia de importantes obras do repertório para percussão, não só dentro da música clássica mas também no seio da música eletrónica. Partindo de experimentações coletivas, orientadas para a exploração de texturas e ambiências características da música de Gama e Fernandes, o Drumming – GP coloca-se também no papel de “compositor”, em conjunto com o duo, na criação de um universo sonoro singular, potenciado pelas texturas visuais de Pedro Maia.
Drumming – GP Miquel Bernat, João Tiago Dias, João Miguel Braga Simões | Piano Joana Gama | Eletrónica Luís Fernandes | Vídeo em tempo real Pedro Maia | Som Suse Ribeiro | Coprodução Teatro Municipal do Porto

Teatro Municipal Rivoli

Praça D. João I

4000-295 Porto

Tel. 223 392 200

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