Pingo Doce - Pizza sem gluten

Alguém me explica o mundo | Insónia | Os piratas também se apaixonam, Teatro Sá da Bandeira

Alguém me explica o mundo | Insónia | Os piratas também se apaixonam, Teatro Sá da Bandeira

Alguém me explica o mundo – Renato Albani
24 maio, 21h30, Teatro Sá da Bandeira
Depois do sucesso de “O melhor trabalho do mundo”, Renato Albani apresenta o seu segundo solo de comédia stand up, “Alguém me explica o mundo”. O comediante apresenta o seu ponto de vista peculiar e bem humorado sobre a evolução da vida e as suas consequências. As dificuldades e facilidades de morar sozinho, a diferença das pessoas com o passar dos anos e sobre a hipocrisia de rir dos outros mas não rir de si mesmo.

Insónia, com Fernando Mendes
24 maio a 16 junho, sexta e sábado 21h30 | domingo 16h30, Teatro Sá da Bandeira ( Exceto dia 8 de junho)
Em ‘Insónia’, Fernando Mendes estará a solo e encarnará na pessoa de Custódio Reis, um vendedor de vinhos e licorosos, que vive com a corda no pescoço. Tanto financeiramente, como familiarmente. É o comum português de classe média, que vive afogado em dívidas e créditos.
Custódio encontra-se à beira do divórcio. A mulher, Sónia, esgotou de vez a sua paciência para com um marido que é cada vez mais um falhado e um tipo sem rumo ou grandes objetivos de vida para além de comer, beber e dormir.
É um marido ausente e um pai ainda mais. Não tanto por falta de amor, mas mais de energia… Custódio sente-se cansado, pesado e sem paciência. A única ginástica que faz é financeira e a pouca pachorra que ainda vai tendo é para o trabalho. Aos dezassete anos começou a trabalhar como padeiro. Hoje em dia, vende vinho, mas, na verdade, é quase tanto aquele que bebe como aquele que vende. Até gosta do que faz e acha-se entendido em vinhos, não o sendo verdadeiramente.
É, em boa verdade, um tipo sem grande profundidade intelectual e sem grandes teses filosóficas. Por sua vez, é desenrascado e tem lábia de vendedor. O típico português de café que fala de tudo sem dizer quase nada.
Certa noite, Custódio, que sempre teve preguiça de pensar muito na sua vida, pára para pensar e ao contrário de passar a noite a ressonar, como é seu hábito, não consegue dormir. Tem uma terrível insónia. Uma insónia onde vai questionar tudo na sua vida e tentar encontrar soluções. Só que, por mais que grande parte dos seus problemas tenham soluções óbvias, para um homem que foi toda a vida assim, a mudança não parece fácil.
Assistimos, então, a uma hilariante crise interior pela qual, em tempo real, Custódio vai passar, na tentativa de alcançar a paz de alma necessária para que volte a conseguir dormir.

Os piratas também se apaixonam
25, 26 maio e 2 junho, 11h + 15h30 + 17h, Teatro Sá da Bandeira
“Mas meu amo é um apaixonado
Que adoro um rabo de saia
E eu continuo esfomeado
Por causa de tanta catraia
Nada tenho contra as senhoras
São cheirosas e dão-lhe carinho
Mas nada melhor que um bom rum
Tremoços e um leitãozinho
Eu sou o Piramouco, meu amo é o Piratudo e nesta ilha a sua amada é a primeira que aparecer!”

A história de João Pateta
1 junho, 15h30 + 17h, Teatro Sá da Bandeira
Uma relação de mãe e filho tão caricata, tão portuguesa, tão cheia de surpresas que nos leva ao tempo em que fomos crianças traquinas, ao tempo em que fomos Mães/Pais e a todo custo damos o nosso melhor para que o futuro lhe reserve algo… Tudo em um espetáculo onde o que é dito pode ser mais do que aparenta. Apareçam!

Lusitania Comedy Club “O Porquê da Coisa”
27 a 30 junho, 21h30, Teatro Sá da Bandeira
“Uma reflexão perfeitamente inútil sobre a magnífica História de Portugal”
A História, dizem os manuais, é escrita pelos vencedores. O Lusitânia Comedy Club sugere outra ideia: a História reescrita por um homem que mordeu um cão (é verdade, aconteceu mesmo…), outro que acha que faltam sempre 5 para a meia-noite (está certo pelo menos uma vez por dia…) e outro que já foi o último a sair (apagou a luz, obviamente). Essa História, ainda por cima, tem a veleidade de nos explicar a todos O Porquê da Coisa. E, acreditem, é algo que dá jeito saber, O Porquê da Coisa.
Há novidades neste Lusitânia Comedy Club: em cima do palco, Hugo Simões vem substituir Carlos Pereira, Luís Sousa faz o mesmo a Gustavo Vargas e André Pardal entra em campo para o lugar de Frederico Amaral, juntando-se os três novos atores a Ana Freitas, João A. Guimarães, Luís Oliveira e Mafalda Santos. Os textos continuam a ser assinados por Nuno Markl (o tal d’O Homem Que Mordeu o Cão), Francisco Martiniano Palma (quem tem créditos no 5 Para a Meia Noite) e Frederico Pombares (O Último a Sair) com canções originais de JJ Galvão.
Este espetáculo que agora regressa com nova estreia, levou ainda com uma espécie de “Querido, Mudei a Peça” com retoques de feng shui na encenação, o que torna a coisa uma nova experiência, mesmo para quem já se riu da primeira vez. E há muito para rir numa comédia musical que propõe “Uma Reflexão Perfeitamente Inútil Sobre a Magnifica História de Portugal”. Inútil, inútil, não será, porque no mínimo contribui para nos rirmos de nós mesmos, para olharmos de forma diferente para aquele passado com que todos convivemos nos bancos da escola e que estava povoado de reis e rainhas, infantes e infantas, condestáveis ou nem por isso.
Rir faz bem à alma, embora possa contribuir para as nossas rugas de expressão. Rir ajuda a sacudir fantasmas e a tirar os santos de cima dos pedestais e a pensar que se calhar os pecadores – alguns pelo menos… – é que a sabiam toda. Ajuda perceber O Porquê da Coisa. E sempre se pode usar o que porventura se possa aprender (ou desaprender) com este espetáculo para irritar alguém, o que é, obviamente, saudável.

Teatro Sá da Bandeira
Rua de Sá da Bandeira 108 – 4000 Porto
Telf: 222 00 25 50

Viva! no Instagram. Siga-nos.